BIOMAX Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br A BIOMAX é especializada no Controle de Pragas em indústrias de alimentos, medicamentos, embalagens, hotelaria, hospitais e nas demais empresas que procuram um programa sustentável com as exigências da Anvisa, da Norma ISO 22000, BPF, HACCP e Ministério da Agricultura. Utiliza o sistema de controle denominado Manejo Ecológico de Pragas (MEP) o qual une eficácia no controle das pragas e segurança para as pessoas e o meio ambiente. Mon, 14 Sep 2020 11:47:02 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.1 https://www.biomax-mep.com.br/wp-content/uploads/2018/08/cropped-logo-biomax-icon-512-32x32.png BIOMAX Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br 32 32 Controle de pombos protege e promove qualidade de vida de quem mora e trabalha na cidade https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-pombos-protege-e-promove-qualidade-de-vida-de-quem-mora-e-trabalha-na-cidade/ Mon, 14 Sep 2020 10:09:00 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1962 Pombos são pragas urbanas que proliferam em silêncio e transmitem diversas doenças, comprometem a indústria e seus processos produtivos. Visite qualquer bairro ou cidade e olhe para o alto. É muito provável que você vá se deparar com um exemplar desses nossos amigos emplumados de cor cinzenta. Sentados ou caminhando sobre o alto de edifícios e […]

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Pombos são pragas urbanas que proliferam em silêncio e transmitem diversas doenças, comprometem a indústria e seus processos produtivos.

Visite qualquer bairro ou cidade e olhe para o alto. É muito provável que você vá se deparar com um exemplar desses nossos amigos emplumados de cor cinzenta. Sentados ou caminhando sobre o alto de edifícios e parapeitos, o pombo é o mais onipresente dos animais urbanos. Enquanto balançam suas cabeças e se reproduzem em silêncio, eles fazem chover seus excrementos sobre o chão ou nossas cabeças, o que já seria motivo mais que suficiente para implantar o controle de pombos.

O que poucos sabem, porém, é que as fezes dessas aves podem ser transmissoras de diversas doenças graves ao ser humano, capazes de afetar os sistemas respiratório e nervoso, além de causar dermatites e outros danos à saúde. A forma de contaminação mais comum se dá através das vias respiratórias, com a inalação das fezes secas. Outra maneira é por meio dos piolhos, comumente encontrados nestas aves. Sim, esses nossos amigos voadores, simpáticos e desengonçados, constituem uma praga urbana e o controle de pombos é uma necessidade de saúde pública.

Felizmente, hoje já existem várias maneiras de controlar a população desta espécie, sem afetar o meio ambiente. Além das atitudes domésticas de evitar dar alimento aos pombos, manter sacos e latas de lixo sempre bem vedadas, e outras providências; empresas especializadas como a BIOMAX oferecem serviços completos de remoção e controle de pombos, protegendo a indústria em seus processos (principalmente a indústria alimentícia) e a população das cidades contra essa praga urbana.

Para os estabelecimentos comerciais e públicos instalados em centros urbanos e em distritos industriais, a adoção dessas medidas preventivas contra a praga dos pombos tornou-se essencial. A BIOMAX está à frente dessa tarefa, disponibilizando uma equipe de profissionais qualificados e equipamentos apropriados para realizar este trabalho sem agressão ao meio ambiente, graças a tecnologia de manejo ecológico BIOMAX, oferecendo ainda uma excelente relação custo-benefício para seus clientes.

Saiba mais sobre o controle ecológico de pragas BIOMAX em: Controle de Pragas e Manejo Ecológico de Pragas

 

foto: G1

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Universidades Brasileiras Realizam o Sequenciamento Genético da Abelha Sem Ferrão https://www.biomax-mep.com.br/universidades-brasileiras-realizam-o-sequenciamento-genetico-da-abelha-sem-ferrao/ Tue, 04 Aug 2020 12:27:30 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4893 Um consórcio de pesquisadores de seis universidades brasileiras, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela FAPESP, sequenciou o genoma da Frieseomelitta varia, abelha sem ferrão nativa do Brasil conhecida como marmelada. O resultado aumenta a compreensão sobre a evolução destas abelhas e abre caminho para o melhoramento de espécies com potencial […]

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Um consórcio de pesquisadores de seis universidades brasileiras, financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela FAPESP, sequenciou o genoma da Frieseomelitta varia, abelha sem ferrão nativa do Brasil conhecida como marmelada. O resultado aumenta a compreensão sobre a evolução destas abelhas e abre caminho para o melhoramento de espécies com potencial de uso comercial.

Os resultados foram publicados na BMC Genomics por pesquisadores das universidades de São Paulo (USP), Estadual Paulista (Unesp), Federal de São Carlos (UFSCar), Federal de Alfenas (UFAL), Federal do Vale do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) e Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

“Escolhemos uma espécie para realizar esse projeto-piloto, a fim de testar nossa capacidade de sequenciar um genoma inteiro. Essa é uma espécie emblemática, uma vez que suas operárias são completamente estéreis. É uma característica que a difere da grande maioria das abelhas do grupo Meliponini, das abelhas sem ferrão”, diz Klaus Hartmann Hartfelder, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e um dos autores do trabalho.

O estudo integra um projeto apoiado pela FAPESP e coordenado por Zilá Luz Paulino Simões, professora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP e coautora do artigo. O sequenciamento foi realizado no Laboratório Central de Tecnologias de Alto Desempenho em Ciências da Vida (LaCTAD) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), também apoiado pela FAPESP.

O sequenciamento revelou uma grande quantidade de sequências repetidas dos chamados RNAs longos não codificantes, que têm função regulatória. Em humanos, por exemplo, esses RNAs estão relacionados a processos de regulação do desenvolvimento, inclusive do sistema nervoso central. Na marmelada, os pesquisadores consideram que essas sequências podem estar ligadas ao processo de desenvolvimento do ovário das abelhas, que torna as operárias completamente estéreis, enquanto a rainha é altamente fértil.

“Como na grande maioria dos insetos sociais, os ovos são iguais, dali pode sair tanto uma operária quanto uma rainha. Durante o desenvolvimento da larva, porém, acontece a divergência em algumas das vias moleculares de sinalização, que faz com que essas abelhas se diferenciem em dois tipos de indivíduos, a rainha fértil e muitas operárias inférteis. Na abelha europeia (Apis mellifera) isso se dá por conta da alimentação diferente que a rainha recebe na fase larval, mas nas abelhas sem ferrão parece ser mais uma questão de quantidade de alimento”, diz Hartfelder.

Vantagem evolutiva

O grupo encontrou ainda um alto grau de conservação (sintenia) de um bloco de genes descrito na Apis mellifera relacionado ao comportamento de estocagem de pólen dentro da colônia. Essa é uma característica de espécies altamente sociais, enquanto outras coletam apenas o pólen suficiente para alimentar as larvas.

“O que nos surpreendeu é que a A. mellifera e as abelhas sem ferrão divergiram em linhagens diferentes há mais de 70 milhões de anos. É muito tempo e, mesmo assim, essa característica foi se mantendo ao longo da evolução. Temos de verificar se o mesmo acontece com outras abelhas para saber se isso ocorreu por puro acaso ou se garantiu uma vantagem evolutiva”, explica o pesquisador.

Outro achado interessante foi a diferença de outras abelhas na organização da ordem dos genes do genoma mitocondrial, que também foi sequenciado nesse trabalho. A alteração na ordem gênica da usina de energia da célula pode ter implicações evolutivas a serem estudadas com mais profundidade no futuro.

Polinização em cultivo de alimentos

O nome popular da espécie faz referência à cor de seus ninhos, que tem um revestimento externo marrom por conta da aplicação de resina que as abelhas coletam de plantas. O material tem propriedades repelentes, o que afasta formigas e outros potenciais invasores do local de entrada.

A espécie produz pouco mel, mas por sua docilidade e larga distribuição, principalmente no Sudeste do Brasil, tem potencial para servir como polinizadora em cultivos de alimentos de alto valor agregado em estufas. A abelha europeia não se adapta bem a esses ambientes fechados, mas as abelhas sem ferrão têm grande potencial como polinizadores destes cultivos.

As descobertas do genoma da marmelada servem ainda de guia para a busca de características desejadas em outras espécies de interesse comercial, como a jataí (Tetragonisca angustula).

No trabalho atual, o grupo utilizou a experiência adquirida nos sequenciamentos de genomas de abelhas realizados por consórcios internacionais. Em 2006, os pesquisadores fizeram parte do grupo que sequenciou o genoma da Apis mellifera, a abelha europeia mais usada na produção de mel. O resultado foi publicado na Nature.

Em 2015, o grupo participou de um trabalho publicado na Science que sequenciou 10 genomas de abelhas, entre eles o da mandaçaia (Melipona quadrifasciata), a primeira espécie brasileira de abelhas sem ferrão a ter o genoma sequenciado. No mesmo ano, participou ainda da publicação do genoma de duas mamangavas, insetos da mesma linhagem das abelhas do gênero Apis e das abelhas sem ferrão.

O próximo passo da pesquisa é estudar melhor algumas regiões que chamaram atenção do genoma da marmelada. Além disso, graças ao conhecimento adquirido durante o trabalho, o grupo já selecionou outras cinco espécies que terão o genoma sequenciado.

O artigo The nuclear and mitochondrial genomes of Frieseomelitta varia – a highly eusocial stingless bee (Meliponini) with a permanently sterile worker caste pode ser lido em: https://bmcgenomics.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12864-020-06784-8.

Fonte: André Julião | Agência FAPESP

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Hotelaria: Controle de Pragas para hotéis, resort e flats https://www.biomax-mep.com.br/hotelaria-controle-de-pragas-para-hoteis-resort-e-flats/ Mon, 25 May 2020 12:09:32 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=624 Controle de Pragas Ecológico para Hotelaria e Hospitalidade Hotéis, Resorts, Flats e Hospedagem Hospitalar A BIOMAX tem expertise no Serviço de Controle de Pragas que foi desenvolvido para proteger o segmento de Hoteleiro. O serviço de controle utiliza planos adaptados às ameaças específicas que cada um enfrenta e de acordo com as necessidades de cada […]

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Controle de Pragas Ecológico para Hotelaria e Hospitalidade

Hotéis, Resorts, Flats e Hospedagem Hospitalar

A BIOMAX tem expertise no Serviço de Controle de Pragas que foi desenvolvido para proteger o segmento de Hoteleiro. O serviço de controle utiliza planos adaptados às ameaças específicas que cada um enfrenta e de acordo com as necessidades de cada Hotel.

BIOMAX especialista em controle de pragas para o setor hoteleiro

BIOMAX especialista em controle de pragas para o setor Hoteleiro

Biólogos realizarão visitas regulares para verificar se todos os procedimentos serão executados de forma eficiente e segura, procurar sinais de atividade de pragas, identificar potenciais riscos e promover, principalmente, ações preventivas que tem o objetivo de reduzir ao máximo riscos de aparecimento de qualquer tipo de praga.

Outro ponto de destaque dos serviços BIOMAX é o suporte total ao departamento de Governança dos Hotéis, fornecendo entre outros serviços, laudos técnicos detalhados e programa de prevenção que atende às normas sanitárias e certificações, entre elas:

A ecologia e a sustentabilidade norteiam todos os processos realizados pela BIOMAX, de métodos de controle biológico que promovem substancial diminuição da utilização de produtos químicos ao correto descarte de material utilizado no processo.

Elimine qualquer possibilidade de incomodo para seus Hóspedes

O Controle de Pragas pró-ativo é fundamental para os hotéis sobretudo pela sua vulnerabilidade em relação às ameaças de pragas, e também pelo impacto que as pragas podem ter na sua reputação. Ambientes livres de pragas não é, necessariamente, um processo de alto custo. O mais importante é detectar os riscos que as várias áreas do hotel enfrentam e desenvolver programas e procedimentos preventivos para eliminar qualquer possibilidade de infestação.

Cozinha, Áreas de Alimentação e Salões de Festas

A cozinha, o restaurante, áreas de alimentação ou salões de festas necessitam de proteção especial contra ratos, ratazanas, moscas, formigas e baratas, pois são estas as pragas que mais contribuem para riscos de propagação de doenças. Além disso, estas áreas são as mais visada pelas auditorias e inspeções sanitárias.

Se houverem falhas nos programas de prevenção e as pragas não forem devidamente controladas, passarão das áreas de preparação e de armazenamento de alimentos para as áreas onde os alimentos são servidos e outras que causarão grandes inconvenientes aos hóspedes.

Quartos dos Hóspedes

As maiores ameaças de pragas que os quartos de hóspedes enfrentam são, entre outros, os mosquitos ou pernilongos, baratas e percevejos.

Novamente, é necessário pro-atividade para o controle de pragas. Os processos de prevenção devem ser incorporados na rotina, não somente do serviço de Governança, mas de todos os colaboradores do Hotel. Prevenir e detectar o quanto antes e, se houver quaisquer vestígios de pragas, aplicar o tratamento imediatamente garante segurança para outras partes do empreendimento.

A BIOMAX oferece suporte, consultoria e treinamento para formação dos colaboradores em detecção de qualquer tipo de praga para garantir o controle logo que sejam detectados problemas.

Áreas externas

Outras áreas dos hotéis, como as instalações esportivas, piscinas, áreas dos equipamentos e armazenagem, enfrentam riscos de infestação menores, mas também fazem parte no processo de controle e prevenção.

A BIOMAX também oferece tratamento e prevenção de pragas nas áreas exteriores do hotel, podendo eliminar moscas, abelhas, vespas, Controle de Pombos e impedir a entrada de outras espécies de animais nas áreas do hotel.

Somos a BIOMAX e possuímos um corpo técnico formado pelas principais universidades Brasileiras com especialização nos USA e França.

Fazemos o Manejo Ecológico de Pragas e atendemos com qualidade, eficiência e respeito à natureza os clientes mais exigentes.

Consultes-nos!

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Controle de Pragas no Setor Alimentício https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-pragas-no-setor-alimenticio/ Wed, 20 May 2020 18:50:17 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=997 Biomax é especialista em controle de pragas no setor alimentício Entre os dias 6 e 9 de Maio em São Paulo aconteceu na Expo Center, o 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercado, sendo o responsável pelo evento a Associação Paulista de Supermercados (APAS). Dentre as metas da Associação estão: profissionalizar o setor para […]

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Biomax é especialista em controle de pragas no setor alimentício

Entre os dias 6 e 9 de Maio em São Paulo aconteceu na Expo Center, o 29º Congresso e Feira de Negócios em Supermercado, sendo o responsável pelo evento a Associação Paulista de Supermercados (APAS). Dentre as metas da Associação estão: profissionalizar o setor para melhor atender aos anseios do consumidor; buscar a excelência na operação; apontar as tendências do varejo e promover a responsabilidade social e sustentabilidade.

No contexto de melhorias para o consumidor e busca da excelência na operação, a BIOMAX destaca-se, pois o controle de pragas é essencial em indústrias do setor alimentício para garantir a qualidade dos produtos e serviços oferecidos. Fato é que, as instalações que manuseiam e armazenam alimentos devem ter um rigoroso controle de pragas, já que existem diversas opções à atração das pragas e várias possibilidades de acesso no ambiente, fatores que facilitam a proliferação.

BIOMAX é referência em controle integrado de pragas no setor industrial de alimentos, pois combate com segurança e eficiência os perigos e os danos que todo estabelecimento deste setor está sujeito. Fatores como: localização, instalações, características do prédio e comportamento dos funcionários devem ser analisados individualmente para melhor eficácia do combate, e por isso a BIOMAX desenvolve programas específicos e individualizados para cada cliente.

Diferente dos serviços oferecidos hoje no mercado, a BIOMAX trabalha com manejo ecológico de pragas, visando não só a eliminação das pragas como a sua prevenção. A utilização do sistema de manejo ecológico de pragas evita a contaminação humana, animal e do ambiente, o que se torna essencial para a indústria alimentícia, evitando contaminações. É importante frisar que o sistema de manejo ecológico traz resultados imediatos e persistentes ao logo do tempo, com segurança e baixo impacto ambiental, contribuindo para a excelência dos produtos e serviços do setor, além é claro, a sustentabilidade.

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Controle Integrado de Pragas Eficaz em Hospitais https://www.biomax-mep.com.br/controle-integrado-de-pragas-eficaz-em-hospitais/ Tue, 19 May 2020 09:02:18 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=2502 Controle Integrado de Pragas é o mais eficaz em hospitais, além de garantir a ausência de pragas, apresenta melhor custo-benefício Assim como em outros ambientes que comportam uma grande circulação de pessoas, o hospitalar (hospitais, clínicas, enfermarias, laboratórios, núcleos de saúde, etc.) requer atenção especial quando o assunto é controle de pragas. É preciso que […]

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Controle Integrado de Pragas é o mais eficaz em hospitais, além de garantir a ausência de pragas, apresenta melhor custo-benefício

Assim como em outros ambientes que comportam uma grande circulação de pessoas, o hospitalar (hospitais, clínicas, enfermarias, laboratórios, núcleos de saúde, etc.) requer atenção especial quando o assunto é controle de pragas. É preciso que esses locais estejam livres da presença de vetores mecânicos para que sejam seguros e propícios à cura de enfermidades.

Entre as principais pragas a serem controladas em ambientes hospitalares estão:

Estes são transmissoras em potencial de bactérias, fungos, protozoários e vírus maléficos à saúde, sobretudo em casos de cirurgia e internação.

O controle em hospitais é muito parecido com o realizado em outros ambientes, como hotéis e restaurantes. Mas há um fator de alto risco: lá encontram-se pessoas, quase sempre, delicadas e mais susceptíveis à contaminações.

Controle de Pragas, ANVISA e Legislação

O controle de pragas neste ambiente deve atender a diversas normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Ministério da Saúde, como ISO 22000, BPF e HACCP. Para tanto, o sistema mais indicado é o MEP (Manejo Ecológico de Pragas).

Essa é uma abordagem mais segura e bem menos impactante, pois a cada ocorrência busca-se a compreensão das relações ecológicas entre as características biológicas da praga e os fatores ambientais oferecidos no local do evento. Ou seja, a identificação da praga e seus hábitos, a análise detalhada do ambiente infestado e dos fatores que permitiram que ela se instalasse e a adequação do local, por meio de ações mecânicas e conscientização dos envolvidos, fará com que haja uma redução, em média, de 85% no volume de inseticidas aplicados e mais de 95% no volume de raticidas quando comparados com a abordagem tradicional de aplicações periódicas.

Quando necessário o uso de inseticidas, a escolha e a aplicação devem ser criteriosas. Geralmente, a técnica utilizada é a “iscagem”. Esses fatores caracterizam o Controle Integrado como uma técnica com um ótimo custo-benefício.

Outra importante ferramenta para assegurar a salubridade do ambiente é a análise microbiológica do Ar. Essa é uma avaliação de qualidade, realizada por meio dos níveis de contaminação e poluição  em ambientes climatizados e com intensa circulação de pessoas.

As pragas, geralmente, são encontradas em ambientes hospitalares devido à facilidade de acesso, por meio de vedação incorreta de telas e janelas, rachaduras, ralos sem proteção, recebimento e armazenamento inadequados de alimentos, infiltrações, falta de manutenção em encanamentos e tubulações, descarte e manejo de resíduos inadequados, além da falta de limpeza. Tudo isso, fornece água, abrigo e alimentos às pragas: tudo o que elas precisam para sobreviver e reproduzir.

Cada ala dos hospitais apresenta particularidades e realidades diferentes. Portanto, para traçar um programa de controle eficiente, é preciso que passem por uma análise minuciosa, sem desconsiderar o entorno do estabelecimento. Assim como a periodicidade – que deve estar diretamente ligada ao porte do estabelecimento, o controle deve ser feito por empresas qualificadas para o atendimento.

A empresa conta com profissionais especializados na área biológica que realizam fiscalizações e promovem ações de prevenção, além de possuir profissionais com formação em Entomologia pela da Escola Superior Agrícola Luiz de Queiroz (ESALQ-USP).

Em todos os processos de correção e prevenção, a BIOMAX se preocupa em manter ambientes hospitalares e clínicas livres de qualquer ameaça à saúde, realizando controle de pragas com segurança e respeito ao meio ambiente.

A BIOMAX conta com profissionais e equipamentos especializados para realizar o Controle de Pragas. Além disso, é devidamente registrada pelos órgãos competentes e só utiliza produtos químicos autorizados. A empresa também faz a análise microbiológica do ar por meio de coletas e estudos em laboratório.

Além dos problemas de saúde, as pragas podem ser responsáveis por outro tipo de prejuízo: danos em equipamentos e na rede elétrica. Roedores, por exemplo, podem roe cabos elétricos e causar curto-circuitos.

RDC  nº 18, de 29 de fevereiro de 2000

O controle de pragas efetivamente só pode ser realizado por empresas especializadas que atendem a todas as diretrizes da RDC  nº 18, de 29 de fevereiro de 2000. As exigências legais dizem respeito às instalações das empresas, ao transporte dos produtos, à destinação das embalagens e às rotinas de trabalho, além da obrigatoriedade de um responsável técnico. Assim, essas empresas só podem atuar se devidamente licenciadas junto à autoridade sanitária ou ambiental competente estadual ou municipal.

Em 2008, a resolução foi atualizada: No item 4.2 da Consulta Pública nº 76, de 23 de dezembro de 2008, diz:

a prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas somente pode ser exercida por empresa especializada, sendo obrigatória a contratação e/ou licitação específica e independente de outros serviços de quaisquer naturezas.

Assim, conclui-se que toda instituição de saúde deve manter contrato de serviço de controle de pragas com empresa especializada.

Ainda em relação às normas, outro aspecto importante diz respeito aos produtos utilizados. Qualquer inseticida ou raticida deve obrigatoriamente ter registro na Anvisa e este registro tem um período de validade. No site do órgão (portal.anvisa.gov.br) é possível consultar o número de registro de todos os produtos legalizados.

Consulte-nos!

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Boas Práticas de Fabricação na Indústria de Alimentos e Higienização em Meio à Pandemia https://www.biomax-mep.com.br/boas-praticas-de-fabricacao-na-industria-de-alimentos-e-higienizacao-em-meio-a-pandemia/ Tue, 05 May 2020 12:09:49 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4801 As indústrias alimentícias são responsáveis por uma boa parte dos empregos gerados no Brasil. Com a disseminação do Coronavírus, a necessidade de isolamento social é temporariamente necessária e as aglomerações dos espaços fabris podem trazer riscos à saúde dos funcionários e também aos produtos fabricados na linha de produção. Contudo, a atividade deste setor da […]

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As indústrias alimentícias são responsáveis por uma boa parte dos empregos gerados no Brasil. Com a disseminação do Coronavírus, a necessidade de isolamento social é temporariamente necessária e as aglomerações dos espaços fabris podem trazer riscos à saúde dos funcionários e também aos produtos fabricados na linha de produção. Contudo, a atividade deste setor da indústria é vital para toda a população neste momento. Então o que fazer? A atenção às boas práticas de fabricação na indústria de alimentos é crucial para manter processos industriais íntegros, além da saúde do ambiente, dos colaboradores e do cliente final.

Neste texto vamos nos atentar às principais técnicas e como redobrar seus cuidados em relação ao Covid-19.

Por que é preciso aumentar a atenção às boas práticas de fabricação na indústria de alimentos em tempos de coronavírus?

Atualmente os maiores parques fabris da indústria alimentícia têm de 200 à 5 mil pessoas concentradas nos seus salões. Os riscos de disseminação do vírus se dão tanto pela aglomeração, quanto pelos cuidados pessoais de cada colaborador no seu trajeto de chegada ao trabalho. A manipulação de materiais também representa um risco constante neste caso, já que o Sars-Cov-2 pode se manter vivo em superfícies não higienizadas corretamente, podendo estar por até 72 horas em materiais de plástico e inox ou até 24 horas em papelão.

Ainda não há estudos que comprovem a dispersão do vírus através da alimentação, contudo, se a sua indústria já está atenta ao controle rigoroso das regras de boas práticas de fabricação na indústria de alimentos, com certeza os produtos da sua fábrica estão protegidos contra a pandemia e podem ser consumidos normalmente.

Por isso, vamos relembrar algumas exigências das normas técnicas para que a sua empresa consiga proteger seus funcionários e também o seu público-alvo dos males da pandemia mundial.

O que são as Boas Práticas de Fabricação (BPF)?

As Boas Práticas de Fabricação (BPF) são um conjunto de diretrizes ideais para manter a higiene e conservação dos alimentos do momento de sua fabricação, armazenamento até a entrega. Estas regras são obrigatórias para as indústrias e regulamentadas por uma legislação sanitária vigente em todo o país. O setor farmacêutico e químico, dentre outros segmentos, também  é regulado pelos mesmos conjuntos de normas. O descumprimento de tais normas pode gerar multas severas ou até mesmo a paralisação das atividades pela Vigilância Sanitária.

Com o novo Coronavírus em curso, seguir e intensificar as ações das BPF é mandatório, e mostrar as suas aplicações ao público final é de extrema importância, já que, com o aumento do número de infectados, as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a origem dos seus alimentos e se eles atendem às orientações de higiene e saúde até o momento de sua entrega.

Outros pontos de atenção importantíssimos para as indústrias alimentícias são as leis de controle da ANVISA, que estabelecem regras padronizadas e meticulosas em relação à manipulação de alimentos, controle de pragas, desinfecção e limpeza em todo o processo de fabricação do produto. Sua empresa, do ramo alimentício precisa estar atenta à regulamentação RDC 275 e RDC 216, além das já mencionadas BPF.

Algumas regras das BPF e sua importância:

 

Higienização

Feito a partir de um Procedimento Operacional Padronizado (POP), ou seja, instruções sequenciais de rotina, o processo de higienização é objetivo e especifica normas claras de produção, armazenamento e transporte de alimentos. Ele consiste em uma parte de limpeza, em que são removidas todas as impurezas e resíduos indesejados e sujos que possam conter no processo de fabricação. A outra parte do processo de higienização é a desinfecção, que consiste no uso de agentes físicos e/ou químicos para diminuir o número de microrganismos nocivos presentes no processo de fabricação. Um processo correto de higienização impede que bactérias e vírus (inclusive o Covid-19) se instalem nos alimentos ou contaminem o local de trabalho e os colaboradores envolvidos.

Antissepsia

Neste processo também é necessário fazer continuadamente a antissepsia: remover os microrganismos presentes na pele através da lavagem correta das mãos, com os produtos recomendados. A lavagem periódica das mãos é um processo já muito difundido para o combate do novo Coronavírus, mas também é uma regra de ouro nas boas práticas de fabricação na indústria de alimentos.

Equipamentos de proteção

Além da higienização constante, o colaborador da indústria alimentícia precisa ter a sua disposição  e utilizar efetivamente os EPIs corretos e em boas condições para o uso. Luvas, máscaras respiratórias, aventais, toucas são alguns dos equipamentos que protegem o alimento de contaminação e também os trabalhadores de contaminação por qualquer vírus ou outros microrganismos nocivos.

Controle de pragas

Ação importante para manter a higienização do local, fazer um correto controle de pragas impede a disseminação de doenças provindas de animais e pragas urbanas. É uma das práticas obrigatórias das BPF e precisa ser feita com cuidado, já que, pode comprometer a qualidade do alimento e deixar o local de trabalho inseguro, caso a ação de controle seja feita de forma precária. Por isso, a contratação de profissionais capacitados para o assunto é de suma importância e precisa ser feita de forma periódica para evitar riscos constantes para a saúde.

A BIOMAX é uma empresa experiente em programas de controle de pragas no setor industrial e também na consultoria em relação aos processos de leis da vigilância sanitária. Por isso, se você tem dúvidas se o seu negócio está realmente de acordo com as boas práticas de fabricação na indústria de alimentos, converse conosco e saiba mais sobre como se adequar e intensificar as Boas Práticas de Fabricação.

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Controle de pragas na Indústria de Alimentos https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-pragas-na-industria-de-alimentos/ Mon, 04 May 2020 12:09:46 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=710 O Controle de Pragas é uma precaução essencial para Indústria de Alimentos. As instalações de fábricas têm de estar constantemente livres de agentes de contaminação como insetos, bactérias, fungos, venenos e animais transmissores de doenças para não comprometer a qualidade de seus produtos e serviços. A BIOMAX é referência em controle integrado de pragas no […]

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O Controle de Pragas é uma precaução essencial para Indústria de Alimentos. As instalações de fábricas têm de estar constantemente livres de agentes de contaminação como insetos, bactérias, fungos, venenos e animais transmissores de doenças para não comprometer a qualidade de seus produtos e serviços.

A BIOMAX é referência em controle integrado de pragas no ramo de engenharia de alimentos e nutrição animal ou humana, pois combate, com segurança e eficiência, os perigos que todo estabelecimento do segmento está sujeito a ter.

O Problema das Pragas na Indústria de Alimentos

A preparação de um bom produto está diretamente relacionado às condições de limpeza e às práticas saudáveis realizadas dentro das indústrias.  Para que os produtos sejam apropriados ao consumo é necessário eliminar qualquer ameaça ao condicionamento de ingredientes, bem como aos fatores que influenciam o resultado final, que chega ao consumidor.

Dentre estas ameaças estão os perigos que podem ser de origem:

  • Biológica (bactérias e fungos)
  • Química (inseticidas, fungicidas e outros tipos de dedetizadores)
  • Física (baratas, moscas, lesmas, ratos, etc.)

Tanto as ameaças biológicas quanto as físicas não podem somente ser combatidas com medidas corretivas, uma vez que estas não eliminam o problema das pragas urbanas como um todo e também podem acarretar em outros tipos de contaminação, como a química. Para isso, é preciso promover a adoção de um controle integrado e contínuo de pragas, assegurando que as empresas de alimentos elaborados estejam sempre de acordo com as normas sanitárias, obrigatórias para este segmento.

A BIOMAX auxilia no seu negócio

A BIOMAX é uma empresa de Controle de Pragas que trabalha com o sistema MEP – (Manejo Ecológico de Pragas) –, especializada em corrigir e prevenir infestações e contaminações de maneira segura, ajudando sua empresa a obter os melhores resultados sem prejudicar a qualidade de seus produtos nem a saúde de seus funcionários.

Com especialistas na área biológica, a BIOMAX possui parceria com profissionais da Escola Superior Agrícola Luiz de Queiroz – ESALQ/USP –, que realizam fiscalizações e treinamentos ideais para grandes empresas no setor alimentício. Fazendo com que seus produtos sejam sempre de qualidade e garantindo o sucesso do seu negócio.

Contate a BIOMAX para saber mais sobre este serviço.

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Como Eliminar e Controlar a Infestação de Pombos https://www.biomax-mep.com.br/como-eliminar-e-controlar-a-infestacao-de-pombos/ Thu, 30 Apr 2020 12:09:22 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3531 O Método definitivo para eliminar os pombos em indústrias e empresas é o da captura e manejo dos pombos. Realiza-se análise do ambiente e comportamento dos pássaros. Após isso, captura desses animais e então a instalação de barreiras físicas que impedem que as aves voltem e se instalem novamente.

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Assim como os ratos, os pombos são transmissores de doenças e, mesmo com sua aparência inofensiva, podem apresentar grandes perigos à saúde e processos produtivos. Com ausência de predadores, grande oferta de alimentos e a facilidade em se abrigarem, o processo de procriação desta espécie é desenfreado. Sendo considerada assim, como uma praga urbana.

Além do fator infeccioso, grandes problemas são causados pelas fezes deste animal. Por ter uma acidez muito alta, as fezes dos pombos danificam pinturas, fachadas e partes metálicas, como portões e janelas. Entopem o sistema de drenagem das casas (calhas), danificam os telhados criando seus ninhos, além de comprometer sistema elétricos de prédios e indústrias.

Indústrias, principalmente as com foco em alimentos, estão enfrentando grandes dificuldades no controle dos pombos, pois são ambientes propício que favorecem a procriação deles.

É Fato que, apesar de ser um grande vetor de doenças, algumas até fatais, existe legislação ambiental que impede qualquer tipo de agressão aos pombos. Sendo assim, eles não podem ser eliminados como ratos, cupins e baratas. Restando apenas a alternativa de remove-los.

Métodos paliativos comuns utilizados no mercado são:

  • Gel Repelente: trata-se de um produto pegajoso, indicado para forros, muros e beiras ou em quaisquer outros lugares que os pombos pousam.
  • Espículas: trata-se de hastes com pontas de metal não afiadas, fixadas em bases plásticas. A função básica é impedir o pouso dos pombos nos lugares instalados.

Por se tratar de uma ação temporária e ter restrições nas indústrias, o gel não é indicado danificar pinturas e fazer muita sujeira. O uso do Gel repelente acabou se tornando uma opção de baixo custo benefício.

As espículas tem como sua desvantagem a dificuldade de fixação, por necessitar de bases plásticas para instalação elas não conseguem ser instaladas em qualquer superfície, além de não ser totalmente efetiva.

Qual o Método Definitivo para Eliminar os Pombos em Indústrias e Empresas?

Trata-se da captura e manejo dos pombos. Primeiramente é feita uma análise do ambiente e comportamento dos pássaros. Após isso, captura desses animais e então a instalação de barreiras físicas que impedem que as aves voltem e se instalem novamente. Depois de capturados, os pombos são levados para viveiros, onde recebem os cuidados precisos e têm sua natalidade devidamente controlada, garantindo que não aumente seu número e voltem a infestar o local onde foram encontrados.

Importante também ressaltar que a melhor forma para chega a excelência do procedimento é contar com a colaboração de todos de forma simples, por exemplo, não alimentando os pombos para que ele não se habituem ali.

A BIOMAX Controle integrado de Pragas realiza este trabalho, que consiste na análise do ambiente, identificação da espécie e seus hábitos, captura dos animais e instalação de barreiras físicas para evitar que aves se instalem novamente.

Para saber mais consulte Controle de Pombos BIOMAX para indústrias de alimentos

 

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Resistência de Pragas na Agricultura e na Indústria. https://www.biomax-mep.com.br/resistencia-de-pragas-na-agricultura-e-na-industria/ Sat, 18 Apr 2020 12:27:29 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=2975 O aumento da resistência a inseticidas tem dificultado o controle de pragas em diferentes setores da economia e em todas as partes no mundo. Um dos motivos para o aumento é o uso indiscriminado desses próprios inseticidas. Segundo especialistas, o Brasil tem sido muito ameaçado por esse problema que, se não for controlado, pode afetar a […]

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O aumento da resistência a inseticidas tem dificultado o controle de pragas em diferentes setores da economia e em todas as partes no mundo. Um dos motivos para o aumento é o uso indiscriminado desses próprios inseticidas.

Segundo especialistas, o Brasil tem sido muito ameaçado por esse problema que, se não for controlado, pode afetar a produtividade, principalmente do agronegócio. A fim de evitar que o aumento da resistência de pragas no país atinja um limite a partir do qual não será mais possível controlá-lo, é preciso implementar, com urgência, um plano de manejo integrado de pragas, apontaram pesquisadores participantes do Workshop FAPESP-BBSRC Antimicrobial Resistance (AMR) and Insect Pest Resistance in Agriculture, realizado nos dias 5 e 6 de outubro na FAPESP.

Controle de Pragas e o Agronegócio

A FAPESP em parceria com o Biotechnology and Biological Sciences Research Council (BBSRC) – um dos Conselhos de Pesquisa do Reino Unido (RCUK) –, um dos objetivos do evento foi discutir avanços na pesquisa para controlar a resistência antimicrobiana e de pragas a inseticidas na agricultura.

Durante o evento também foi lançada uma nova chamada de propostas pela FAPESP em parceria com o BBSRC para apoiar pesquisas nessas áreas.

“O fator determinante da evolução da resistência de uma praga a um inseticida é a pressão de seleção, ou seja, o uso contínuo de um mesmo produto sem a implementação efetiva de estratégias de manejo de resistência”, disse Celso Omoto, professor da Escola de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), à Agência FAPESP.

“Isso faz com que aumente a proporção de indivíduos resistentes no campo que, ao se reproduzirem, transmitem os genes responsáveis pela resistência aos seus descendentes e, gradativamente, a população dessa praga passa a não ser controlada eficientemente com o inseticida”, explicou.

Controle de Pragas na Indústria de Alimentos e Processamento

Na indústria de alimentos, em espaços, como os de processamento e preparo de alimentos, depósitos, estoques, área de espera para transporte, local onde as alimentações são servidas etc., existe o eminente e frequente perigo de contaminação física, química e por microorganismos, afinal, alimentos são chamarizes para insetos, que podem contaminá-los.

A proliferação de pragas, entre elas ratos, baratas, moscas, formigas, pombos e, até mesmo, outras aves, como os pardais que são facilmente encontrados em grandes proporções nos centros urbanos, podem, em uma fração de segundos, ‘transportar’ microorganismos para os alimentos, sejam eles em forma de matéria-prima, em processamento, prontos ou armazenados.

Doenças causadas pelo contato com pragas, além de afetarem negativamente a saúde dos consumidores, com certeza, resultarão no prejuízo econômico por meio do descarte de produtos estragados, processos judiciais diante do consumo de alimentos fora das condições adequadas etc., e na perda de credibilidade no mercado.

Controle Integrado de Pragas

Com o objetivo de combater esses problemas, uma técnica muito conhecida em cenários agrícolas é usada com eficiência nas cidades: o Controle Integrado de Pragas urbanas. Este sistema visa impedir que animais se instalem e gerem danos significativos, além de diminuir a quantidade de pesticidas, o que favorece o meio ambiente e diminui consideravelmente os custos dispensados com os defensivos, por exemplo.

Para que o controle seja realmente eficaz, é necessário conhecer bem os hábitos das espécies a serem combatidas. Assim, é essencial obter informações como o ciclo de vida, habilidades, alimentação e reprodução das espécies, e, a partir de tais informações as providências serão realizadas.

Algumas dessas ações, como a remoção ou a limitação de fontes de alimento, água e abrigos, são baseadas em fatores de controle. Se este manejo for combinado com ações de combate direto às espécies – com produtos químicos –, o resultado será o mais positivo possível, podendo erradicar a espécie.

Manejo Ecológico de Pragas, conhecido no agronegócio, destaca-se na Indústria pela Eficácia e Sustentabilidade

Trata-se de um sistema de controle que utiliza todas as medidas preventivas, ações e técnicas disponíveis de maneira compatível e racional. Diferentemente dos serviços disponíveis no mercado, esse sistema considera todos os elementos que fazem parte da região onde se localiza o alvo principal (local a ser protegido). Assim a estratégia visa a eliminação dos fatores favoráveis à reprodução das pragas e o controle tópico de ninhos e colônias localizados no alvo principal e nas regiões vizinhas.

Nesse sistema enfatiza-se as medidas preventivas e os métodos físicos, mecânicos e biológicos, utilizando-se o controle químico de maneira racional. Com esse procedimento evita-se a contaminação humana, animal e do ambiente, além de minimizar os riscos de seleção de pragas resistentes. Saiba mais sobre o Manejo Ecológico de Pragas destaca-se na Indústria.

 

A BIOMAX esta pronta para apoiar a Indústria no controle de pragas efetivo e sustentável.

Apoia também o agronegócio em setores específicos como: Armazéns, Granjas, haras, estábulos, entre outros.

Consulte-nos!

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Controle de Pragas Garante Qualidade de Produtos na Indústria  https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-pragas-garante-qualidade-de-produtos-na-industria/ Thu, 09 Apr 2020 12:03:57 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=2512 Controle de Pragas eficaz garante a qualidade e a segurança de produtos e serviços da indústria e ainda pode evitar contaminações com pelos de rato em molho de tomate. Com decisão publicada no Diário Oficial da União do dia 28 de julho de 2016, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a comercialização e a […]

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Controle de Pragas eficaz garante a qualidade e a segurança de produtos e serviços da indústria e ainda pode evitar contaminações com pelos de rato em molho de tomate.

Com decisão publicada no Diário Oficial da União do dia 28 de julho de 2016, a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a comercialização e a distribuição de vários lotes de algumas marcas nacionais de molho de tomate industrializado. O motivo é a presença de pelos de roedor acima do limite máximo permitido pela agência. As empresas em questão deverão recolher os lotes contaminados, já disponíveis para comercialização no mercado.

Algumas das empresas informaram que tomaram conhecimento do problema e que estão trabalhando na adoção de medidas necessárias, respeitando as normas de segurança dos alimentos e padrões de higiene, previstas no controle de qualidade em empresas do setor alimentício.

Com custo-benefício atrativo, o Controle Integrado de Pragas garante a qualidade e a segurança alimentar

Para evitar que problemas como este aconteçam ou corrigir ocorrências, o método indicado é o Controle Integrado de Pragas. A BIOMAX – Manejo Ecológico de Pragas Urbanas, empresa especialista neste assunto, avalia caso a caso e age de forma específica de acordo com a situação.

Além de obrigação, a segurança alimentar é uma vantagem competitiva frente às demais empresas do mercado. A que não estiver de acordo com as normas de controle de qualidade, com certeza, terá de arcar com os prejuízos.

Toda a cadeia produtiva precisa passar um rígido controle de qualidade para atender as normativas, além de ser pré-requisito para certificações, como a ISO 22000. Desde o o cultivo de insumos, recebimento e estocagem de matéria-prima ou embalagens até a chegada do produto ao consumidor,  são aplicados processos, que visam garantir essa qualidade: BPF (Boas Práticas de Fabricação) e AAPPC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle) ou HACCP (Hazard Analysis and Critical Control Point) são bons exemplos que exigem o controle de pragas para a produção de alimentos de qualquer segmento.

Além de usar menores quantidades de inseticidas e, às vezes, produtos químicos não são aplicados, Controle Integrado de Pragas alia ações mecânicas e o estudo da espécie e do ambiente, com um custo-benefício competitivo.

Assim, a qualidade dos produtos é garantida não só pela ausência de corpos estranhos, mas, também, por não haver riscos de contaminação por possíveis resíduos de inseticidas – o que poderia acontecer se fossem utilizados de forma indiscriminada.

Controle de Pragas Eficaz

O Controle Integrado realizado pela BIOMAX é completo. Em primeiro lugar, a infestação é diagnosticada em detalhes: hábitos da(s) praga(s), estágio da infestação etc. Depois, as instalações são analisadas para verificar se há buracos, frestas ou outros fatores que permitam a entrada, a reprodução e o abrigo dos animais, realizando um mapeamento de acordo com os pontos críticos. O ecossistema no entorno da empresa também é avaliado.

Depois de todos esses itens verificados, a BIOMAX traça uma estratégia de ação: corretiva e preventiva. Podem ser usadas barreiras físicas para eliminar os 4A´s (abrigo, acesso, alimentação e água). Caso necessário, os inseticidas e/ou controle biológico são usados de forma inteligente e reduzida, visando a saúde dos colaboradores e consumidores, assegurando também a preservação do meio ambiente. Além disso, a inspeção e o monitoramento devem ser periódicos para que o controle de pragas seja totalmente eficaz.

Com o uso racional de produtos químicos, o custo-benefício dos serviços prestados pela BIOMAX se destaca.

Quer saber mais? Consulte-nos!

SERVIÇO – Para mais informações, ligue: (19) 3124-3600 ou envie um e-mail para: biomax@biomax-mep.com.br

 

BIOMAX é uma empresa empresa moderna, que colabora com a sociedade e qualidade do meio ambiente. Controla pragas sem riscos à saúde humana e ambiental e mantém parceria com o Centro Boldrini de combate ao câncer infantil de Campinas/SP. No sistema de Manejo Ecológico de Pragas é feita a incineração de resíduos sólidos, entrega de embalagens plásticas para a reciclagem e o reaproveitamento de resíduos líquidos.

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Apresentação sobre o Manejo e Controle de Pombos https://www.biomax-mep.com.br/apresentao-sobre-o-manejo-e-controle-de-pombos/ Wed, 25 Mar 2020 12:03:53 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=592 Controle de Pombos Canal do SlideShare: BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas

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Controle de Pombos

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Desratização: Como Acabar com Ratos https://www.biomax-mep.com.br/desratizacao-como-acabar-com-ratos/ Sun, 22 Mar 2020 11:27:54 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1003 Desratização e técnicas preventivas promovem o bem-estar Cuidados devem ser tomados para evitar o aparecimento de ratos, que, procuram lugares para abrigar e alimentar-se. Por isso o controle desta praga por meio de uma desratização é necessário. A BIOMAX, empresa de Controle de Pragas  em indústrias e empresas que procuram um programa sustentável com as exigências do Ministério da Agricultura, […]

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Desratização e técnicas preventivas promovem o bem-estar

Cuidados devem ser tomados para evitar o aparecimento de ratos, que, procuram lugares para abrigar e
alimentar-se. Por isso o controle desta praga por meio de uma desratização é necessário.

A BIOMAX, empresa de Controle de Pragas  em indústrias e empresas que procuram um programa sustentável com as exigências do Ministério da Agricultura, da ANVISA e Certificações (nacionais e internacionais):

Utiliza o sistema de controle denominado Manejo Ecológico de Pragas (MEP) o qual une eficácia no Controle das Pragas e segurança para processos produtivos, pessoas e o meio ambiente.

Fornece não só técnicas para acabar com infestações, mas também dissemina práticas preventivas no combate a estes animais.

Para entender melhor o processo de desratização, primeiro é necessário conhecer em detalhes ratos urbanos, que podem viver tanto nos telhados, ruas ou esgotos das cidades. Independente do meio são animais que se adaptam facilmente a realidade dos humanos, podendo também transmitir direta e indiretamente sérias doenças, além de contaminar linhas industriais e armazéns inteiros.

Ao encontrar ratos deve-se identificar, antes de tudo, o que está facilitando a permanência desses roedores e também onde estão as fontes de alimento. O próximo passo é procurar pelos sinais, que são a presença de fezes e alimentos roídos.

Algumas receitas caseiras podem resolver o problema de imediato, mas não são confiáveis para acabar com uma infestação. O combate deve ser eficiente e feito com raticidas, mais eficazes por serem crônicos, ou seja, demoram alguns dias para matar os roedores e não despertam a desconfiança no grupo, além de serem devidamente registrados e seguros quando utilizados corretamente.

A BIOMAX realiza um sistema de controle que utiliza medidas preventivas eficazes, ações e técnicas disponíveis de maneira compatível e racional. Para eliminar definitivamente a presença dos ratos.

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Qualidade do ar para ambientes climatizados artificialmente https://www.biomax-mep.com.br/qualidade-ar-ambientes-climatizados-artificialmente/ Wed, 18 Mar 2020 10:09:39 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1205 Ambientes climatizados artificialmente necessitam, por lei, de manutenção e análises para garantir a salubridade do ar Você sabia que o ar poluído em ambientes fechados está entre os quatro primeiros fatores de risco de morte, avaliados pela OMS (Organização Mundial da Saúde)? De acordo com Ross Anderson, professor de epidemiologia e saúde pública da Universidade […]

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Ambientes climatizados artificialmente necessitam, por lei, de manutenção e análises para garantir a salubridade do ar

Você sabia que o ar poluído em ambientes fechados está entre os quatro primeiros fatores de risco de morte, avaliados pela OMS (Organização Mundial da Saúde)?

Qualidade do ar para ambientes climatizados artificialmente

De acordo com Ross Anderson, professor de epidemiologia e saúde pública da Universidade de Londres, em entrevista ao portal Terra, “A contaminação do ar interior é o quarto fator de risco mais importante para a redução da expectativa de vida, à frente da má alimentação, da hipertensão e do tabagismo”.

Todos sabem que para manter a qualidade do ar em ambientes com ar-condicionado, é necessária uma manutenção frequente e adequada de todos os aparelhos. Essa afirmação não se aplica somente aos ambientes domésticos, mas também e, principalmente, a empresas e espaços comerciais – lugares nos quais o fluxo de pessoas é intenso.

Ambientes climatizados artificialmente são repletos de gases tóxicos, como o monóxido e o dióxido de carbono (CO e CO2), amônia, dióxido de enxofre e formaldeídos, oriundos de materiais de construção e de limpeza, máquinas copiadoras e, até mesmo, do organismo humano. Além destes gases, existem os poluentes biológicos, como fungos, protozoários, bactérias, ácaros etc., quase sempre alojados em tapetes, estofados e cortinas. Toda essa contaminação resultou na denominação da SBS (Síndrome do Edifício Doente – Sick Biulding Syndrome), reconhecida pela OMS na década de 1980.

A baixa renovação do ar, nestes casos, é outro fator agravante na disseminação de doenças, sobretudo, das respiratórias, relacionadas à baixa qualidade do ar.

Irritação dos olhos, do nariz, náuseas, dores de cabeça, cansaço excessivo, tosses etc., são alguns dos sintomas das principais doenças, como a pneumonia, a sinusite e as rinites, que podem ser causadas pela SBS. Em empresas, a SBS pode ser ainda mais prejudicial, pois afeta diretamente a produtividade dos colaboradores, já que o absenteísmo e a falta de concentração são resultados da exposição dos funcionários em um ambiente insalubre. Este fato traduz com clareza a relação da qualidade do ar com a Saúde Pública e Ocupacional.

De acordo com dados preliminares do Ministério da Saúde (Fonte: portal Terra), houve um amento de cerca de 19% no índice de mortes por doenças respiratórias, como a bronquite e a asma: em 2000, eram 33.713 casos fatais e, em 2010, esse número subiu para 40.360 mortes. É importante ressaltar que essas doenças também são relacionadas à baixa qualidade do ar.

Neste cenário verifica-se a importância de um rigoroso controle microbiológico do ar, sobretudo, em empresas, indústrias e centros comerciais. Aliás, em 1998, a Anvisa  (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou a Portaria nº 3.523, prevendo para todos os ambiente climatizados artificialmente de uso público e coletivo elaborar e manter um plano de manutenção e controle dos sistemas de condicionamento de ar. Logo depois, em 2000, a Resolução n° 176, prevê os parâmetros biológicos, químicos e físicos para verificar a qualidade do ar.

Para essa verificação, empresas especializadas no assunto desenvolveram alguns métodos. A BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas oferece a análise microbiológica do ar interior, por meio da quantificação de microorganismos, pureza do ar, indicador de renovação de ar externo, parâmetros físicos de temperatura, umidade e velocidade do ar.

A BIOMAX é especializada em análises da qualidade e poluição do ar em ambientes climatizados artificialmente e em ambientes públicos e, para isso, utiliza equipamentos de última geração e conta com o trabalho de profissionais qualificados, garantindo a eficácia e precisão dos laudos. Seus principais clientes neste segmento são hospitais, clínicas médicas e odontológicas, laboratórios, indústrias farmacêuticas, alimentícias e químicas e empresas em geral.

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Controle de Pragas e Prevenção são Diferenciais Competitivos para a Indústria https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-pragas-e-prevencao-sao-diferenciais-competitivos-para-industria/ Tue, 17 Mar 2020 12:54:45 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1175 Controle de pragas e prevenção garantem credibilidade para a Indústria Infelizmente, as pragas urbanas mais comuns, como as baratas, os ratos, os cupins e as formigas, são sérios problemas nos grandes centros urbanos. Além deles, pulgas, carrapatos, traças, pombos e morcegos também são considerados como tal, porém, ao contrário das demais, os pombos e os […]

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Controle de pragas e prevenção garantem credibilidade para a Indústria

Infelizmente, as pragas urbanas mais comuns, como as baratas, os ratos, os cupins e as formigas, são sérios problemas nos grandes centros urbanos. Além deles, pulgas, carrapatos, traças, pombos e morcegos também são considerados como tal, porém, ao contrário das demais, os pombos e os morcegos não podem ser mortos e, sim, manejados de forma ecológica, como propõe a BIOMAX Controle Integrado de Pragas.

Para combatê-las, a partir de serviços especializados no assunto, são necessárias algumas ações. Primeiro, conhecer a população da praga e depois realizar uma inspeção, analisando as condições do local infestado. O terceiro passo é escolher o método mais adequado para atacar a praga e, em seguida, aplicá-lo.

É importante lembrar-se sempre de que, geralmente, o calor e a oferta de alimento são as principais causas para a instalação destes seres indesejáveis em qualquer local, como os espaços públicos, casas, apartamentos, indústrias, comércios, áreas comuns de condomínios, entre outros.

O essencial para prevenir e manter as pragas distantes, mesmo depois de processos como o Controle de Pragas, é respeitar os quatro “As“: água, alimento, abrigo e acesso.

Se animais, desde insetos e roedores até aves, conseguem um lugar para ficar, se alimentar e beber, com certeza, também será bom para se reproduzirem, fato que caracteriza uma possível infestação.

Por isso, além da contratação de serviços qualificados para o combate de pragas urbanas, você pode seguir algumas dicas para se proteger deste problema.

  • Acondicione o lixo de maneira adequada, em sacos bem amarrados e latões devidamente fechados e limpos regularmente;
  • Feche todo e qualquer tipo de abertura, a exemplo das frestas. Se não for possível vedá-las com alvenaria, opte por telas, que ajudarão no combate de pombos, ratos e morcegos;
  • Não acumule entulhos! Eles são ótimos abrigos para alguns animais;
  • Limpe com frequência os recipientes de alimentação de animais domésticos, colocando a ração apenas no momento em que será consumida e a água, de preferência, em um ‘dispenser’, acessório ideal para não deixá-la acumulada, ou mantenha a vasilha dentro de locais fechados.

Se você está fazendo alguma obra, alerte seus funcionários para não deixarem restos de alimentos no local, pois isso atrai baratas, ratos e formigas, por exemplo.

Outra dica importante é para quem mora em condomínios, sejam eles verticais ou horizontais. A maioria deles realiza o controle de pragas nas áreas comuns, por meio de empresas com serviços qualificados.

Vale ressaltar que, entre outros estabelecimentos, os restaurantes, hotéis e as indústrias, sobretudo a alimentícia, hospitais e a indústria farmacêutica; além das normas impostas pelo governo, são diferenciais competitivos o estabelecimento de políticas de boas práticas de fabricação que incluem a desinsetização, o controle de cupins e a desratização, além do controle regular de animais, como os pombos e morcegos.

A ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) sugere que antes de contratar qualquer empresa para aplicar métodos de prevenção e controle é imprescindível verificar o registro da empresa e do técnico responsável por ela.

Fonte: Folha de S. Paulo

 

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Importância das Bactérias e Fungos nas Colônias de Cupins Formigas e Abelhas https://www.biomax-mep.com.br/importancia-das-bacterias-e-fungos-nas-colonias-de-cupins-formigas-e-abelhas/ Sat, 14 Mar 2020 14:32:54 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3129 Bactérias e fungos desempenham papéis-chave nas colônias de insetos sociais, tais como Formigas, abelhas e Cupins Operárias em fila carregando para o ninho pedaços de planta com peso até cem vezes maior que o do próprio corpo. A cena – que à primeira vista pode ser surpreendente – é corriqueira nas colônias de formigas cortadeiras. O […]

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Bactérias e fungos desempenham papéis-chave nas colônias de insetos sociais, tais como Formigas, abelhas e Cupins

Operárias em fila carregando para o ninho pedaços de planta com peso até cem vezes maior que o do próprio corpo. A cena – que à primeira vista pode ser surpreendente – é corriqueira nas colônias de formigas cortadeiras. O caminho até o formigueiro, sem qualquer desvio, é guiado por compostos químicos aromáticos conhecidos como feromônios de trilha.

Formigas cultivam um jardim de fungos que usam como alimento

Formigas cultivam um jardim de fungos que usam como alimento

No caso da Atta sexdens rubropilosa, uma das várias espécies conhecidas popularmente como saúva, as principais substâncias usadas nesse processo de geolocalização pertencem à classe das pirazinas.

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto descobriram que uma bactéria encontrada na microbiota associada a essa formiga é capaz de produzir as mesmas pirazinas usadas pelo inseto para demarcar seu caminho até o ninho. O achado foi divulgado em artigo publicado na revista Scientific Reports.

“Observamos esse fenômeno em mais de uma colônia de saúva e isso abriu uma questão bem interessante: será que a bactéria Serratia marcescens produz o feromônio de trilha para a formiga ou contribui com esse processo de alguma forma? É algo que pretendemos investigar”, disse Mônica Tallarico Pupo, professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP-USP) e coordenadora da pesquisa.

O trabalho foi conduzido durante o doutorado de Eduardo Afonso da Silva Junior, em parceria com pesquisadores da Harvard University, nos Estados Unidos, no âmbito de um Projeto Temático apoiado pela FAPESP e pelos National Institutes of Health (NIH).

Como explicou Pupo, o projeto tem como meta principal explorar a microbiota existente nos corpos de formigas brasileiras em busca de moléculas naturais que possam dar origem a fármacos (leia mais em: agencia.fapesp.br/19406). Há outra vertente, porém, mais voltada à ecologia química, que busca compreender a relação de dependência entre os insetos sociais e seus microrganismos simbiontes (aqueles que vivem em simbiose, interação longa e de modo geral benéfica entre dois organismos).

A bactéria produtora de pirazinas foi descoberta por acaso, quando os cientistas buscavam microrganismos capazes de proteger o formigueiro contra fungos parasitas.

“As folhas que as formigas cortadeiras carregam para o ninho servem, de fato, como substrato para cultivar fungos da espécie Leucoagaricus gongylophorous, que elas usam como alimento. Mas esse sistema é suscetível a infecções”, explicou a pesquisadora.

“Em alguns casos, cresce sobre a fonte de alimento uma outra espécie patogênica, que pode comprometer a viabilidade do formigueiro. As bactérias simbiontes produzem compostos capazes de matar o fungo parasita sem prejudicar a fonte de alimento. Nós estávamos atrás desses compostos”, acrescentou.

Os experimentos descritos no artigo foram feitos com colônias coletadas dentro do campus da USP, em Ribeirão Preto. Quando os cientistas conseguiam coletar a rainha, parte do formigueiro era transportada e mantida no laboratório. Em seguida, todas as bactérias encontradas na superfície e no interior dos corpos dos insetos foram isoladas, caracterizadas e colocadas em meio de cultura.

Durante esse processo, Silva Junior percebeu que quando a espécie Serratia marcescens era cultivada in vitro liberava um aroma forte muito semelhante ao dos formigueiros mantidos em laboratório.

“Decidimos investigar os compostos voláteis produzidos por essa bactéria e descobrimos as pirazinas – entre elas uma molécula nunca antes descrita na literatura científica”, disse Pupo.

Os pesquisadores usaram uma espécie de fibra capaz de absorver os compostos aromáticos da placa de cultura. O material foi, posteriormente, analisado por cromatografia gasosa associada à espectrometria de massas.

“Nas glândulas de veneno das formigas encontramos tanto as pirazinas como a bactéria. Não sabemos ao certo se existe uma síntese compartilhada ou se o microrganismo produz os compostos aromáticos e o inseto apenas os estoca em suas glândulas. Pretendemos, em estudos futuros, testar técnicas para remover essa bactéria da formiga e, assim, observar se os compostos continuam sendo produzidos”, explicou Pupo.

Outro plano do grupo é investigar se fenômeno semelhante pode ser observado em outras espécies de formiga – algo ainda não descrito na literatura científica

Metamorfose de abelhas

O cultivo de fungos no interior do ninho – seja com fins de nutrição ou defesa – parece ser uma prática disseminada entre os insetos sociais. Em 2015, pesquisadores brasileiros descreveram na revista Current Biology que larvas de abelhas sem ferrão da espécie mandaguari (Scaptotrigona depilis) se alimentam, ao nascer, de filamentos de um fungo encontrado dentro das células de cria (leia mais em: agencia.fapesp.br/22113). Sem esse alimento, os insetos não conseguem chegar à fase adulta.

Célula de cria de abelhas mandaguari contendo o fungo

Célula de cria de abelhas mandaguari contendo o fungo

Esse processo de simbiose foi estudado mais profundamente pelo grupo de Pupo recentemente, durante o doutorado de Camila Paludo, no âmbito do mesmo Projeto Temático. Os resultados foram divulgados na revista Scientific Reports em janeiro.

“Sabemos que os insetos não são capazes de sintetizar os próprios hormônios. Eles precisam adquirir substâncias precursoras por meio da dieta. Nossa hipótese era que o fungo forneceria um precursor para o hormônio de muda, necessário para a abelha completar a metamorfose”, disse Pupo.

O primeiro passo da investigação foi isolar o fungo das células de cria e caracterizá-lo em laboratório. O grupo identificou tratar-se da espécie Zygosaccharomyces sp.

“Não sabemos ao certo como esse fungo vai parar no interior da célula de cria. As abelhas colocam os ovos e depois preenchem a cela com um líquido chamado alimento larval. Cerca de três dias depois, o fungo começa a crescer ali dentro”, contou a pesquisadora.

Com uma técnica conhecida como microscopia de fluorescência, os pesquisadores encontraram acúmulo de lipídeos no citoplasma do fungo – tanto nas amostras cultivadas em laboratório como nas extraídas diretamente de colônias de abelha.

“Os esteroides – substâncias precursoras dos hormônios de muda – têm natureza lipídica. Com auxílio da cromatografia gasosa acoplada à espectrometria de massas identificamos que o composto predominante entre os lipídeos desse fungo era o ergosterol”, disse Pupo.

Por meio de experimentos in vitro, os pesquisadores comprovaram que as larvas conseguiam completar a metamorfose quando o fungo era inoculado no alimento das larvas e também quando era acrescentado apenas o ergosterol.

“Os resultados foram estatisticamente equivalentes para essas duas situações”, relatou Pupo. “Porém, quando as larvas recebiam somente o alimento larval não conseguiam chegar à fase adulta. Concluímos, portanto, que o ergosterol está de fato sendo usado pelas larvas na produção do hormônio de muda, o que reforça a relação de dependência entre a abelha e o fungo”, acrescentou.

Agora, o grupo pretende investigar se fenômenos semelhantes ocorrem em outras espécies de abelha com e sem ferrão.

O artigo Pyrazines from bacteria and ants: convergent chemistry within an ecological niche pode ser lido em: www.nature.com/articles/s41598-018-20953-6. Já o estudo Stingless Bee Larvae Require Fungal Steroid to Pupate está disponível no endereço: www.nature.com/articles/s41598-018-19583-9.

A BIOMAX Controle de Pragas utiliza fungos para combater certas pragas tais como Baratas e Cupins:

Descupinização

Iscas para Cupins de Solo

É uma técnica onde se emprega iscas com ingredientes ativos associados ou não a fungos entomopatogênicos que são colocadas diretamente no solo da construção abrangendo um território de forrageamento dos cupins visando ao controle da colônia. Os cupins forrageiros se alimentam dessas iscas mas não morrem imediatamente. Eles vivem o suficiente para transportar o inseticida/fungo para a colônia e distribuí-lo por meio da trofalaxia (ação de um alimentar o outro). Assim, a colônia de cupim é eliminada e a futura estrutura fica protegida contra ataques.

Controle Biológico: Iscas contaminadas por fungos para combater Cupins

Figuras 5 A- Iscas atacadas por cupins. 5B- Cupins colonizados por fungo

Saiba mais: https://www.biomax-mep.com.br/descupinizacao/

Controle de Baratas

Estratégias biológicas de controle de baratas, que incluem o emprego do fungo Metahrizium anisopliae, são eficazes, reduzem riscos e proporcionam um efeito mais duradouro.

controle biologico baratas Blattella germanica

controle biologico baratas Blattella germanica

Saiba mais: https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-baratas/

Conheça outros serviços BIOMAX para indústrias, hospitais, hotéis, shoppings e condomínios:

Empresas e indústrias consulte-nos!

Realizamos o Controle de Pragas efetivo.

 

fonte: http://agencia.fapesp.br/bacterias_e_fungos_desempenham_papeischave_nas_colonias_de_insetos_sociais/27328/

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Sapo-cururu É Predador Natural do Escorpião Amarelo https://www.biomax-mep.com.br/sapo-cururu-e-predador-natural-do-escorpiao-amarelo/ Tue, 10 Mar 2020 10:47:01 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4787 As ocorrências de acidentes com escorpiões no Brasil cresceram 80% nos últimos 5 anos: de 78 mil casos em 2014, terminamos o ano de 2019 com 144 mil casos de envenenamento causados por picadas de escorpiões. Por isso biólogos e profissionais da saúde mantêm-se estudando as melhores formas de fazer um bom controle de pragas. […]

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As ocorrências de acidentes com escorpiões no Brasil cresceram 80% nos últimos 5 anos: de 78 mil casos em 2014, terminamos o ano de 2019 com 144 mil casos de envenenamento causados por picadas de escorpiões. Por isso biólogos e profissionais da saúde mantêm-se estudando as melhores formas de fazer um bom controle de pragas. Uma nova pesquisa feita no Brasil em parceria com uma universidade norte-americana abriu precedente para novas descobertas nesta área.

Cientistas do Instituto Butantan e da Universidade Estadual de Utah (EUA)  divulgaram um novo estudo na revista científica Toxicon que mostra que o sapo-cururu (Rhinella icterica) é um anfíbio altamente resistente à picada de escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), espécie que se tornou um problema de saúde pública no Brasil, por conta dos crescentes casos de envenenamento.

Um vídeo curto divulgado pelos pesquisadores, mostra como o sapo consegue comer a sua presa sem muita dificuldade. Os cientistas também fizeram a aplicação de uma grande dose de veneno de escorpião nos anfíbios, equivalente a dez picadas, o que é suficiente para matar ratos e deixar um ser humano hospitalizado em estado grave. Os sapos não mostraram nenhuma alteração de saúde ou sintomas que indicassem algum problema, ao contrário, se alimentaram muito bem, com baratas e outros insetos que os cientistas ofereceram aos anfíbios.

Este e outros estudos relacionados a cadeia alimentar dos animais é de suma importância para o controle de pragas em ambientes urbanos e rurais. Apesar de existir um certo preconceito nas sociedades urbanas em relação aos sapos, sua importância para a manutenção do ecossistema é valiosa, pois são predadores naturais do escorpião, moscas, mosquitos e insetos em geral, que podem comprometer a saúde dos moradores de residenciais, principalmente em condomínios mais afastados dos centros e também de empresas.
Por isso, é necessária a preservação dos sapos-cururus e de outras espécies predadoras do escorpião, bem como ações preventivas e de controle de praga, de forma segura e ecologicamente correta.

Por que fazer o controle de pragas? O real perigo do escorpião. 

No país há mais de 170 espécies de escorpiões, mas o mais preocupante para saúde pública é o escorpião amarelo, uma espécie com um veneno mais potente. Apesar da taxa de mortalidade ser relativamente baixa, 4 mortes a cada 10 mil ocorrências, os escorpiões podem ser muito nocivos, principalmente para crianças pequenas e idosos. No país, cerca de 140 pessoas morrem por envenenamento por ano. Para adultos, sua picada pode gerar vermelhidão, dor e inchaço no local, ou ,se for mais grave, enjoo, vômito, dores e espasmos musculares, dificuldade para caminhar, sonolência e confusão mental. Em todos os casos é bom procurar o médico o quanto antes.

Por isso, é importante pensar no controle de pragas não só no ponto de vista ambiental, com a preservação de espécies da cadeia alimentar, como o sapo-cururu, gambás e outros animais que ajuda no equilíbrio ecológico, mas também em como proteger ambientes residenciais e de trabalho em que há grande circulação de pessoas.

Como proteger a minha empresa dos escorpiões-amarelos?

Se a sua cidade teve um aumento nos casos de envenenamento por escorpiões, mantenha-se alerta, já que, ocorrências de picadas no trabalho pode atrapalhar a produtividade dos seus colaboradores e comprometer a produção da sua empresa. Por isso, vedar aberturas como ralos e fissuras no chão e nas paredes pode evitar surpresas indesejadas. Manter em dia a limpeza periódica dos depósitos e locais de armazenamento também ajuda, já que estes insetos possuem hábitos noturnos e podem ficar escondidos em locais de pouca iluminação.

Caso sua empresa já tenha ocorrência de aparecimento de escorpião, o mais indicado é chamar profissionais habilitados para o manejo destas espécies para evitar acidentes. A BIOMAX Controle de Pragas possui um serviço  sustentável de controle de pragas, com profissionais capacitados e com certificação pela ANVISA com todas as exigências da Norma ISO 22000, BPF, HACCP e Ministério da Agricultura.

No condomínio que administro foram encontrados escorpiões. O que faço?

Um condomínio residencial, com grande circulação de crianças e idosos não pode de forma alguma conter nenhum tipo de praga que prejudique a saúde ou até comprometa a vida de seus condôminos. Por isso, o administrador, gestor ou síndico deve chamar profissionais capacitados para resolver o problema de forma efetiva. Um controle de pragas eficiente evita a reincidência dos insetos, mas deve ser realizado dentro dos parâmetros da lei, para não gerar prejuízos indesejados. A BIOMAX utiliza o sistema de controle denominado Manejo Ecológico de Pragas (MEP), que é altamente recomendado por sua eficácia e por ser altamente seguro para a saúde de todos os moradores do condomínio.

Saiba mais sobre controle de pragas ou deseja conhecer mais sobre nossos serviços, entre em contato conosco e saiba todas as soluções que a BIOMAX tem para o seu condomínio, empresa ou indústria.

Fonte: wikipedia/Mike Peel

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Benefícios da Desratização e a Proibição do “chumbinho” https://www.biomax-mep.com.br/beneficios-da-desratizacao-e-proibicao-chumbinho/ Tue, 03 Mar 2020 12:58:26 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=850 O raticida “chumbinho” parou de ser fabricado no Brasil devido a sua ineficácia e ao grande número de casos de intoxicação. Medida ressalta os benefícios da Desratização realizada por profissionais qualificados. A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária -, informou o fim da produção do aldicarbe, mais conhecido como “chumbinho” no final de 2012. Um único grama […]

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O raticida “chumbinho” parou de ser fabricado no Brasil devido a sua ineficácia e ao grande número de casos de intoxicação. Medida ressalta os benefícios da Desratização realizada por profissionais qualificados.

A ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária -, informou o fim da produção do aldicarbe, mais conhecido como “chumbinho” no final de 2012.

Um único grama do veneno pode matar uma pessoa de até 60 quilos em meia hora.(https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldicarbe).

A substância, equivocadamente utilizada como raticida, é um agrotóxico com fins inseticidas voltado para utilização agrícola e também vem a ser um dos produtos com maior nível de toxicidade.

A decisão de retirar do mercado surgiu após o apontamento da grande quantidade de envenenamentos pelo aldicarbe e vem sido discutida desde 2006. De lá pra cá, várias medidas de prevenção foram tomadas como a inserção de compostos que provocam o vômito, proibição de transporte para determinados estados brasileiros e limitações de compra a apenas agricultores autorizados.

Foi determinado para o fabricante que seria adotado um processo de descontinuidade da produção. No começo de novembro de 2012 a fabricação foi oficialmente encerrada.

O processo de extermínio de ratos através do “chumbinho” também se faz ineficaz:

O animal que o ingere tem morte rápida, fazendo com que os outros habitantes do ninho evitem comer o alimento intoxicado.

 

Com a proibição do aldicarbe, outros métodos de eliminação de ratos ganham destaque, como a Desratização. Este método de controle de roedores inclui uma série de armadilhas físicas e quimicas que acabam com o problema de acordo com o tipo biológico do animal. A prática é realizada por profissionais de dedetização e pode até mesmo excluir a possibilidade de se utilizar iscas tóxicas, como os raticidas anticoagulantes, evitando o mínimo risco de contato humano com os venenos aplicados.

Ao contrário do “chumbinho”, a desratização é eficaz, uma vez que o processo de intoxicação do animal se dá de forma lenta, impossibilitando o animal e sua família de reconhecerem a procedência do veneno. Além disso, o método também inclui medidas de prevenção para impedir que ocorram novas infestações no futuro.

Desratização

A BIOMAX é uma empresa de controle de pragas que adota o Manejo Ecológico de Pragas em todos os seus processos. Na desratização não é diferente. A BIOMAX possui profissionais especializados que prezam pela saúde humana, preservação do meio-ambiente e atenção à processos produtivos em qualquer controle de praga, assegurando resolução total do problema e eliminando a possibilidade dos danos.

A BIOMAX também oferece os serviços:

Controle de Pragas

Descupinização

Controle de Pombos

Consulte-nos!

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Infectologista dá orientações sobre a “doença do pombo” https://www.biomax-mep.com.br/infectologista-da-orientacoes-sobre-doenca-do-pombo/ Fri, 28 Feb 2020 19:24:10 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3077 Infectologista dá orientações sobre os riscos do contato com fezes de pombo, o que pode levar à doença infecciosa A infectologista, Eliana Bicudo, explica sobre a “Doença do Pombo“. Na última semana, o Distrito Federal registrou cinco casos de pessoas que foram contaminadas com criptococose, doença infecciosa letal transmitida por fungos presentes nas fezes de pombos. A médica fala sobre […]

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Infectologista dá orientações sobre os riscos do contato com fezes de pombo, o que pode levar à doença infecciosa

A infectologista, Eliana Bicudo, explica sobre a “Doença do Pombo“. Na última semana, o Distrito Federal registrou cinco casos de pessoas que foram contaminadas com criptococose, doença infecciosa letal transmitida por fungos presentes nas fezes de pombos.

A médica fala sobre como essa doença pode ser transmitida e sobre como evitá-la. Ela afirma que os fungos podem causar complicações na saúde e ocasionar outros problemas graves como meningite e até pneumonia.

Ela alerta para a importância do controle da população de pombos, sobretudo no centro das grandes cidades, onde há maior circulação de pessoas. Ouça a entrevista no player.

A BIOMAX conta com um completo serviço de controle de pombos urbanos em indústrias e empresas, realizando desde a expulsão dos animais até a adoção de práticas preventivas para evitar a criação de ambientes propícios à proliferação.

fonte: http://radios.ebc.com.br/tarde-nacional/2018/02/infectologista-explica-sobre-doenca-do-pombo

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Controle de Pombos para a Indústria e Agronegócio https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-pombos-para-a-industria-e-agronegocio/ Thu, 27 Feb 2020 15:53:31 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4778 A ocupação dos espaços feita pelo ser humano faz com que animais silvestres tenham que se adequar aos ambientes urbanos e rurais. Um exemplo de animal que se inseriu no contexto das cidades e do campo é o pombo. Esta ave, apesar de parecer inofensiva, pode trazer danos à saúde do homem, pois carrega consigo […]

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A ocupação dos espaços feita pelo ser humano faz com que animais silvestres tenham que se adequar aos ambientes urbanos e rurais. Um exemplo de animal que se inseriu no contexto das cidades e do campo é o pombo. Esta ave, apesar de parecer inofensiva, pode trazer danos à saúde do homem, pois carrega consigo diversos focos de doenças, infestando casas, indústrias e plantações com fungos e bactérias nocivas. Por isso, realizar o controle de pombos é uma tarefa não só das cidades, mas também das indústrias e do agronegócio, já que as fezes deste animal pode contaminar alimentos e produtos, causando prejuízo às empresas e a diferentes tipos de cultivos.

Por isso, neste texto vamos aprender o que é o controle de pombos e como fazê-lo de forma correta no meio industrial ou no agronegócio.

O que é o controle de pombos?

É a ação de prevenção e remoção de pombos em locais de risco, por meio da captura e em conformidade com a legislação aplicável. Através desta medida, os pombos indesejados são removidos de espaços como, indústrias, empresas, armazéns de produtos e alimentos e locais com grande circulação de pessoas, o que ajuda a prevenir doenças de trato respiratório e digestivo, evita a proliferação de fungos e bactérias nocivos à saúde humana e ajuda a controlar o desequilíbrio ambiental.

Este serviço é feito, geralmente, por uma empresa especializada em controle de pombos.

Uma boa empresa é a que segue todas as diretrizes de leis ambientais vigentes, atenta-se segurança e realiza ações específicas para prevenir o local de uma nova infestação, garantindo saúde às pessoas que ali convivem e segurança para os processos produtivos do contratante.

Porque é preciso retirar os pombos da indústria ou plantação?

Com seus habitats destruídos, vários tipos de animais integram os ambientes urbanos e rurais. Estes animais, chamados sinantrópicos, quando transmitem doenças ou causam algum dano à saúde do homem ou de outros animais domésticos ou rurais são considerados uma “praga urbana” e, por isso, ações de controle são necessárias para a garantia da qualidade de vida da população.

Apesar do pombo ser considerado uma ave dócil, ela é causadora de graves doenças respiratórias, nervosas e dermatológicas em seres humanos. Suas fezes abrigam fungos e bactérias que, quando secas, espalham pelo ar agentes causadores de Criptococose, Ornitose e até Salmonela. Por isso, estar em um mesmo ambiente que contenha ninhos de pombos pode comprometer a saúde dos funcionários de uma indústria. Além disso, pode também comprometer a integridade de armazéns e processos produtivos, seja ele industrializado ou natural.

Como se faz?

Vale lembrar que o pombo integra a fauna brasileira desde a época da colonização do paíse que matar pombos sem a devida autorização, configura crime contra o meio ambiente. ( Lei 9605 de12/02/98). Assim, a ação de controle de pombos  de acordo com legislação em vigor demanda conhecimento e técnica, sendo, portanto prudente a contratação de uma empresa especializada em tal serviço

Para estabelecer um controle de pragas eficiente, as seguintes medidas são necessárias:

1. Realização de uma análise prévia de ambiente

Inicialmente é preciso observar o ambiente em que o animal está inserido  conhecer suas fontes de alimentos e abrigos para ninhos. Uma análise prévia minuciosa do ambiente da plantação ou indústria é, portanto, medida que se impõe.

2. Identificação da espécie

O conhecimento dos hábitos e das necessidades da ave é de extrema importância  para realizar a tarefa de controle de pombos.

3. Captura dos pombos

As aves precisam ser retiradas do local e levadas para viveiros especializados no cuidado e controle da natalidade do animal. Apenas espantá-las pode fazer com que voltem a rondar e estabeleçam ninhos em outras localidades próximas, o que não resolverá o problema. Por isso, se destacam as empresas especializadas no controle de pombas que possuam viveiros próprios, pois garantem a qualidade do serviço prestado.

4. Elaboração de práticas de prevenção

Para eliminar o risco de haver outras pragas no mesmo local, medidas preventivas precisam ser instauradas para eliminar ambientes propícios à infestação, como a instalação de barreiras que dificultem a passagem do pombo e a criação de ninhos. Também há práticas de controle de natalidade, como a aplicação de ração anticoncepcional.

No caso das indústrias é importante instituir um plano de comunicação e treinamento para os colaboradores, para que se faça a correta identificação de vestígios da presença dos pombos tais como fezes ou ninhos, por exemplo. Reportar a presença da praga aos responsáveis e a tomada imediata de providência para que se evite a proliferação são pontos-chave nesse processo. A informação é a primeira medida para garantir a saúde dos seus colaboradores e a qualidade do processo produtivo.

Quer saber mais sobre controle de pombos em indústrias e no agronegócio acompanhe nosso site ou fale conosco para conhecer as soluções da BIOMAX para o controle de pragas.

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Acidente com Escorpião, Cobra, Aranha e Outros Animais Peçonhentos https://www.biomax-mep.com.br/acidente-com-escorpiao-cobra-aranha-e-outros-animais-peconhentos/ Wed, 26 Feb 2020 12:07:35 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3702 O post Acidente com Escorpião, Cobra, Aranha e Outros Animais Peçonhentos apareceu primeiro em BIOMAX Controle de Pragas.

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Acidentes com Escorpiões, Cobras, Aranhas e outros animais peçonhentos crescem a cada ano no Brasil. Somente os acidentes com escorpiões cresceram cerca de 80%.

Quatro em cada 10 mil pessoas picadas morrem. Os casos no estado paulista vêm crescendo. Em 2009, por exemplo, foram 5.500 casos e três mortes. Já em 2018 foram 26.900 casos e 12 mortes. Mas…

O Que São Animais Peçonhentos?

Animais peçonhentos são aqueles que produzem peçonha (veneno) e têm condições naturais para injetá-la em presas ou predadores. Essa condição é dada naturalmente por meio de dentes modificados, aguilhão, ferrão, quelíceras, cerdas urticantes, nematocistos entre outros.

Os animais peçonhentos que mais causam acidentes no Brasil são algumas espécies de:

  • serpentes;

  • escorpiões;

  • aranhas;

  • lepidópteros (mariposas e suas larvas);

  • himenópteros (abelhas, formigas e vespas);

  • coleópteros (besouros);

  • quilópodes (lacraias);

  • peixes;

  • cnidários (águas-vivas e caravelas).

Esses animais possuem presas, ferrões, cerdas, espinhos entre outros, capazes de envenenar as vítimas.

Acidentes Por Animais Peçonhentos

Os acidentes por animais peçonhentos, especialmente os acidentes com Cobras, foram incluídos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na lista das doenças tropicais negligenciadas que acometem, na maioria das vezes, populações pobres que vivem em áreas rurais.

Além disso, devido ao alto número de notificações, esse agravo (acidentes por animais peçonhentos) foi incluído na Lista de Notificação Compulsória do Brasil, ou seja, todos os casos devem ser notificados ao Governo Federal imediatamente após a confirmação. A medida ajuda a traçar estratégias e ações para prevenir esse tipo de acidente.

IMPORTANTE:  Animais peçonhentos gostam de ambientes quentes e úmidos e são encontrados em matas fechadas, trilhas e próximo a residências com lixo acumulado. Manter a higiene do local é evitar acúmulo de coisas é a melhor forma de prevenir acidentes.

Principais Animais Peçonhentos

Abaixo, estão os principais animais peçonhentos, com as respectivas descrições dos sintomas, em caso de envenenamento, tratamento, o quê fazer e o quê não fazer.

Acidente escorpiônico ou escorpionismo é o envenenamento provocado quando um escorpião injeta veneno através de ferrão (télson). Os escorpiões são representantes da classe dos aracnídeos, predominantes nas zonas tropicais e subtropicais do mundo, com maior incidência nos meses em que ocorre aumento de temperatura e umidade.

No Brasil, os escorpiões de importância em saúde pública são as seguintes espécies do gênero Tityus:

  • Escorpião-amarelo (T. serrulatus) – com ampla distribuição em todas as macrorregiões do país, representa a espécie de maior preocupação em função do maior potencial de gravidade do envenenamento e pela expansão em sua distribuição geográfica no país, facilitada por sua reprodução partenogenética e fácil adaptação ao meio urbano.
  • Escorpião-marrom (T. bahiensis) – encontrado na Bahia e regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.
  • Escorpião-amarelo-do-nordeste (T. stigmurus) – espécie mais comum do Nordeste, apresentando alguns registros nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
  • Escorpião-preto-da-amazônia (T. obscurus) – encontrado na região Norte e Mato Grosso.

Atualmente, há 19 famílias de escorpiões distribuídas em todo o mundo. Os gêneros que causam os mais graves acidentes são: Androctonus e Leiurus (África setentrional), Centruroides (México e Estados Unidos) e Tityus (América do Sul e Ilha de Trinidad).

Os grupos mais vulneráveis são as trabalhadores da construção civil, crianças e pessoas que permanecem maiores períodos dentro de casa ou nos arredores, como quintais (intra ou peridomicílio). Ainda nas áreas urbanas, estão sujeitos os trabalhadores de madeireiras, transportadoras e distribuidoras de hortifrutigranjeiros, por manusear objetos e alimentos onde os escorpiões podem estar alojados.

Sintomas de acidentes com escorpiões

A grande maioria dos acidentes é leve e o quadro local tem início rápido e duração limitada. Os adultos apresentam dor imediata, vermelhidão e inchaço leve por acúmulo de líquido, piloereção (pelos em pé) e sudorese (suor) localizadas, cujo tratamento é sintomático. Movimentos súbitos, involuntários de um músculo ou grupamentos musculares (mioclonias) e contração muscular pequena e local (fasciculações) são descritos em alguns acidentes por Escorpião-preto-da-Amazônia. Já crianças abaixo de 7 anos apresentam maior risco de alterações sistêmicas nas picadas por escorpião-amarelo, que podem levar a casos graves e requerem soroterapia específica em tempo adequado.

Como prevenir acidentes com escorpiões

  • Manter jardins e quintais limpos. Evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico e materiais de construção nas proximidades das casas.
  • Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) junto a paredes e muros das casas. Manter a grama aparada.
  • Limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, pelo menos, numa faixa de um a dois metros junto às casas.
  • Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois as aranhas e escorpiões podem se esconder neles e picam ao serem comprimidos contra o corpo.
  • Não pôr as mãos em buracos, sob pedras e troncos podres. É comum a presença de escorpiões sob dormentes da linha férrea.
  • Usar calçados e luvas de raspas de couro.
  • Como muitos destes animais apresentam hábitos noturnos, a entrada nas casas pode ser evitada vedando-se as soleiras das portas e janelas quando começar a escurecer.
  • Usar telas em ralos do chão, pias ou tanques.
  • Combater a proliferação de insetos, para evitar o aparecimento dos escorpiões que deles se alimentam.
  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos e vãos entre o forro e paredes, consertar rodapés despregados, colocar saquinhos de areia nas portas, colocar telas nas janelas.
  • Afastar as camas e berços das paredes.
  • Evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão. Não pendurar roupas nas paredes; examinar roupas, principalmente camisas, blusas e calças antes de vestir.
  • Acondicionar lixo domiciliar em sacos plásticos ou outros recipientes que possam ser mantidos fechados, para evitar baratas, moscas ou outros insetos de que se alimentam os escorpiões.
  • Preservar os inimigos naturais de escorpiões e aranhas: aves de hábitos noturnos (coruja, joão-bobo), lagartos e sapos.

O que fazer em caso de acidente escorpiônico

  • Limpar o local com água e sabão.
  • Aplicar compressa morna no local.
  • Procurar orientação imediata e mais próxima do local da ocorrência do acidente (UBS, posto de saúde, hospital de referência).
  • Atualizar-se regularmente junto à secretaria estadual de saúde para saber quais os pontos de tratamento com o soro específico em sua região.
  • Se for possível, capturar o animal e levá-lo ao serviço de saúde.

O que NÃO fazer em caso de acidente escorpiônico

  • Não amarrar ou fazer torniquete.
  • Não aplicar qualquer tipo de substância sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina), nem fazer curativos que fechem o local, pois isso pode favorecer a ocorrência de infecções.
  • Não cortar, perfurar ou queimar o local da picada.
  • Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado, ou outros líquidos como álcool, gasolina ou querosene, pois não têm efeito contra o veneno e podem agravar o quadro.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

Os acidentes causados por aranhas são comuns, porém a maioria não apresenta repercussão clínica. Os gêneros de importância em saúde pública no Brasil são as seguintes espécies:

  • aranha-marrom (Loxosceles);
  • aranha-armadeira ou macaca (Phoneutria);
  • viúva-negra (Latrodectus).

Acidentes causados por outras aranhas podem ser comuns, porém sem relevância em saúde pública, sendo que os principais grupos pertencem, principalmente, às aranhas que vivem nas casas ou suas proximidades, como caranguejeiras e aranhas de grama ou jardim.

Três gêneros de aranhas consideradas de importância médica no Brasil:

1. Aranha-marrom (Loxosceles) – Não é agressiva, pica geralmente quando comprimida contra o corpo. Tem um centímetro de corpo e até três de comprimento total. Possui hábitos noturnos, constrói teia irregular como “algodão esfiapado”. Esconde-se em telhas, tijolos, madeiras, atrás ou embaixo de móveis, quadros, rodapés, caixas ou objetos armazenados em depósitos, garagens, porões, e outros ambientes com pouca iluminação e movimentação.

2. Aranha armadeira ou macaca (Phoneutria) – Bastante agressiva, assume posição de defesa saltando até 40 cm de distância. O corpo pode atingir 4 cm, com 15 cm de envergadura. Ela é caçadora, com atividade noturna. Abriga-se sob troncos, palmeiras, bromélias e entre folhas de bananeira. Pode se alojar também em sapatos, atrás de móveis, cortinas, sob vasos, entulhos, materiais de construção, etc.

3. Viúva-negra (Latrodectus) – Não é agressiva. A fêmea pode chegar a 2 cm e o macho de 2 a 3 cm. Tem atividade noturna e hábito de viver em grupos. Faz teia irregular em arbustos, gramíneas, cascas de coco, canaletas de chuva ou sob pedras. É encontrada próxima ou dentro das casas, em ambientes sombreados, como frestas, sob cadeiras e mesas em jardins.

Caranguejeiras (Infraordem Mygalomorphae) – As aranhas caranguejeiras, embora grandes e frequentemente encontradas em residências, não causam acidentes considerados graves.

Como prevenir acidentes com as aranhas

  • Manter jardins e quintais limpos. Evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico, material de construção nas proximidades das casas.
  • Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) junto a paredes e muros das casas. Manter a grama aparada.
  • Limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, pelo menos, numa faixa de um a dois metros junto das casas.
  • Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois as aranhas e escorpiões podem se esconder neles e picar ao serem comprimidos contra o corpo.
  • Não pôr as mãos em buracos, sob pedras e troncos podres.
  • Usar calçados e luvas de raspas de couro pode evitar acidentes.
  • Vedar soleiras das portas e janelas ao escurecer, pois muitos desses animais têm hábitos noturnos.
  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos e vãos entre o forro e paredes, consertar rodapés despregados, colocar saquinhos de areia nas portas e telas nas janelas.
  • Usar telas em ralos do chão, pias ou tanques.
  • Combater a proliferação de insetos para evitar o aparecimento das aranhas que deles se alimentam.
  • Afastar as camas e berços das paredes. Evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão. Inspecionar sapatos e tênis antes de calçá-los.
  • Preservar os inimigos naturais de escorpiões e aranhas: aves de hábitos noturnos (coruja, joão-bobo), lagartos, sapos, galinhas, gansos, macacos, coatis, entre outros (na zona rural).

Sintomas de acidentes com aranhas

Acidentes com aranha causam sintomas que podem ser leves ou severos. Em raros casos, podem levar até mesmo à morte.

  • Aranha-armadeira: causa dor imediata e intensa, com poucos sinais visíveis no local. Raramente pode ocorrer agitação, náuseas, vômitos e diminuição da pressão sanguínea.
  • Aranha-marrom: a picada é pouco dolorosa e uma lesão endurecida e escura costuma surgir várias horas após, podendo evoluir para ferida com necrose de difícil cicatrização. Em casos raros, pode ocorrer o escurecimento da urina.
  • Viúva-negra: dor na região da picada, contrações nos músculos, suor generalizado e alterações na pressão e nos batimentos cardíacos.

O que fazer em caso de acidente com aranhas

  • Lavar o local da picada.
  • Usar compressas mornas, pois ajudam no alívio da dor.
  • Elevar o local da mordida.
  • Procurar o serviço médico mais próximo.
  • Quando possível, levar o animal para identificação.

Atenção ao que não deve-se fazer após acidente com aranhas

  • Não fazer torniquete ou garrote.
  • Não furar, cortar, queimar, espremer ou fazer sucção no local da ferida.
  • Não aplicar folhas, pó de café ou terra para não provocar infecções.
  • Não ingerir bebida alcoólica, querosene, ou fumo, como é costume em algumas regiões do país.
ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

O envenenamento ocorre quando a serpente consegue injetar o conteúdo de suas glândulas venenosas, mas nem toda picada leva ao envenenamento. Isso porque há muitas espécies de serpentes que não possuem presas ou, quando presentes, estão localizadas na parte de trás da boca, o que dificulta a injeção de veneno ou toxina.

Como prevenir acidentes com serpentes

  • O uso de botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos pode evitar cerca de 80% dos acidentes.
  • Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha, palhas, etc. Não colocar as mãos em buracos. Cerca de 15% das picadas atingem mãos ou antebraços.
  • Cobras se abrigam em locais quentes, escuros e úmidos. Cuidado ao mexer em pilhas de lenha, palhadas de feijão, milho ou cana. Cuidado ao revirar cupinzeiros.
  • Onde há rato, há cobra. Limpar paióis e terreiros, não deixar lixo acumulado. Fechar buracos de muros e frestas de portas.
  • Evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas e madeiras, bem como não deixar mato alto ao redor das casas. Isso atrai e serve de abrigo para pequenos animais, que servem de alimentos às serpentes.

O que fazer em caso de acidente com serpentes

  • Lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão.
  • Manter o paciente deitado.
  • Manter o paciente hidratado.
  • Procurar o serviço médico mais próximo.
  • Se possível, levar o animal para identificação.

O que NÃO fazer em caso de acidente com serpentes

  • Não fazer torniquete ou garrote.
  • Não cortar o local da picada.
  • Não perfurar ao redor do local da picada.
  • Não colocar folhas, pó de café ou outros contaminantes.
  • Não beber bebidas alcoólicas, querosene ou outros tóxicos.

Tratamento em caso de acidentes com serpentes

O tratamento é feito com o soro específico para cada tipo de envenenamento. Os soros antiofídicos específicos são o único tratamento eficaz e, quando indicados, devem ser administrados em ambiente hospitalar e sob supervisão médica.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

Acidente por abelha é o quadro de envenenamento decorrente da inoculação de toxinas por meio do ferrão. As manifestações após uma ferroada variam de pessoa para pessoa, pela quantidade de veneno aplicada e se o indivíduo tem reação alérgica ao veneno. Uma pessoa pode ser picada por uma ou centenas de abelhas. No caso de poucas picadas, o quadro clínico pode variar de uma inflamação local até uma forte reação alérgica, o que também é conhecido como choque anafilático. No caso de múltiplas picadas pode ocorrer também uma manifestação tóxica mais grave e, às vezes, até mesmo fatal.

Como prevenir acidentes com abelhas

  • A remoção das colônias de abelhas situadas em lugares públicos ou residências deve ser efetuada por profissionais devidamente treinados e equipados, preferencialmente à noite ou ao entardecer, quando os insetos estão calmos;
  • Evite se aproximar de colmeias de abelhas africanizadas Apis mellifera sem estar com vestuário e equipamento adequados (macacão, luvas, máscara, botas, fumigador, etc.);
  • Evite caminhar e correr na rota de vôo das abelhas;
  • Barulhos, perfumes fortes, desodorantes, o próprio suor do corpo e cores escuras (principalmente preta e azul-marinho) desencadeiam o comportamento agressivo e, consequentemente, o ataque de abelhas;
  • Sons de motores de aparelhos de jardinagem, por exemplo, exercem extrema irritação em abelhas. O mesmo ocorre com som de motores de popa;
  • No campo, o trabalhador deve ficar atento para a presença de abelhas, principalmente no momento de arar a terra com tratores.

Primeiros socorros no caso de acidentes com abelhas

Em caso de acidente provocado por múltiplas picadas de abelhas, é preciso levar o acidentado rapidamente ao hospital, junto com alguns dos insetos que provocaram o acidente.

A remoção dos ferrões pode ser feita por raspagem com lâminas, e não com pinças, pois esse procedimento resulta na inoculação do veneno ainda existente no ferrão.

Sintomas – acidentes com abelhas

As reações desencadeadas pela picada de abelhas variam de acordo com o local e o número de ferroadas, bem como características e o passado alérgico do indivíduo atingido. As manifestações clínicas podem ser alérgicas (mesmo com uma só picada) e tóxicas (múltiplas picadas).

Normalmente, após uma ferroada há dor aguda local, que tende a desaparecer espontaneamente em poucos minutos, deixando vermelhidão, coceira e inchaço por várias horas ou dias. A intensidade desta reação inicial causada por uma ou múltiplas picadas deve alertar para um possível estado de sensibilidade às picadas subsequentes.

Em casos de múltiplas picadas, podem ocorrer manifestações sistêmicas, devido à grande quantidade de veneno inoculada. Nesse caso, os sintomas são irritação e ardência da pele, vermelhidão, calor generalizado, pápulas, urticárias, pressão baixa, taquicardia, dor de cabeça, náuseas e/ou vômitos, cólicas abdominais e broncoespasmos.

Em casos mais graves pode ocorrer choque, insuficiência respiratória aguda, e insuficiência renal aguda. As manifestações alérgicas locais são caracterizadas por um inchaço que persiste por alguns dias. As reações alérgicas sistêmicas podem variar de urticária generalizada e mal-estar até edema de glote, broncoespasmos, choque anafilático, queda da pressão arterial, colapso, perda da consciência, incontinência urinária e fecal, e cianose.

Por que as abelhas atacam?

O ferrão dos abelhas, vespas e formigas (himenópteros sociais) exerce um papel essencial para a defesa de suas colônias. As abelhas geralmente formam sociedades com apenas uma rainha, vários zangões e operárias, sendo estas as responsáveis pelas picadas.

Elas perdem o ferrão ao picar, morrendo em seguida. Como possui músculos próprios, o ferrão continua a injetar a peçonha mesmo após a separação do resto do corpo. Ao atacar nas proximidades de um enxame, as primeiras abelhas liberam um feromônio que faz com que outras invistam contra o mesmo alvo, podendo ocasionar acidente com centenas de picadas.

Coloridos, odores e sons as irritam facilmente. Há cerca de 20 mil diferentes espécies de abelhas. Elas vivem em todos os continentes, exceto o Antártico, e são importantes em diversos ecossistemas, desempenhando o papel de polinizadoras. O mel produzido nas colmeias é utilizado na alimentação da própria colônia.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

A lagarta (taturana, marandová, mandorová, mondrová, ruga, oruga, bicho-peludo) é uma das fases do ciclo biológico de mariposas e borboletas (lepidóptero). Os acidentes provocados por lagartas, popularmente chamados de “queimaduras”, têm evolução benigna na maioria dos casos.

As lagartas do gênero Lonomia são as que têm maior relevância para a saúde pública, pois podem ocasionar acidentes graves ou mortes, pela inoculação do veneno no organismo, que se dá por meio do contato das cerdas urticantes com a pele.

Somente a fase larval (lagartas) desses animais é capaz de produzir efeitos sobre o organismo; as demais (pupa, ovo e adulto) são inofensivas, exceto as mariposas fêmeas adultas do gênero Hylesia (Saturniidae), que apresentam cerdas no abdômen. Em contato com a pele, essas cerdas podem causar dermatite papulopruriginosa.

Estas são as duas espécies de lagartas que mais causam acidentes no Brasil:

  • Família Megalopygidae (lagartas “cabeludas”) – são geralmente solitárias e não-agressivas, de 1 a 8 cm de comprimento, possuem “pelos” dorsais longos e sedosos de colorido variado (castanho, branco, negro, róseo), que camuflam as verdadeiras cerdas pontiagudas e urticantes. As cerdas pontiagudas e curtas contêm as glândulas de veneno, entremeadas por outras longas, coloridas e inofensivas.
  • Família Saturniidae (lagartas “espinhudas”) – vivem em grupos, possuem cerdas urticantes em forma de espinhos, semelhantes a pequenos pinheiros verdes distribuídos no dorso da lagarta, não possuindo pelos sedosos. Têm “espinhos” ramificados e pontiagudos de aspecto arbóreo, com tonalidades esverdeadas mimetizando muitas vezes as plantas que habitam. Nesta família se inclui o gênero Lonomia, com ampla distribuição em todo o País, causador de acidentes hemorrágicos.

O Brasil é o único país produtor do Soro Antilonômico (SALon)., específico para o tratamento dos envenenamentos moderados e graves causados por essas lagartas.

Sintomas de acidentes com lagartas

Normalmente, os acidentes com lagartas ocorrem quando o indivíduo toca o animal, geralmente em tronco de árvores ou ao manusear vegetação. O contato com as cerdas pontiagudas faz com que o veneno contido nos “espinhos” seja injetado na pessoa. A dor, na maioria dos casos, é violenta, irradiando-se do local da “queimadura” para outras regiões do corpo. No caso da Lonomia, algumas vezes aparecem complicações como sangramento na gengiva e aparecimento de sangue na urina.

Tratamento de acidentes com lagartas

Dependendo da lagarta, os sintomas podem tratados com medidas para alívio da dor, como compressas frias ou geladas. Nos casos de suspeita de acidente com Lonomia, o paciente deve ser levado ao serviço de saúde mais próximo, para que o profissional de saúde avalie a necessidade de administração do soro antilonômico.

Como prevenir acidentes com lagartas

Ao coletar frutas no pomar, realizar atividades de jardinagem ou em qualquer outra em ambientes silvestres, observar bem o local, troncos, folhas, gravetos antes de manuseá-los, fazendo sempre o uso de luvas para evitar o acidente. A incidência maior de acidentes deve-se ao desmatamento, queimadas, extermínio de predadores naturais, loteamentos sem planejamento e sem avaliação do impacto ecológico que isto acarreta, obrigando a procura destas espécies por outros ambientes para sobreviver, onde se dá o contato com o homem.

O que fazer em caso de acidente com lagartas

  • Lavar o local da picada com água fria ou gelada e sabão.
  • Levar o indivíduo imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo oportuno.
  • A identificação da lagarta causadora do acidente pode ajudar no diagnóstico. Portanto, se for possível, é recomendado levar a causadora ao serviço de saúde.
  • Atualizar-se regularmente junto à secretaria estadual de saúde para saber quais pontos de tratamento com o soro específico na sua região.

O que NÃO fazer em caso de acidente com lagartas

  • Não fazer torniquete ou garrote, furar, cortar, queimar, espremer, fazer sucção no local da ferida e nem aplicar folhas, pó de café ou terra sobre ela, para não provocar infecção.
  • Não coçar o local.
  • Não aplicar qualquer tipo de substância sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina), nem fazer curativos que fechem o local, pois podem favorecer a ocorrência de infecções.
  • Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado ou outros líquidos como álcool, gasolina ou querosene, pois não têm efeito contra o veneno e podem causar problemas gastrointestinais na vítima.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

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