Poeira e germes em ambientes climatizados são responsáveis por sintomas, como nariz entupido, crises alérgicas e constantes dores de cabeça.

Já ouviu falar em ‘síndrome do edifício doente? Essa expressão está relacionada quando mais de 20% dos funcionários de uma empresa apresentam sintomas específicos, como ressecamento da mucosa nasal, nariz entupido, lacrimejamento, coceira nos olhos ou na pele, dores de cabeça e náuseas enquanto estão no ambiente de trabalho.

Isso significa que a qualidade do ar naquele espaço está comprometida, quase sempre, devido à falta de manutenção adequada dos aparelhos de ar-condicionado.

Esses sistemas, se não forem limpos com peridiocidade e da forma correta, se tornam o habitat ideal para a proliferação de bactérias, vírus e fungos que podem comprometer a saúde dos funcionários, caracterizando a ‘síndrome do edifício doente’.

O que enfatiza a ‘síndrome do edifício doente’ é que os sintomas costumam melhorar assim que o colaborador deixa o ambiente de trabalho, como afirma João Silvestre da Silva Júnior, diretor científico da APMT (Associação Paulista de Medicina do Trabalho) em entrevista ao portal de notícias G1: “Uma coisa muito comum nesses casos é que, na segunda-feira, a pessoa geralmente está melhor, mas na sexta-feira, está péssima. A fadiga é um sintoma encontrado com bastante frequência: não o cansaço normal, mas o cansaço do corpo tentando se defender de todas essas agressões.

Neste contexto, empresas e indústrias devem seguir as normas estabelecidas pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). A mesma prevê por meio da RE nº 9 de 16 de janeiro de 2003 que todos os espaços climatizados devem manter um plano de manutenção e controle dos sistemas de condicionamento de ar e determina a contagem de microorganismos nos ambientes.

Além da manutenção periódica dos sistemas de refrigeração e condicionamento de ar obrigatória, devem fazer a análise microbiológica do ar. Empresas especializadas realizam esse teste, determinando os níveis de contaminação e quantidade de poluentes em ambientes climatizados.

A BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas presta o serviço de Análise Microbiológica do Ar com equipamentos de última geração e equipe qualificada para fazer as coletas e exames laboratoriais, que apontam as possíveis contaminações de fungos, bactérias, vírus e, até mesmo, as químicas. Serviço realizado para atender a RE nº 9 da ANVISA.

 

fonte: G1

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Má qualidade do ar em ambientes climatizados
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Má qualidade do ar em ambientes climatizados
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A BIOMAX Controle Integrado de Pragas presta o serviço de Análise Microbiológica do Ar com equipamentos de última geração e equipe qualificada para fazer as coletas e exames laboratoriais, que apontam as possíveis contaminações de fungos, bactérias, vírus e, até mesmo, as químicas. Serviço realizado para atender a RE nº 9 da ANVISA.
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A BIOMAX é especializada no controle de pragas em indústrias de alimentos, medicamentos e embalagens, em redes hoteleiras e hospitalares e nas demais empresas que procuram um programa sustentável com as exigências da Anvisa, da Norma ISO 22000, BPF, HACCP e Ministério da Agricultura. Utiliza o sistema de controle denominado Manejo Ecológico de Pragas (MEP) o qual une eficácia no controle das pragas e segurança para as pessoas e o meio ambiente. Atendemos toda a região Sudeste.