Os técnicos da BIOMAX, doutores em entomologia pela ESALQ, possuem dados que comprovam que a captura dos pombos é o meio mais eficaz, seguro e rápido para solucionar o problema da super população da ave.

A BIOMAX conta com viveiros próprios para onde os pombos capturados são levados, cuidados e têm a reprodução adequadamente controlada. Assim, ela garante que as aves não voltem aos locais onde foram encontrados. É importante frisar que os pombos não podem ser abatidos. Por isso, o controle ecológico é a melhor saída para acabar com o problema.

Leia a matéria publicada no Jornal de Piracicaba em 17 de setembro de 2014:

Comerciantes alegaram que equipamentos seriam ineficientes; O Jornal de Piracicaba encontrou pássaros em árvores iluminadas

Iluminação volta da para a copa das árvores tem a função de simular a luz do sol que, em tese, afugentaria as aves do local. Um dos comerciantes ouvidos pela reportagem afirmou que, em algumas noites, o equipamento nem seria aceso devido à “ineficiência”. A prefeitura informou que os resultados preliminares apresentados pelos refletores têm se mostrado favoráveis.

Comerciantes e frequentadores da praça José Bonifácio relataram que o sistema de iluminação colocado para espantar pombos e outros pássaros que habitam no local tem resultado “duvidoso”. De acordo com eles, o único ponto de iluminação artificial não tem gerado a migração das aves, que permanecem acarretando intenso acúmulo de dejetos.

A tentativa de espantar as aves foi criticada por uma comerciante, que preferiu não se identificar. “Do jeito que fizeram, infelizmente não conseguiram tirar as aves que ficam na árvore do parquinho, local onde foram instalados três refletores. Elas continuam na praça. Se é para fazer, que façam direito, porque desse jeito, o problema não foi solucionado”, disse a mulher.

A opinião dela foi compartilhada por outra comerciante, que também pediu para não ter o nome divulgado. “O chão próximo ao parquinho tem amanhecido com sujeira, o que mostra que os pássaros realmente não se incomodam em dormir com claridade. Talvez, uma ou outra tenha se muda do de árvore, mas não muda nada sair de uma e ir para outra, se o barulho e a sujeira continuam”, afirmou.

Outro comerciante, que também preferiu o anonimato, afirmou que os refletores não são acesos todas as noites. “Acho que eles perceberam que a ideia não deu certo, tanto que tem noites que nem ligam os holofotes.”

Frequentador assíduo da praça, o aposentado Edenir Ferreira, morador da Vila Rezende, se disse incomodado com a presença dos pombos e afirmou ter relutado em acreditar que os refletores fariam o efeito previsto.

“Essas aves, principalmente os pombos, são uma praga e não vai ser uma luz acesa que vai acabar com eles. Para piorar, não sei como tem gente que tem coragem de comer aqui, afinal, esses pássaros têm doenças que são transmitidas pelo ar. Imagine ingerir um alimento feito nesta praça”, relatou.

Antônia Sciorilli, proprietária de uma barraca de caldo de cana, classificou como “infeliz” a tentativa de espantar as aves. “Estou aqui todos os dias, há 24 anos, e sei que o problema não são só os pombos. Existem muitos outros pássaros que moram nessas árvores. Se a prefeitura achou que deixar luzes acesas durante a noite iria tirar as aves daqui, infelizmente ainda não houve mudança nenhuma”, afirmou.

SEDEMA — A Sedema (Secretaria Municipal de Defesa do Meio Ambiente) informou que, mesmo sem uma avaliação formal dos técnicos sobre a ação dos holofotes instalados na praça José Bonifácio, os resultados preliminares têm se mostrado favoráveis. Os últimos três holofotes com lâmpadas de vapor de sódio foram instalados há menos de dez dias e através de vistoria e relatos de funcionários, que trabalham na limpeza da praça. Segundo a Pasta, houve diminuição da sujeira causada pelas fezes dos pombos e outros pássaros. De acordo com a Sedema, a iniciativa gerou baixo custo, porque os equipamentos instalados já pertenciam à Pasta e os funcionários da prefeitura que executaram a instalação.

 

A BIOMAX Controle integrado de Pragas realiza este trabalho de Controle de Pombos, que consiste na análise do ambiente, identificação da espécie e seus hábitos, captura dos animais e instalação de barreiras físicas para evitar que aves se instalem novamente. Os pombos capturados são transportados para viveiros próprios, onde são cuidados e têm a natalidade devidamente controlada, garantindo que não retornem ao local em que foram encontrados.

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