BIOMAX Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br A BIOMAX é especializada no Controle de Pragas em indústrias de alimentos, medicamentos, embalagens, hotelaria, hospitais e nas demais empresas que procuram um programa sustentável com as exigências da Anvisa, da Norma ISO 22000, BPF, HACCP e Ministério da Agricultura. Utiliza o sistema de controle denominado Manejo Ecológico de Pragas (MEP) o qual une eficácia no controle das pragas e segurança para as pessoas e o meio ambiente. Wed, 18 Mar 2020 14:58:22 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3.2 https://www.biomax-mep.com.br/wp-content/uploads/2018/08/cropped-logo-biomax-icon-512-32x32.png BIOMAX Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br 32 32 Qualidade do ar para ambientes climatizados artificialmente https://www.biomax-mep.com.br/qualidade-ar-ambientes-climatizados-artificialmente/ Wed, 18 Mar 2020 10:09:39 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1205 Ambientes climatizados artificialmente necessitam, por lei, de manutenção e análises para garantir a salubridade do ar Você sabia que o ar poluído em ambientes fechados está entre os quatro primeiros fatores de risco de morte, avaliados pela OMS (Organização Mundial da Saúde)? De acordo com Ross Anderson, professor de epidemiologia e saúde pública da Universidade […]

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Ambientes climatizados artificialmente necessitam, por lei, de manutenção e análises para garantir a salubridade do ar

Você sabia que o ar poluído em ambientes fechados está entre os quatro primeiros fatores de risco de morte, avaliados pela OMS (Organização Mundial da Saúde)?

Qualidade do ar para ambientes climatizados artificialmente

De acordo com Ross Anderson, professor de epidemiologia e saúde pública da Universidade de Londres, em entrevista ao portal Terra, “A contaminação do ar interior é o quarto fator de risco mais importante para a redução da expectativa de vida, à frente da má alimentação, da hipertensão e do tabagismo”.

Todos sabem que para manter a qualidade do ar em ambientes com ar-condicionado, é necessária uma manutenção frequente e adequada de todos os aparelhos. Essa afirmação não se aplica somente aos ambientes domésticos, mas também e, principalmente, a empresas e espaços comerciais – lugares nos quais o fluxo de pessoas é intenso.

Ambientes climatizados artificialmente são repletos de gases tóxicos, como o monóxido e o dióxido de carbono (CO e CO2), amônia, dióxido de enxofre e formaldeídos, oriundos de materiais de construção e de limpeza, máquinas copiadoras e, até mesmo, do organismo humano. Além destes gases, existem os poluentes biológicos, como fungos, protozoários, bactérias, ácaros etc., quase sempre alojados em tapetes, estofados e cortinas. Toda essa contaminação resultou na denominação da SBS (Síndrome do Edifício Doente – Sick Biulding Syndrome), reconhecida pela OMS na década de 1980.

A baixa renovação do ar, nestes casos, é outro fator agravante na disseminação de doenças, sobretudo, das respiratórias, relacionadas à baixa qualidade do ar.

Irritação dos olhos, do nariz, náuseas, dores de cabeça, cansaço excessivo, tosses etc., são alguns dos sintomas das principais doenças, como a pneumonia, a sinusite e as rinites, que podem ser causadas pela SBS. Em empresas, a SBS pode ser ainda mais prejudicial, pois afeta diretamente a produtividade dos colaboradores, já que o absenteísmo e a falta de concentração são resultados da exposição dos funcionários em um ambiente insalubre. Este fato traduz com clareza a relação da qualidade do ar com a Saúde Pública e Ocupacional.

De acordo com dados preliminares do Ministério da Saúde (Fonte: portal Terra), houve um amento de cerca de 19% no índice de mortes por doenças respiratórias, como a bronquite e a asma: em 2000, eram 33.713 casos fatais e, em 2010, esse número subiu para 40.360 mortes. É importante ressaltar que essas doenças também são relacionadas à baixa qualidade do ar.

Neste cenário verifica-se a importância de um rigoroso controle microbiológico do ar, sobretudo, em empresas, indústrias e centros comerciais. Aliás, em 1998, a Anvisa  (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) publicou a Portaria nº 3.523, prevendo para todos os ambiente climatizados artificialmente de uso público e coletivo elaborar e manter um plano de manutenção e controle dos sistemas de condicionamento de ar. Logo depois, em 2000, a Resolução n° 176, prevê os parâmetros biológicos, químicos e físicos para verificar a qualidade do ar.

Para essa verificação, empresas especializadas no assunto desenvolveram alguns métodos. A BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas oferece a análise microbiológica do ar interior, por meio da quantificação de microorganismos, pureza do ar, indicador de renovação de ar externo, parâmetros físicos de temperatura, umidade e velocidade do ar.

A BIOMAX é especializada em análises da qualidade e poluição do ar em ambientes climatizados artificialmente e em ambientes públicos e, para isso, utiliza equipamentos de última geração e conta com o trabalho de profissionais qualificados, garantindo a eficácia e precisão dos laudos. Seus principais clientes neste segmento são hospitais, clínicas médicas e odontológicas, laboratórios, indústrias farmacêuticas, alimentícias e químicas e empresas em geral.

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Sapo-cururu É Predador Natural do Escorpião Amarelo https://www.biomax-mep.com.br/sapo-cururu-e-predador-natural-do-escorpiao-amarelo/ Tue, 10 Mar 2020 10:47:01 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4787 As ocorrências de acidentes com escorpiões no Brasil cresceram 80% nos últimos 5 anos: de 78 mil casos em 2014, terminamos o ano de 2019 com 144 mil casos de envenenamento causados por picadas de escorpiões. Por isso biólogos e profissionais da saúde mantêm-se estudando as melhores formas de fazer um bom controle de pragas. […]

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As ocorrências de acidentes com escorpiões no Brasil cresceram 80% nos últimos 5 anos: de 78 mil casos em 2014, terminamos o ano de 2019 com 144 mil casos de envenenamento causados por picadas de escorpiões. Por isso biólogos e profissionais da saúde mantêm-se estudando as melhores formas de fazer um bom controle de pragas. Uma nova pesquisa feita no Brasil em parceria com uma universidade norte-americana abriu precedente para novas descobertas nesta área.

Cientistas do Instituto Butantan e da Universidade Estadual de Utah (EUA)  divulgaram um novo estudo na revista científica Toxicon que mostra que o sapo-cururu (Rhinella icterica) é um anfíbio altamente resistente à picada de escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), espécie que se tornou um problema de saúde pública no Brasil, por conta dos crescentes casos de envenenamento.

Um vídeo curto divulgado pelos pesquisadores, mostra como o sapo consegue comer a sua presa sem muita dificuldade. Os cientistas também fizeram a aplicação de uma grande dose de veneno de escorpião nos anfíbios, equivalente a dez picadas, o que é suficiente para matar ratos e deixar um ser humano hospitalizado em estado grave. Os sapos não mostraram nenhuma alteração de saúde ou sintomas que indicassem algum problema, ao contrário, se alimentaram muito bem, com baratas e outros insetos que os cientistas ofereceram aos anfíbios.

Este e outros estudos relacionados a cadeia alimentar dos animais é de suma importância para o controle de pragas em ambientes urbanos e rurais. Apesar de existir um certo preconceito nas sociedades urbanas em relação aos sapos, sua importância para a manutenção do ecossistema é valiosa, pois são predadores naturais do escorpião, moscas, mosquitos e insetos em geral, que podem comprometer a saúde dos moradores de residenciais, principalmente em condomínios mais afastados dos centros e também de empresas.
Por isso, é necessária a preservação dos sapos-cururus e de outras espécies predadoras do escorpião, bem como ações preventivas e de controle de praga, de forma segura e ecologicamente correta.

Por que fazer o controle de pragas? O real perigo do escorpião. 

No país há mais de 170 espécies de escorpiões, mas o mais preocupante para saúde pública é o escorpião amarelo, uma espécie com um veneno mais potente. Apesar da taxa de mortalidade ser relativamente baixa, 4 mortes a cada 10 mil ocorrências, os escorpiões podem ser muito nocivos, principalmente para crianças pequenas e idosos. No país, cerca de 140 pessoas morrem por envenenamento por ano. Para adultos, sua picada pode gerar vermelhidão, dor e inchaço no local, ou ,se for mais grave, enjoo, vômito, dores e espasmos musculares, dificuldade para caminhar, sonolência e confusão mental. Em todos os casos é bom procurar o médico o quanto antes.

Por isso, é importante pensar no controle de pragas não só no ponto de vista ambiental, com a preservação de espécies da cadeia alimentar, como o sapo-cururu, gambás e outros animais que ajuda no equilíbrio ecológico, mas também em como proteger ambientes residenciais e de trabalho em que há grande circulação de pessoas.

Como proteger a minha empresa dos escorpiões-amarelos?

Se a sua cidade teve um aumento nos casos de envenenamento por escorpiões, mantenha-se alerta, já que, ocorrências de picadas no trabalho pode atrapalhar a produtividade dos seus colaboradores e comprometer a produção da sua empresa. Por isso, vedar aberturas como ralos e fissuras no chão e nas paredes pode evitar surpresas indesejadas. Manter em dia a limpeza periódica dos depósitos e locais de armazenamento também ajuda, já que estes insetos possuem hábitos noturnos e podem ficar escondidos em locais de pouca iluminação.

Caso sua empresa já tenha ocorrência de aparecimento de escorpião, o mais indicado é chamar profissionais habilitados para o manejo destas espécies para evitar acidentes. A BIOMAX Controle de Pragas possui um serviço  sustentável de controle de pragas, com profissionais capacitados e com certificação pela ANVISA com todas as exigências da Norma ISO 22000, BPF, HACCP e Ministério da Agricultura.

No condomínio que administro foram encontrados escorpiões. O que faço?

Um condomínio residencial, com grande circulação de crianças e idosos não pode de forma alguma conter nenhum tipo de praga que prejudique a saúde ou até comprometa a vida de seus condôminos. Por isso, o administrador, gestor ou síndico deve chamar profissionais capacitados para resolver o problema de forma efetiva. Um controle de pragas eficiente evita a reincidência dos insetos, mas deve ser realizado dentro dos parâmetros da lei, para não gerar prejuízos indesejados. A BIOMAX utiliza o sistema de controle denominado Manejo Ecológico de Pragas (MEP), que é altamente recomendado por sua eficácia e por ser altamente seguro para a saúde de todos os moradores do condomínio.

Saiba mais sobre controle de pragas ou deseja conhecer mais sobre nossos serviços, entre em contato conosco e saiba todas as soluções que a BIOMAX tem para o seu condomínio, empresa ou indústria.

Fonte: wikipedia/Mike Peel

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Controle de Pombos para a Indústria e Agronegócio https://www.biomax-mep.com.br/controle-de-pombos-para-a-industria-e-agronegocio/ Thu, 27 Feb 2020 15:53:31 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4778 A ocupação dos espaços feita pelo ser humano faz com que animais silvestres tenham que se adequar aos ambientes urbanos e rurais. Um exemplo de animal que se inseriu no contexto das cidades e do campo é o pombo. Esta ave, apesar de parecer inofensiva, pode trazer danos à saúde do homem, pois carrega consigo […]

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A ocupação dos espaços feita pelo ser humano faz com que animais silvestres tenham que se adequar aos ambientes urbanos e rurais. Um exemplo de animal que se inseriu no contexto das cidades e do campo é o pombo. Esta ave, apesar de parecer inofensiva, pode trazer danos à saúde do homem, pois carrega consigo diversos focos de doenças, infestando casas, indústrias e plantações com fungos e bactérias nocivas. Por isso, realizar o controle de pombos é uma tarefa não só das cidades, mas também das indústrias e do agronegócio, já que as fezes deste animal pode contaminar alimentos e produtos, causando prejuízo às empresas e a diferentes tipos de cultivos.

Por isso, neste texto vamos aprender o que é o controle de pombos e como fazê-lo de forma correta no meio industrial ou no agronegócio.

O que é o controle de pombos?

É a ação de prevenção e remoção de pombos em locais de risco, por meio da captura e em conformidade com a legislação aplicável. Através desta medida, os pombos indesejados são removidos de espaços como, indústrias, empresas, armazéns de produtos e alimentos e locais com grande circulação de pessoas, o que ajuda a prevenir doenças de trato respiratório e digestivo, evita a proliferação de fungos e bactérias nocivos à saúde humana e ajuda a controlar o desequilíbrio ambiental.

Este serviço é feito, geralmente, por uma empresa especializada em controle de pombos.

Uma boa empresa é a que segue todas as diretrizes de leis ambientais vigentes, atenta-se segurança e realiza ações específicas para prevenir o local de uma nova infestação, garantindo saúde às pessoas que ali convivem e segurança para os processos produtivos do contratante.

Porque é preciso retirar os pombos da indústria ou plantação?

Com seus habitats destruídos, vários tipos de animais integram os ambientes urbanos e rurais. Estes animais, chamados sinantrópicos, quando transmitem doenças ou causam algum dano à saúde do homem ou de outros animais domésticos ou rurais são considerados uma “praga urbana” e, por isso, ações de controle são necessárias para a garantia da qualidade de vida da população.

Apesar do pombo ser considerado uma ave dócil, ela é causadora de graves doenças respiratórias, nervosas e dermatológicas em seres humanos. Suas fezes abrigam fungos e bactérias que, quando secas, espalham pelo ar agentes causadores de Criptococose, Ornitose e até Salmonela. Por isso, estar em um mesmo ambiente que contenha ninhos de pombos pode comprometer a saúde dos funcionários de uma indústria. Além disso, pode também comprometer a integridade de armazéns e processos produtivos, seja ele industrializado ou natural.

Como se faz?

Vale lembrar que o pombo integra a fauna brasileira desde a época da colonização do paíse que matar pombos sem a devida autorização, configura crime contra o meio ambiente. ( Lei 9605 de12/02/98). Assim, a ação de controle de pombos  de acordo com legislação em vigor demanda conhecimento e técnica, sendo, portanto prudente a contratação de uma empresa especializada em tal serviço

Para estabelecer um controle de pragas eficiente, as seguintes medidas são necessárias:

1. Realização de uma análise prévia de ambiente

Inicialmente é preciso observar o ambiente em que o animal está inserido  conhecer suas fontes de alimentos e abrigos para ninhos. Uma análise prévia minuciosa do ambiente da plantação ou indústria é, portanto, medida que se impõe.

2. Identificação da espécie

O conhecimento dos hábitos e das necessidades da ave é de extrema importância  para realizar a tarefa de controle de pombos.

3. Captura dos pombos

As aves precisam ser retiradas do local e levadas para viveiros especializados no cuidado e controle da natalidade do animal. Apenas espantá-las pode fazer com que voltem a rondar e estabeleçam ninhos em outras localidades próximas, o que não resolverá o problema. Por isso, se destacam as empresas especializadas no controle de pombas que possuam viveiros próprios, pois garantem a qualidade do serviço prestado.

4. Elaboração de práticas de prevenção

Para eliminar o risco de haver outras pragas no mesmo local, medidas preventivas precisam ser instauradas para eliminar ambientes propícios à infestação, como a instalação de barreiras que dificultem a passagem do pombo e a criação de ninhos. Também há práticas de controle de natalidade, como a aplicação de ração anticoncepcional.

No caso das indústrias é importante instituir um plano de comunicação e treinamento para os colaboradores, para que se faça a correta identificação de vestígios da presença dos pombos tais como fezes ou ninhos, por exemplo. Reportar a presença da praga aos responsáveis e a tomada imediata de providência para que se evite a proliferação são pontos-chave nesse processo. A informação é a primeira medida para garantir a saúde dos seus colaboradores e a qualidade do processo produtivo.

Quer saber mais sobre controle de pombos em indústrias e no agronegócio acompanhe nosso site ou fale conosco para conhecer as soluções da BIOMAX para o controle de pragas.

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Curso Gratuito de Boas Práticas nos Serviços de Alimentação no Sebrae https://www.biomax-mep.com.br/curso-gratuito-de-boas-praticas-nos-servicos-de-alimentacao-no-sebrae/ Fri, 31 Jan 2020 17:47:38 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4767 De forma acessível e totalmente gratuita, o Sebrae disponibiliza um curso online direcionado à área de serviços de alimentação. O público alvo desse treinamento são empresas de serviços de alimentação, tais como: manipulação, preparação, fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados ao consumo, tais como cantinas, bufês, comissarias, confeitarias, cozinhas […]

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De forma acessível e totalmente gratuita, o Sebrae disponibiliza um curso online direcionado à área de serviços de alimentação.

O público alvo desse treinamento são empresas de serviços de alimentação, tais como: manipulação, preparação,
fracionamento, armazenamento, distribuição, transporte, exposição à venda e entrega de alimentos preparados ao
consumo, tais como cantinas, bufês, comissarias, confeitarias, cozinhas industriais, cozinhas institucionais,
delicatéssens, lanchonetes, padarias, pastelarias, restaurantes, rotisserias e congêneres.

Este curso oferece capacitação com foco na Resolução RDC 216/2004 da Anvisa, no processo de elaboração dos alimentos, nas formas de armazenamento e conservação, abordando também a importância e obrigatoriedade do Controle Integrado Pragas Urbanas e Vetores: sistema que incorpora ações preventivas e corretivas destinadas a impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas que comprometam a qualidade higiênico-sanitária do alimento, além de outros importantes conceitos e práticas que aprimorarão o negócio, tais como:

• Higiene e Boas Práticas
• Planejamento para implantar as Boas Práticas
• Manual de Boas Práticas
• Alimentos seguros: o que são?
• Perigos Físicos
• Perigos Químicos
• Perigos Biológicos
• Medidas de controle
• Critérios no recebimento
• Armazenamento dos alimentos
• Sistemas PVPS e PEPS
• Critérios de segurança no transporte
• Garantia da qualidade dos alimentos
• Contaminação cruzada
• Higienização de utensílios
• Controle integrado de pragas urbanas
• Abastecimento de água
• Manejo dos resíduos
• Regras de higiene para os visitantes
• Elaboração dos documentos
• Planilhas de monitoramento e check-list

Matriculas são realizadas diretamente no site do Sebrae pelo título: Boas Práticas nos Serviços de Alimentação.

Fonte: SEBRAE

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Formigas Saúvas Aceleram Corte e Transporte de Folhas Diante de Ameaça de Chuva e Vendaval https://www.biomax-mep.com.br/formigas-sauvas-aceleram-corte-e-transporte-de-folhas-diante-de-ameaca-de-chuva-e-vendaval/ Fri, 06 Dec 2019 10:09:17 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4757 As saúvas (Atta sexdens) enfrentam dois grandes desafios ao deixar a segurança do ninho para forragear: escolher as melhores plantas para coletar folhas e evitar serem surpreendidas por um vendaval ou um temporal, o que atrapalharia a conclusão da tarefa. Um estudo feito por pesquisadores da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de […]

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As saúvas (Atta sexdens) enfrentam dois grandes desafios ao deixar a segurança do ninho para forragear: escolher as melhores plantas para coletar folhas e evitar serem surpreendidas por um vendaval ou um temporal, o que atrapalharia a conclusão da tarefa.

Um estudo feito por pesquisadores da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) mostrou que essas formigas cortadeiras são capazes de prever condições climáticas adversas ao perceberem mudanças na pressão atmosférica.

Ao detectar uma queda acentuada na pressão atmosférica – que na maioria dos casos é um sinal de chuva e ventos fortes iminentes –, as formigas cortadeiras passam a executar as tarefas rotineiras de corte e transporte das folhas de forma muito mais rápida. Dessa forma, conseguem coletar e armazenar a maior quantidade possível de alimentos para o ninho, observaram os pesquisadores.

Os resultados do estudo, feito no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Semioquímicos na Agricultura – um dos INCTs financiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo –, foram publicados na revista Ethology.

“Observamos que a capacidade de as formigas cortadeiras perceberem mudanças na pressão atmosférica permite prever condições meteorológicas adversas e mudar as estratégias de forrageamento”, disse à Agência FAPESP José Maurício Simões Bento, professor da Esalq-USP e um dos autores do estudo.

De acordo com o Bento, a busca de alimentos é essencial em um ninho de formigas cortadeiras, uma vez que somente uma pequena parte dos indivíduos sai da colônia.

“Muitas castas das saúvas, como a rainhas, as jardineiras e fases imaturas das formigas, permanecem no interior do ninho. Somente saem as forrageiras, para cortar e transportar as folhas, e os soldados, para defender a entrada da colônia”, explicou.

As escoteiras, que são as primeiras forrageiras a sair, têm a função de explorar os arredores do ninho e encontrar uma planta adequada para extrair as folhas. Ao localizá-la, retornam à colônia, marcando uma trilha com um feromônio para que as demais operárias possam se guiar até a planta, fazer o corte e o carregamento das folhas para o ninho.

A maior parte desse material vegetal é usada para cultivar, no interior do formigueiro, um fungo da espécie Leucoagaricus gongylophorus, com o qual essas formigas mantêm uma relação de mutualismo. As folhas trazidas pelas operárias servem de substrato para o crescimento do microrganismo, que doa parte de suas hifas (filamentos de células) para a alimentação da colônia.

“Essas formigas cortadeiras cultivam esse fungo para ter o alimento em grande disponibilidade, principalmente como uma reserva para os períodos de maior escassez”, disse Bento.

Maior rapidez

A fim de avaliar se as formigas cortadeiras são capazes de perceber variações da pressão atmosférica e, dessa forma, mudar suas estratégias de forrageamento, os pesquisadores analisaram o recrutamento de operárias e os padrões de corte e carregamento de folhas desses insetos sob condições de pressão atmosférica alta e baixa em comparação com uma condição estável.

No experimento, ninhos de saúva foram introduzidos em uma câmara barométrica e submetidos durante três horas a condições de pressão atmosférica estável (950 milibar), alta (de 958 mbar) e baixa (de 942 mbar).

“Escolhemos uma variação de pressão de 8 milibar entre as condições baixa, estável e alta, porque tem sido a média registrada nas cidades brasileiras que produzem eucalipto ou rosas, onde a saúva é considerada uma praga agrícola”, explicou Bento.

Após as diferentes condições de pressão atmosférica serem atingidas, o ninho foi filmado por uma hora, uma vez que a chuva e o vento geralmente acontecem horas após a diminuição da pressão.

Nesse estágio, a entrada do ninho foi aberta, de modo a possibilitar às formigas o acesso a uma roseira por meio de uma plataforma montada em frente às colônias.

Foram analisados estatisticamente o tempo que a primeira formiga escoteira deixou ou ninho, além do número total de operárias forrageiras e de folhas cortadas e trazidas para a colônia.

As análises indicam que, em uma condição de baixa pressão, as escoteiras deixaram seus ninhos 2,8 vezes mais rápido do que quando a pressão foi constante e 3,7 vezes mais rápido do que em alta pressão.

“As formigas percebem individualmente a queda da pressão atmosférica e, a partir disso, aumentam a eficiência no forrageamento. Essa maior agilidade permite encontrar maior quantidade de matéria vegetal, uma vez que, após o temporal, as plantas normalmente perdem parte das folhas que carregam, reduzindo a quantidade disponível”, afirmou Bento.

Os pesquisadores não observaram uma diferença no número de operárias recrutadas para a coleta das folhas. No entanto, constataram que entre 1,5 e 2 vezes mais folhas foram cortadas e trazidas para o ninho durante a queda da pressão atmosférica.

Na avaliação do pesquisador, o esforço de todas as forrageiras para transportar e trazer uma quantidade maior de alimentos para a colônia em uma situação adversa mostra a alta capacidade de tomada de decisão desses insetos em favor da manutenção do grupo, sem um controle central ou unitário. “Esse é mais um indício de quão evoluídos são esses insetos”, afirmou.

O artigo Foraging activity of leaf-cutter ants is affected by barometric pressure (DOI: 10.1111/eth.12967), de Fernando R. Sujimoto, Camila M. Costa, Caio H. L. Zitelli e José Maurício S. Bento, pode ser lido na revista Ethology em onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/eth.12967.

fonte: Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND.

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Estudo Para o Controle Biológico de Formigas Saúvas https://www.biomax-mep.com.br/estudo-para-o-controle-biologico-de-formigas-sauvas/ Wed, 06 Nov 2019 12:20:21 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4664 Pesquisa internacional, centralizada na Unesp de Rio Claro (SP), investigou as relações de simbiose e parasitismo estabelecidas entre as saúvas e outras formigas cortadeiras com dois gêneros de fungos. Um dos desdobramentos do estudo prevê ainda o controle biológico das formigas em monoculturas. O estudo está diretamente associado a dois projetos apoiados pela FAPESP: “Sistemática […]

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Pesquisa internacional, centralizada na Unesp de Rio Claro (SP), investigou as relações de simbiose e parasitismo estabelecidas entre as saúvas e outras formigas cortadeiras com dois gêneros de fungos.

Um dos desdobramentos do estudo prevê ainda o controle biológico das formigas em monoculturas.

O estudo está diretamente associado a dois projetos apoiados pela FAPESP:

“Sistemática e filogenia do fungo parasita Escovopsis associado às formigas Attini”; e “Código de barras de DNA e potencial biotecnológico dos microfungos associados aos ninhos das formigas cortadeiras”.

Saiba mais:

Fonte: FAPESP

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Equipe de Biólogos Mostram o Maravilhoso e Interessante Micromundo dos Insetos https://www.biomax-mep.com.br/equipe-de-biologos-mostram-o-maravilhoso-e-interessante-micromundo-dos-insetos/ Wed, 30 Oct 2019 17:45:44 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4653 Conheça um dos maiores predadores do mundo dos insetos: o louva-a-deus A equipe de biólogos do Projeto Mantis tem uma missão científica que beira à poesia: mostrar a todos o quão maravilhoso e interessante é o micromundo dos insetos. E o porta-voz escolhido para essa empreitada é o louva-a-deus. O projeto surgiu em 2015 e […]

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Conheça um dos maiores predadores do mundo dos insetos: o louva-a-deus

A equipe de biólogos do Projeto Mantis tem uma missão científica que beira à poesia: mostrar a todos o quão maravilhoso e interessante é o micromundo dos insetos. E o porta-voz escolhido para essa empreitada é o louva-a-deus.

O projeto surgiu em 2015 e hoje trabalha no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, sob a orientação da pesquisadora Maria Lúcia Moscatelli.

Assista clicando na imagem!

Fonte: G1

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Escorpiões: Veneno, Morfologia, Biologia e Prevenção https://www.biomax-mep.com.br/escorpioes-veneno-morfologia-biologia-e-prevencao/ Thu, 10 Oct 2019 12:09:34 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=154 Os escorpiões pertencem ao filo Arthropoda (gr. arthros = articulado + poda = pé) e Classe Aracnida (artrópodes quelicerados. As quelíceras – correspondem aos apêndices do primeiro segmento e são estruturas em forma de gancho e servem para capturar a presa e apresentam glândulas de veneno associadas). São cerca de 1500 espécies, sendo 25 realmente […]

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Os escorpiões pertencem ao filo Arthropoda (gr. arthros = articulado + poda = pé) e Classe Aracnida (artrópodes quelicerados. As quelíceras – correspondem aos apêndices do primeiro segmento e são estruturas em forma de gancho e servem para capturar a presa e apresentam glândulas de veneno associadas). São cerca de 1500 espécies, sendo 25 realmente perigosas.

Existem fósseis comprovando que surgiram há 400 milhões de anos (Siluriano), eram providos de brânquias, e frequentemente encontrados com sedimentos marinhos, estes escorpiões certamente viviam na água. Algumas destas espécies podiam ter até 90 cm.

Ocorrem em todos os Continentes exceto na Antártida, porém cada espécie é restrita a uma determinada área, quanto mais alta a latitude, menor o número de espécies. Habitam: desertos, caatingas, cerrados, florestas temperadas, florestas pluviais e zona de marés.

A percepção pela visão é pouco desenvolvida, sendo capaz de distinguir apenas luz e sombra. As fendas sensoriais presentes nas pernas são capazes de perceber a movimentação do solo. As tricobótrias são cerdas especiais, principalmente localizada nos pedipalpos, sensíveis a movimentação do ar e ao tato e tem como função a localização de presas e inimigos.

Conheça outros serviços BIOMAX para indústrias, hospitais, hotéis, shoppings, condomínios:

Controle de Pragas

Controle de Pombos

Desinsetização

Controle Integrado de Pragas

Análise do Ar

Identificação de Pragas

Descupinização

Desratização

Descupinização

Os pentes desempenham várias funções: como quimireceptoras, mecanorreceptora sentindo as vibrações do solo e servem também para a escolha do substrato para a fixação do espermatóforo.

Estrutura Física dos Escorpiões

Estrutura Física dos Escorpiões

Seu veneno é composto de 69% de componentes protéicos sendo de ação neurotóxica e produzido nas glândulas de veneno. É injetado através do ferrão, com o auxilio de músculos da vesícula que o impulsionam.

Ferrão dos Escorpiões

Ferrão dos Escorpiões

Aspectos Biológicos dos Escorpiões

Eram considerados exclusivamente noturnos, com exceção atual para poucas espécies. Sua alimentação é essencialmente pequenos artrópodos (aranhas, grilos, baratas etc.); eventualmente pequenos vertebrados, e excepcionalmente aceitam algo que não seja a presa capturada por eles próprios (cativeiro). Podem ficar em jejum de 5 a 6 meses, e em algumas espécies até 1084 dias.

A captura ocorre quando localiza a presa, o escorpião tenta imediatamente agarrá-la com as pinças de seus palpos, se esta não oferecer resistência é imediatamente levada às quelíceras. Se resistir o escorpião fará uso do ferrão, paralisando-a com o veneno.

Escorpiões são predadores de vários insetos

Escorpiões são predadores de vários insetos

Os tecidos da presa são triturados pelas quelíceras, e ao mesmo tempo, umedecidos com suco digestivo. Inicia-se assim a digestão.

A necessidade de água varia de acordo com a espécie e condições ambientais. O aproveitamento da água proveniente do alimento é importante, principalmente para espécies de regiões áridas ou semi-áridas.

O canibalismo é normal, geralmente parturiente comem alguns de seus filhotes, sendo incitado por competição pela mesma presa e falta de alimento; também ocorre durante a ecdise (troca da pele). E em algumas espécies a fêmea se alimenta do macho após o acasalamento.

Os escorpiões são predados por camundongos, quatis, macacos, sapos, lagartos, corujas, seriemas, galinhas, aranhas, formigas e até os próprios escorpiões. E sofrem com vírus, bactérias, fungos, nematóides, ácaros, etc. Embora essa pudesse ser uma estratégia de controle biológico é pouco estudada.

Sua locomoção é com o metassoma curvado para cima e palpos dirigidos para frente, proporcionam uma locomoção lenta aos escorpiões.

Quando em repouso o escorpião fica parado geralmente este conserva o metassoma rebatido para um dos lados, pernas encolhidas e a face ventral do corpo apoiada ao substrato.

Escorpião em repouso

Escorpião em repouso

Sendo artrópodos, os escorpiões passam durante a vida, por mudas, isto é, trocam periodicamente a cutícula. A cutícula velha funde-se, e o corpo por meio de vibrações vai saindo essa cutícula velha édenominada exúvia. Sofrem de 4 a 5 ecdises, e a maturidade ocorre por volta de um ano.

São capazes de produzir som através da estridulação, com o atrito entre partes do corpo; palpo – perna, quelícera – cefalotórax, metassoma – ferrão e o pente – esternito.

Apresentam a capacidade de catalepsia, que é a imobilização do corpo, como se o animal estivesse se fingindo de morto, o dorso fica voltado para o substrato (até 6 horas).

A crendice do suicídio originou-se de observações mal feitas, em toda situação em que este tenta se defender de um inimigo, ele levanta o metassoma, movimenta-o para frente com o ferrão, chegando a roçar com este o próprio dorso, causando a impressão de que está se ferrando.

O acasalamento ocorre quando o macho encontra a fêmea, se esta estiver receptiva, se seguram pelos palpos, o macho caminha até encontrar um substrato favorável, esse não possui pênis (espermatóforo), ele fixa o espermatóforo no substrato, abaixa o metassoma e puxa a fêmea para cima do espermatóforo. Por sucessivos e curtos deslocamentos, a fêmea coloca o orifício genital em contato com o órgão. O tempo mínimo entre acasalamentos é de seis dias. A gestação varia entre espécies, variando entre 42 e 580 dias, geralmente 125 dias, são vivíparos, colocando o número de embriões de 17 em média, os filhotes se alojam nas costas da mãe (20 dias)

capacidade do Escorpião de multiplicar-se

capacidade do Escorpião de multiplicar-se

A reprodução por partenogênese é a capacidade de multiplicar-se por meio de ovos não fertilizados (óvulos), portanto sem a intervenção do macho. Até hoje nunca foi encontrado um macho de Tityus serrulatus. Também ocorre em espécies cujos machos são conhecidos.

No mundo são cerca de 1500, no Brasil ocorre aproximadamente 80 e no estado de São Paulo são conhecidas 13 espécies. As espécies perigosas no Brasil são Tityus stigmurus; Tityus serrulatus e Tityus bahiensis.

 

Tityus stigmurus

  • Tamanho: 65mm;
  • Carapaça amarelada, com um triângulo anterior preto;
  • Faixa mediana bem nítida, ao longo do corpo;
  • Vesícula amarela;

Encontrado na Região Nordeste.

Espécie de Escorpião Tityus stigmurus

Espécie de Escorpião Tityus stigmurus

Saiba mais sobre o Tityus stigmurus

Tityus serrulatus

  • Tamanho: 60 a 65 mm;
  • Coloração geral amarela;
  • Carapaça e térgitos mais escuros que os apêndices;
  • Último segmento metassomático com mancha escura ventral;
  • Penúltimo segmento do metassoma com dentículos dorsais perceptíveis ao tato;
  • Encontrado na Região Sudeste;
  • Idade máxima: 1590 dias.
  • T. serrulatus é sem dúvida a espécie brasileira mais importante do ponto de vista médico;
  • É responsável por 98% dos casos fatais no Brasil;
  • Muito comum em SP e MG.
  • Dentre as espécies brasileiras é a que injeta maior quantidade de veneno.
Espécie de Escorpião Tityus-serrulatus

Espécie de Escorpião Tityus-serrulatus

Saiba mais sobre o Escorpião Tityus-serrulatus também conhecido como Escorpião-Amarelo

Tityus bahiensis

  • Tamanho: 60 a 65 mm;
  • Carapaça e tergitos de cor parda escura;
  • Metassoma mais claro, avermelhado, assim como os apêndices;
  • Palpos com mancha escura muito característica;
  • Pentes amarelados;
  • Pernas com manchas escuras pequenas;
  • Idade máxima: 1447 dias.
Espécie de Escorpião Tityus-bahiensis

Espécie de Escorpião Tityus-bahiensis

Saiba mais sobre o Tityus-bahiensis

As partes do corpo mais atingidas são: 57% as mãos; 7% os braços; 18% os pés; 3,5% as pernas e 14,4% outras partes.

O tratamento através de soro anti-escorpiônico é utilizado somente em casos graves. No Brasil é produzido um soro bivalente. Age contra o veneno de T. bahiensis e o de T. serrulatus.

Os sintomas do envenenamento são dor local intensa, salivação, abaixamento na temperatura, lacrimação, escorrimento nasal, hiperglicemia, taquicardia e hipertensão.

Monitoramento

Procurar nos locais preferenciais: sob pedras, troncos caídos, cascas de árvores, pilhas de tijolos ou de telhas, montes de entulho, cemitérios etc.

Medidas Preventivas

É o método mais eficaz de controle, destruir os locais observados no monitoramento, assim acabando com os abrigos preferenciais do escorpião. Vãos em paredes, muros e pisos devem ser calafetados. Controlar insetos ao redor da área de manejo e dentro da área, principalmente baratas. Fechamento total dos espaços existentes entre as portas e o chão. A colocação de uma faixa de azulejos contínua e bem lisa, em torno das paredes externas das casas evitam que adentrem. No caso de existirem rampas de entrada para automóveis, deve haver um espaço de cerca de 5 cm entre estas e a parede

Controle de Pragas ou Veneno para Escorpião:

No tratamento químico, devem-se utilizar produtos microencapsulados.

A Prevenção é o método mais eficaz de controle do Escorpião

A Prevenção é o método mais eficaz de controle do Escorpião

Controle Ecológico

  • Fungos?
  • Bactérias?
  • Predadores?

Pouco tem sido estudado e ainda não se sabe o real potencial de controles efetivos contra o Escorpião. Portanto são usadas várias técnicas para o controle.

 

“O único animal bastante estúpido para ter a ideia de se matar é o homem”.

Von Ihering. 1915

 

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Abelhas Sem Ferrão Viram Bichos de Estimação https://www.biomax-mep.com.br/abelhas-sem-ferrao-viram-bichos-de-estimacao/ Mon, 26 Aug 2019 18:08:51 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3160 Todas as manhãs, com uma xícara de café nas mãos, dona Ivone observa o vai e vem de seus animaizinhos de estimação na varanda de seu apartamento em Ubatuba. São dezenas de pequenos seres alados, que zumbem e produzem mel. Isso mesmo, os animais de estimação de Ivone Ribeiro Campos são dois enxames de abelhas […]

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Todas as manhãs, com uma xícara de café nas mãos, dona Ivone observa o vai e vem de seus animaizinhos de estimação na varanda de seu apartamento em Ubatuba. São dezenas de pequenos seres alados, que zumbem e produzem mel.

Isso mesmo, os animais de estimação de Ivone Ribeiro Campos são dois enxames de abelhas jataí (Tetragonisca angustula), espécie muito comum no país.

“Sento e fico olhando enquanto uma entra e outra sai. É uma coisa viva, né? Eu gosto de ter coisas vivas em casa. Senão, a gente fica muito solitária”, diz a funcionária pública aposentada de 67 anos.

O que permite que dona Ivone possa apreciar as bichinhas sem medo é o fato de elas serem incapazes de aferroar.

Abelhas sem ferrão viram bichos de estimação

Abelhas sem ferrão viram bichos de estimação

Diferentemente das apis, de origem africana ou europeia, que costumam ser vistas rondando doces e refrigerantes e eventualmente ferroando quem os consome. Abelhas sem ferrão são chamadas meliponíferas. “Não tem veneno, não tem alergia”, afirma Celso Barbieri Jr., diretor técnico-científico da ONG SOS Abelhas sem Ferrão.

Embora esses insetos voadores sejam nativos do Brasil e habitem o país há milhões de anos, esses são desconhecidos por boa parte dos brasileiros. “Mais de 90% da população nunca ouviu falar das abelhas sem ferrão”, diz ele.

Com a intenção de apresentá-las para o público, o chef Ivan Ralston decidiu abrigar três colmeias na entrada de seu sofisticado restaurante, o Tuju, no bairro da Vila Madalena, em São Paulo.

Ralston, um grande apreciador dos méis produzidos pelas meliponíferas, os usa em suas receitas, e percebeu que seus clientes muitas vezes não têm ideia do que estão degustando.

“É um mundo com possibilidades gastronômicas enormes. Esses méis podem ter para o Brasil a força que a trufa tem para a gastronomia europeia”, afirma.

Sabores

Segundo o chef, eles trazem sabores muito especiais: o de abelhas borá (Tetragona clavipes), por exemplo, lembra queijo, e o mel de emerina (Plebeia emerina), “super ácido, parece um vinagre”.

A história do tenente da reserva da PM Jorge de Oliveira Diogo com as meliponíferas começou durante sua passagem pela polícia ambiental. Quando soube de um enxame em perigo em sua cidade, em Jacupiranga (SP), colocou as bichinhas numa caixa de madeira e as levou para casa.

“Acabei me apaixonando pelos ‘serzinhos'”, conta. Hoje seu xodó é uma colmeia de Friesella schrottkyi, conhecida popularmente como mirim-preguiça, também resgatada por ele. “Vieram num pote de sorvete e estavam bem debilitadas. Criei praticamente na mamadeira.”

fonte: Jornal Folha de São Paulo

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Novo Larvicida Biológico Elimina Larvas do Aedes Aegypti https://www.biomax-mep.com.br/novo-larvicida-biologico-elimina-larvas-do-aedes-aegypti/ Thu, 15 Aug 2019 12:10:08 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4611 O amido de milho, uma matéria-prima abundante, barata e biodegradável, foi a base usada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento de partículas capazes de armazenar e liberar controladamente compostos ativos letais para as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. A metodologia […]

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O amido de milho, uma matéria-prima abundante, barata e biodegradável, foi a base usada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento de partículas capazes de armazenar e liberar controladamente compostos ativos letais para as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya.

A metodologia teve a patente requerida por meio da Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e foi descrita em artigo na revista Industrial Crops and Products.

No trabalho, apoiado pela FAPESP e coordenado por Ana Silvia Prata, professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA-Unicamp), foi testado o óleo essencial de tomilho como agente larvicida. Esse óleo também é biodegradável e, na concentração usada na pesquisa, não oferece riscos à saúde humana.

“Conseguimos obter uma partícula que se comporta exatamente como os ovos do Aedes. Enquanto o ambiente está seco, ela se mantém inerte e conserva o agente ativo protegido. A partir do momento em que entra em contato com a água, começa a inchar para permitir a liberação do larvicida. Após três dias, período em que os ovos eclodem e tem início a fase larval, a partícula passa a liberar quantidades letais do princípio ativo na água”, disse Prata.

A ideia do projeto foi desenvolver um sistema de liberação controlada de larvicida para pequenos volumes hídricos, como vasos de planta, pneus, garrafas e entulhos diversos que podem virar criadouro do mosquito no ambiente urbano.

Segundo Prata, as autoridades sanitárias têm se preocupado em tratar com larvicidas caixas d’água e outros grandes reservatórios, mas estudos epidemiológicos indicam que 50% dos focos do Aedes estão em pequenas poças.

“Como o custo é baixo, o governo poderia produzir essas partículas e distribuí-las para a população, para que fossem espalhadas em locais da residência com potencial para acumular água da chuva, como medida complementar à conscientização da população e da luta contra a dengue”, disse.

Resultados dos testes feitos na Unicamp indicam que as partículas poderiam se manter funcionais durante aproximadamente cinco ciclos de chuvas. Após o primeiro contato com a água elas liberam apenas 20% do óleo de tomilho. “Fizemos o teste de deixar o material secar para depois reidratá-lo e observamos que as partículas voltam a liberar o agente larvicida normalmente”, contou Prata.

Ainda segundo a pesquisadora, o principal composto ativo encontrado no óleo de tomilho – o timol – impediu a proliferação de microrganismos no recipiente contendo a água, evitando que as partículas estragassem rapidamente depois de molhadas.

Método de produção

O ciclo de vida do Aedes aegypti é formado por quatro etapas: ovo, larva, pupa e mosquito adulto. O período total de desenvolvimento pode variar de cinco a 10 dias, tornando-se mais curto à medida que a temperatura aumenta. A fase larval, na qual o inseto está confinado no ambiente aquático, é considerada a mais estratégica para as ações de combate.

“Com base nessas informações, começamos a pensar em como deveria ser a partícula. Um de nossos colaboradores – Johan Ubbink [California Polytechnic State University, Estados Unidos] – sugeriu produzi-la por uma técnica conhecida como extrusão, a mesma usada na fabricação de salgadinhos de milho”, disse Prata.

O método consiste em forçar a passagem da massa de amido úmida e aquecida por um pequeno buraco. Normalmente, a ação da temperatura e da pressão exercida por uma rosca faz com que o material se expanda após a passagem pelo orifício.

“Adaptamos o processo, adotando uma temperatura mais branda e uma rotação de rosca mais suave, para que não ocorresse a expansão do material. Caso contrário, a partícula amoleceria rapidamente ao entrar em contato com a água, liberando o princípio ativo todo de uma vez”, disse Prata.

Outro desafio do grupo foi encontrar a composição adequada da matéria-prima. Como explicou a pesquisadora, o amido – seja ele de trigo, milho ou qualquer outra fonte – é composto fundamentalmente por frações variáveis de amilose e amilopectina. A quantidade de cada um desses componentes determina características como viscosidade e estrutura (capacidade de não se desfazer em contato com a água).

“Testamos formulações que tinham de 1,8% até 76% de amilose. E avaliamos, em cada caso, qual era o comportamento de lixiviação [o quão rápido a partícula se desfaz] e de inchamento no meio aquático”, disse Prata.

Ao mesmo tempo em que avaliavam esses dois aspectos da partícula, dosando a quantidade de óleo de tomilho liberada em função do tempo de contato com a água, os pesquisadores também observavam a atividade larvicida do composto ativo. O teste consistiu em medir a concentração necessária para matar 99% das larvas – parâmetro conhecido com CL99.

“O CL99 do óleo de tomilho não encapsulado é de aproximadamente 70 microgramas por mililitro [µg/ml]. Quando colocamos esse composto dentro da partícula, o valor diminui para 31 µg/ml, ou seja, nosso sistema de liberação controlada aumentou a ação larvicida”, disse a pesquisadora.

Ainda assim, o CL99 do composto natural permaneceu bem mais baixo que o de agentes sintéticos, como o temefós. A vantagem, segundo Prata, é que por ter uma composição química complexa, com outras moléculas ativas além do timol, é mais difícil para o inseto desenvolver resistência.

O grupo também testou como larvicida o extrato de jambu. O resultado foi similar ao observado com o tomilho, porém, o custo foi cerca de 15 vezes maior.

“O óleo essencial de tomilho é um material altamente disponível, vendido comercialmente e representa apenas 5% da composição da partícula – os outros 95% são amido de milho, que é muito barato. Por isso consideramos a técnica facilmente escalonável”, disse a professora da FEA-Unicamp.

O grupo da FEA-Unicamp avalia, no momento, a possibilidade de usar as mesmas partículas para encapsular bactérias fixadoras de nitrogênio, que auxiliam no crescimento de plantas. O material poderia, em tese, reduzir a quantidade de fertilizantes usados na agricultura. “Essa é uma teoria que pretendemos testar em um futuro projeto”, disse Prata.

O artigo Improved activity of thyme essential oil (Thymus vulgaris) against Aedes aegypti larvae using a biodegradable controlled release system, de Juliana Dias Maia, Roseli La Corte, Julian Martinez, Johan Ubbink e Ana Silvia Prata, pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0926669019301967?via%3Dihub#!.

Fonte: Karina Toledo | Agência FAPESP

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Feira de Insetos na Esalq/USP 2019 https://www.biomax-mep.com.br/feira-de-insetos-na-esalq-usp-2019/ Wed, 24 Jul 2019 19:33:05 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4600 Evento “Insetos na Esalq” será no dia 27 de julho no Campus da ESALQ/USP em Piracicaba e vai demonstrar a importância dos insetos com atividades práticas Para demostrar com linguagem simples e direta a importância dos insetos, será realizada, no próximo dia 27 de julho, mais uma edição da feira Insetos na Esalq na USP, em Piracicaba. O […]

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Evento “Insetos na Esalq” será no dia 27 de julho no Campus da ESALQ/USP em Piracicaba e vai demonstrar a importância dos insetos com atividades práticas

Para demostrar com linguagem simples e direta a importância dos insetos, será realizada, no próximo dia 27 de julho, mais uma edição da feira Insetos na Esalq na USP, em Piracicaba. O público poderá participar de atividades práticas que ilustram o papel dos insetos na natureza.

E eles têm atuação imensa: polinizadores de plantas, pragas da agricultura e urbana, reguladores de população de pragas, cicladores de nutrientes do solo, transmissores de doenças ao ser humano e seu uso na alimentação humana e animal. Haverá ainda curiosidades gerais sobre os organismos nas artes e cultura geral. “Abrimos as portas da Universidade para que a comunidade conheça suas atividades de ensino, pesquisas e extensão”, comenta o coordenador do evento, Pedro Takao Yamamoto, professor do departamento de Entomologia e Acarologia da Esalq.

Todas as atividades são gratuitas e ocorrerão das 9 às 16 horas, na rua principal do Departamento de Entomologia da Esalq, localizado na Av. Pádua Dias, 11, em Piracicaba. Podem participar quaisquer interessados, sem restrições de idade. Não é necessário se inscrever.

Programação

Workshop Insetos na Alimentação Humana

Workshop prático ministrado pelo chef e professor Rossano Linassi (Instituto Federal Catarinense, Camboriú-SC). Neste workshop, ele irá expor dados e curiosidades sobre o uso de insetos na alimentação humana, quais países e culturas têm este hábito, quais insetos são comestíveis e por que a ONU recomenda os insetos na alimentação humana. Simultaneamente, o chef irá preparar e ensinar receitas à base de insetos. O palestrante já participou de diversos programas de TV, entre eles Programa do Jô e Encontro com Fátima Bernardes da rede Globo. Durante todo o evento, haverá degustação de pratos elaborados com insetos.

Horário do workshop: 9 horas

Visitas Guiadas

Visita guiada 1 – Borboletário

O público conhecerá um pouco sobre a vida das borboletas, ciclo de vida (ovo-larva-pupa), hábitos alimentares e a importância das borboletas no ecossistema, diferenças entre borboletas e mariposas. Tudo isso observando, tocando e sentindo os insetos em um borboletário. A visita será conduzida por especialistas, que apresentarão informações sobre o desenvolvimento das borboletas, apresentando espécimes de destacada beleza montados em caixas entomológicas e, posteriormente, conduzirão os visitantes pelo borboletário tirando dúvidas e tentando esclarecer mitos e superstições acerca destes insetos. O tempo de cada visita será de 30 minutos.

Horários da visita: 9h; 10h; 11h; 13h; 14h; 15h e 16h

Visita guiada 2 – Formigueiro

Por meio de um formigueiro transparente (localizado no Departamento de Entomologia e Acarologia da Esalq), o visitante poderá ver as formigas trabalhando dentro da sua “própria casa” e observar as diferentes funções efetuadas por cada grupo, produção de alimento, cuidados com os ovos, segurança e limpeza. A “vida íntima” das formigas será exposta e explicada por pesquisadores da Esalq que irão mostrar aos visitantes a organização social e funcionamento do formigueiro didático, além de tirar dúvidas dos participantes. O tempo de cada visita será de 30 minutos.

Horários da visita: 9h, 10h, 11h, 13h, 14h, 15h e 16h

Visita guiada 3 – Meliponário

O visitante irá ver que nem todas as abelhas têm ferrão (picam). No meliponário do Departamento de Entomologia e Acarologia, serão apresentadas as abelhas 100% brasileiras que não possuem ferrão e têm um comportamento mais dócil em relação às introduzidas da África. Os pesquisadores do Laboratório de Insetos Úteis irão mostrar aos visitantes as diferentes espécies sem ferrão, seus hábitos e comportamentos, importância no ecossistema e que, além de tudo, essas abelhas produzem um saboroso e nutritivo mel. Durante a feira, os participantes terão oportunidade de degustar diferentes tipos de mel. O tempo de cada visita será de 30 minutos.

Horários da visita: 9h, 10h, 11h, 13h, 14h,15h e 16h

Estações

Nas estações, os visitantes poderão conhecer um pouco mais sobre a vida dos insetos. Serão expostas curiosidades, questões de saúde pública, artes com insetos, métodos alternativos de controle de pragas, conhecer os insetos que vivem em seu quintal, como controlar em sua horta e as crianças poderão se divertir no espaço Kids. As estações não terão horários agendados para a exposição dos conteúdos, sendo que os monitores estarão disponíveis para informar o visitante durante todo o funcionamento do evento.

Estação 1 – Insetos e aracnídeos e o homem

O público poderá tirar dúvidas sobre os métodos de controle do inseto vetor da dengue, zika e chikungunya. Será orientado sobre os mitos, os métodos de controle que não funcionam e são disseminados por diferentes veículos de informação. Aprenderá a identificar e combater o inseto, diferentes fases dos carrapatos, biologia dos carrapatos, transmissão de doenças por carrapatos. As táticas de controle de vetores de agentes causais de doenças aos seres humanos, que realmente funcionam, serão expostas aos visitantes.

Estação 2 – Controle biológico

Não é só agrotóxico que combate as pragas agrícolas. Alimentos mais saudáveis e menos nocivos ao meio ambiente podem ser produzidos com o uso de “inimigos naturais”, que são insetos ou ácaros, ou “doenças de insetos” (entomopatógenos) que matam as pragas agrícolas controlando-as de uma maneira mais racional e sustentável. Serão apresentados ao visitante os casos de sucesso de uso desta técnica mostrando que já é uma realidade presente em grandes áreas agrícolas no Brasil.

Estação 3 – Curiosidades sobre os insetos

O público vai aprender a identificar os insetos, sabendo diferenciá-los dos aracnídeos (aranhas, carrapatos e escorpiões), além de conhecer as diferentes espécies e ordens de insetos, onde eles podem viver e do que se alimentar. Os monitores irão expor ao visitante insetos curiosos e com hábitos “diferentes”.

Estação 4 – Artes e Insetos

Nesta tenda, serão apresentados pinturas e desenhos cujo tema são os insetos, seja de forma artística ou de forma científica, por meio de ilustrações que fazem parte de trabalhos de identificação de novas espécies. Os insetos têm sido inspiração para artistas desde os tempos mais remotos e sua representação em obras possui uma série de significados que serão expostos aos visitantes.

Estação 5 – Insetos em seu quintal e horta caseira

A ideia é proporcionar ao público conhecimento para controlar pragas em sua horta caseira e no jardim de suas casas, com produtos alternativos, com baixo impacto sobre os moradores e animais domésticos e que não causem desequilíbrio. Além disso, prover conhecimento para conduzir sua horta caseira, apresentando técnicas de plantio, opções de plantas a cultivar e tratos culturais e fitossanitários.

Estação 6 – Espaço Kids/ninfas

Espaço onde as crianças poderão brincar e desenvolver atividades relacionadas aos insetos. A criança terá oportunidade de ter um desenho em sua mão, braço ou rosto com tema de insetos, com tintas coloridas e cintilantes que não causam danos à sua pele. Haverá também um desenho de insetos que será pintado por todos os participantes e espera-se que, ao final da feira, tudo esteja pintado. O desenho será emoldurado e sorteado posteriormente para uma criança que deverá realizar um cadastro prévio.

Fonte: ESALQ e Jornal da USP

 

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Barbeiros Causadores de Chagas Chegam à São Paulo https://www.biomax-mep.com.br/barbeiros-causadores-de-chagas-chegam-a-sao-paulo/ Thu, 18 Jul 2019 21:43:35 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4590 Desde 2015, mais de 100 insetos foram capturados e 30% deles tinham o protozoário que causa a doença de Chagas Nos últimos cinco anos, equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados. Por enquanto, […]

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Desde 2015, mais de 100 insetos foram capturados e 30% deles tinham o protozoário que causa a doença de Chagas

Nos últimos cinco anos, equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados. Por enquanto, o risco de contaminação é pequeno. Ainda não há casos da enfermidade registrados em seres humanos, mas as análises de laboratório na Sucen indicaram que os insetos capturados, conhecidos como barbeiro, alimentaram-se de sangue humano e de animais, como aves, roedores, gambás, cães e gatos.

“Precisamos ficar atentos para evitar a transmissão para pessoas”, alerta o biólogo Rubens Antonio da Silva, pesquisador científico e coordenador técnico do programa de controle de doença de Chagas da superintendência.

Ao identificar um barbeiro em Pirapora do Bom Jesus, a 61 quilômetros (km) da cidade de São Paulo, e outro em Taboão da Serra, a 18 km da capital, em 2015, Silva e sua equipe pensaram que poderia se tratar de episódios esporádicos. A conclusão se desfez quando atenderam outros chamados de moradores de Taboão da Serra nos anos seguintes e, em 2018, também de Carapicuíba, Embu das Artes, Itapecerica da Serra e bairros da zona oeste de São Paulo. Em 2019, Juquitiba e Santana de Parnaíba reforçaram a lista de municípios com relatos de barbeiros.

Em Carapicuíba, os pesquisadores identificaram colônias com 57 insetos vivendo em ninhos de gambás no telhado de três casas de condomínios cercados por matas – nenhum deles estava infectado. Em Taboão da Serra, porém, 47% dos barbeiros estavam infectados com Trypanosoma cruzi, o protozoário causador da doença de Chagas. Em uma casa em Embu das Artes, havia fêmeas com ovos embaixo do colchão sobre o qual dormiam os moradores, que não foram contaminados, de acordo com os exames feitos até agora.

Enquanto cresce pela primeira vez na Região Metropolitana de São Paulo, a população de barbeiros tem caído no interior do estado: o total de insetos capturados diminuiu de cerca de 6 mil em 2007 para aproximadamente 2 mil em 2018, como Silva descreve em um artigo publicado em abril de 2019 na revista Brazilian Journal of Health Review. De acordo com o Ministério da Saúde, o estado de São Paulo registrou apenas um caso novo de pessoa com doença de Chagas em 2016 e dois em 2017. Nesses dois anos, o número de casos novos passou de 20 para 320 no Pará e de 3 para 24 no Amapá, estados que concentram a maioria dos relatos.

equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados.

Equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados.

Em 2006, o Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) certificação internacional por ter praticamente eliminado o barbeiro Triatoma infestans, a principal espécie transmissora da doença, hoje restrita a regiões da Bahia e do Rio Grande do Sul. No entanto, em consequência da intensa transmissão até meados do século XX, estima-se que entre 1,2 milhão e 4,6 milhões de pessoas no Brasil tenham a forma crônica da doença de Chagas, com cerca de 6 mil mortes por ano, principalmente por insuficiência cardíaca, que afeta cerca de 30% das pessoas com o parasita, de acordo com a OMS.

Atualmente a espécie de barbeiro que mais preocupa é Panstrongylus megistus, por ser capaz de viver tanto em matas quanto em espaços domésticos. P. megistus tem o corpo marrom com manchas vermelhas e 2,5 a 4 centímetros de comprimento. Atraído pela luz, o inseto pode entrar nas casas por portas ou janelas abertas. Os barbeiros se infectam com T. cruzi ao se alimentarem do sangue de animais que o abrigam sem desenvolver a doença, os chamados reservatórios naturais, como gambás, morcegos, tatus, macacos, preguiças, pacas, capivaras, cães e gatos.

Até agora os registros de P. megistus na região metropolitana paulistana eram esparsos. De 1999 a 2017, 15 exemplares foram capturados na cidade de São Paulo. Apenas dois insetos foram examinados: o coletado em 2011 no Jabaquara, zona sul, estava infectado com T. cruzi, e o de 2014 no Sacomã, na região sudeste, não tinha o parasita, de acordo com um levantamento realizado pelo biólogo Walter Ceretti Junior, da Faculdade de Saúde Pública da USP, publicado em julho de 2018 na Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo.

“Com o desmatamento, roedores e gambás aproximam-se das casas em busca de abrigo e alimento”, diz Ceretti Júnior. “A possibilidade de a transmissão do parasita sair do ciclo silvestre e se expandir para áreas urbanas é no mínimo preocupante”, diz o médico epidemiologista Guilherme Werneck, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em 2018 e 2019, as equipes da Sucen registraram P. megistus em áreas próximas a matas de quatro bairros da zona oeste da capital: Jardim Amaralina, Cohab Raposo Tavares, Jardim Esmeralda e Butantã. Examinando os locais de ocorrência de barbeiros nos últimos anos, concluíram que os insetos podem estar se movendo, aproveitando conexões de matas e parques, a partir da região entre as rodovias Régis Bittencourt e Raposo Tavares. “Se de fato houver uma expansão territorial dos insetos transmissores, a situação tende a se agravar”, comenta Silva. Segundo ele, se a hipótese estiver correta, como os insetos se reproduzem mais intensamente no verão, no final de 2019 os moradores de bairros da zona norte como o Tucuruvi, perto do Parque da Cantareira, e da zona sul, próximos ao zoológico de São Paulo, devem encontrar insetos perto ou dentro de suas casas. O plano de ação da Sucen inclui comunicação com os moradores de Cotia, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e Ribeirão Pires, possíveis áreas vulneráveis.

O parasita é transmitido principalmente por meio de alimentos ou bebidas contaminados com fezes dos insetos. “Temos de evitar a formação de colônias, como em Araçatuba”, comenta Silva. Em 2017, foram coletados 565 adultos e 1.183 ninfas de barbeiros da espécie Rhodnius neglectus em dezenas de palmeiras das ruas e praças dessa cidade do noroeste do estado de São Paulo.

Segundo ele, embora os barbeiros não estejam infectados, o que se teme é que um gambá contaminado, por exemplo, escale as palmeiras em busca de ovos das maritacas e transmita o parasita aos insetos.

“A identificação de barbeiros em áreas urbanas reforça a necessidade de alertarmos para o risco, ainda que pequeno, de transmissão para seres humanos”, comenta o biólogo José Eduardo Tolezano, diretor do Centro de Parasitologia do Instituto Adolfo Lutz (IAL).

A chamada transmissão vetorial, por meio dos insetos infectados pelos protozoários, hoje responde por 9% dos casos humanos registrados no país pelo Ministério da Saúde. Em 18% das ocorrências, a forma de transmissão do parasita não é identificada. Predomina atualmente a transmissão oral (72%), por meio do consumo de alimentos ou bebidas com fezes dos insetos contaminadas com o parasita. Em abril deste ano, um estudo da Fundação de Medicina Tropical, publicado na Emerging Infectious Diseases, relatou 10 casos de pessoas que apresentaram os sintomas iniciais da doença de Chagas – febre, dor de cabeça e fraqueza – depois de terem tomado suco de açaí contaminado com T. cruzi, em 2017 e 2018.

Também em abril deste ano, foi relatado um episódio de origem ainda incerta. De um grupo de 77 pessoas que participou de um retiro religioso durante a Semana Santa, em Ibimirim, no sertão pernambucano, 31 foram diagnosticadas com doença de Chagas, contraída possivelmente por alimento ou bebida contaminada. Elas começaram a ser tratadas com o medicamento benznidazol, eficaz no controle da fase aguda da doença, mas com fortes efeitos colaterais, como reações alérgicas cutâneas, enjoos e vômitos.

Artigos científicos
SILVA, R. A. de. Estado atual da vigilância entomológica da doença de Chagas no estado de São PauloBrazilian Journal of Health Review. v. 2, n. 2, p. 742-55. mar.-abr. 2019.
CERETTI JÚNIOR, W. et al. Occurrences of triatomines (Hemiptera: Reduviidae) and first reports of Panstrongylus geniculatus in urban environments in the city of São Paulo, BrazilRevista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. v. 60, p. e33. 19 jul. 2018.
SANTANA R. A. G. et al. Oral Transmission of Trypanosoma cruzi, Brazilian AmazonEmerging Infectious Disea­ses. v. 25, n. 1, p. 132-5. jan. 2019.

Fonte: Revista FAPESP

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Microsoft Apoia Desenvolvimento de Armadilha Para Mosquitos https://www.biomax-mep.com.br/microsoft-apoia-desenvolvimento-de-armadilha-para-mosquitos/ Fri, 12 Jul 2019 13:38:44 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4580 Doenças infecciosas emergentes como Zika, Ebola, Chikungunya e MERS são perigosas e imprevisíveis. Organizações de saúde pública precisam de dados o mais cedo possível para prever a disseminação de doenças e planejar respostas. No entanto, os dados iniciais são muito difíceis de obter, porque devem ser coletados proativamente de possíveis fontes de doenças no ambiente. […]

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Doenças infecciosas emergentes como Zika, Ebola, Chikungunya e MERS são perigosas e imprevisíveis. Organizações de saúde pública precisam de dados o mais cedo possível para prever a disseminação de doenças e planejar respostas. No entanto, os dados iniciais são muito difíceis de obter, porque devem ser coletados proativamente de possíveis fontes de doenças no ambiente. Pesquisadores estimam que entre 60 e 75% das doenças infecciosas emergentes são originárias de animais, que são muito difíceis de monitorar.

O Project Premonition visa detectar seus causadores antes que eles causem surtos – transformando mosquitos em dispositivos que coletam dados de animais no ambiente. Existem mais de 3.600 espécies conhecidas de mosquitos, que picam uma grande variedade de animais, desde cães e galinhas a cobras e camundongos.

Cada mordida pode coletar alguns microlitros de sangue, contendo informações genéticas sobre o animal que foi mordido e patógenos que circulam naquele animal. Na verdade, já foi demonstrado que o DNA coletado dos mosquitos pode ser usado para identificar:

  1. Os tipos de animais que foram mordidos;
  2. Doenças transmitidas por mosquitos, como o Zika e o Nilo Ocidental, que infectam tanto mosquitos quanto hospedeiros. (por exemplo, humanos e animais);
  3. Vírus anteriormente desconhecidos de origem desconhecida.

No entanto, capturar e analisar mosquitos não é tão fácil quanto parece. Primeiro, o sistema de Premonição do Projeto deve encontrar e coletar com eficiência muitos espécimes vivos do ambiente; tradicionalmente uma tarefa de trabalho intensivo. Em segundo lugar, deve classificar através da enorme quantidade de dados gerados por mosquitos sequenciamento de genes para detectar com precisão os patógenos potenciais. Na verdade, isso se deve apenas aos avanços recentes em robótica, sequenciamento de genes e computação em nuvem que um sistema desse tipo poderia ser construído de maneira viável.

Para realizar essas tarefas, utiliza-se drones que localizam autonomamente hotspots de mosquitos, armadilhas robóticas para identificar e coletar espécimes interessantes e algoritmos de genômica em escala de nuvem e de aprendizado de máquina para pesquisar patógenos.

Essas tecnologias estão sendo desenvolvidas em uma colaboração entre pesquisadores da Microsoft, da Universidade de Pittsburgh, da Universidade Johns Hopkins, da Universidade da Califórnia em Riverside e da Universidade Vanderbilt, utilizando o Microsoft Cloud e em colaboração com organizações de saúde pública.

Microsoft está testando uma nova armadilha para combater o zika e detectar focos de mosquitos antes que eles causem surtos

Engenheiros da Microsoft testando armadilha para combater o zika e detectar focos de mosquitos antes que eles causem surtos

Este projeto faz parte do Microsoft Healthcare NExT

Drones que Localizam Focos de Mosquitos

Drones para descobrir e monitorar onde os mosquitos se escondem. Acontece que encontrar mosquitos é mais difícil do que parece. As populações de mosquitos mudam diariamente com o clima. Um bloco urbano pode ter milhares de mosquitos e o próximo bloco quase nenhum. Este desafio é bem compreendido pelas organizações de saúde pública que devem inspecionar continuamente grandes áreas para novos pontos de acesso a mosquitos e criadouros.

Drones oferecem um meio eficiente para varrer grandes áreas para prováveis ​​habitats de mosquitos. Para avaliar as capacidades dos drones, a equipe do Project Premonition fez teste em Granada para pesquisar locais em todo o país. Em cada local, uma armadilha padrão de mosquitos (armadilha de luz de CDC isenta de CO2) foi colocada para determinar se era um hotspot e um drone foi voado para capturar dados visuais de alta resolução. Granada é um local ideal para avaliar as capacidades dos drones por causa de seus diversos habitats, desde ambientes urbanos de baixa altitude até florestas de nuvens densas, todas em um raio de 135 quilômetros quadrados.

O mapa mostra os sites que foram avaliados. O mapa ao lado mostra o método atual para encontrar possíveis pontos de acesso usando imagens de satélite para estimar a densidade da vegetação (NDVI). Do ponto de vista do satélite, a ilha inteira aparece como um hotspot (tudo é verde), embora alguns desses locais sejam pontos críticos, enquanto outros não. A imagem mostra o ponto de vista do drone, que pode claramente distinguir poças de água, contêineres e estruturas não vedadas associadas a mosquitos. Os dados do drone são mais eficazes na distinção de hotspots por causa de sua capacidade de ver pequenos recursos sob árvores e ao redor de edifícios. Concluímos que os drones têm um potencial significativo para aplicações em saúde pública.

Drones para descobrir e monitorar onde os mosquitos se escondem.

Drones para descobrir e monitorar onde os mosquitos se escondem.

O Project Premonition tem como objetivo executar essas tarefas com segurança e em escala, o que significa drones que podem navegar autonomamente em ambientes complexos para procurar pontos de acesso (eventualmente recuperando amostras por conta própria). Estamos investigando novos métodos de engenharia para fornecer a sistemas, como drones, recursos mais autônomos e, ao mesmo tempo, garantir que eles se comportem corretamente. Por exemplo, a linguagem P de programação de protocolo da Microsoft está sendo usada para criar uma lógica de voo mais segura do zero. E o avançado analisador de códigos Corral da Microsoft está sendo usado para encontrar possíveis falhas catastróficas no código de drone existente. Uma recente competição estudantil da National Science Foundation desafiou equipes de estudantes de graduação a construir drones que pudessem recuperar espécimes de mosquitos, ajudando a próxima geração de engenheiros a aprender como construir sistemas autônomos.

Detecção dos Patógenos por Sequenciamento Genético

Algoritmos de escala de nuvens que detectam patógenos conhecidos e desconhecidos. Algumas doenças infecciosas emergentes são causadas por patógenos que eram conhecidos, mas não foram testados regularmente em laboratórios, por exemplo. Zika e Ebola. Outros são causados ​​por agentes patogênicos que antes eram desconhecidos para a ciência, por ex. SARS e MERS. Essas propriedades tornam as doenças emergentes muito difíceis de detectar precocemente usando técnicas tradicionais.

A fim de detectar todos os possíveis patógenos e seus hospedeiros com um único teste, estamos desenvolvendo algoritmos que analisam o material genético obtido a partir de mosquitos. O sequenciamento de genes converte mosquitos em centenas de gigabytes de dados genéticos sem se concentrar em um conjunto específico de patógenos. Esses dados podem nos informar sobre as espécies de mosquitos coletados, os animais que picaram e os patógenos que podem ter encontrado. No entanto, novos algoritmos devem ser desenvolvidos para procurar rapidamente vírus e micróbios, que são agulhas neste palheiro de dados.

Microsoft está testando uma nova armadilha para combater o zika e detectar focos de mosquitos antes que eles causem surtos

Conheça mais sobre o projeto aqui: Project Premonition

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Controle Biológico de Pragas https://www.biomax-mep.com.br/controle-biologico-de-pragas/ Fri, 12 Jul 2019 00:39:45 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1062 Sócio-diretor da BIOMAX concede entrevista sobre o controle biológico de pragas As alternativas, como o manejo ecológico ou controle biológico, para a utilização de métodos químicos vêm ganhando cada vez mais espaço e atenção de técnicos da área, sobretudo dos heveicultores. Isso porque o método propõe ações atóxicas, garantindo o equilíbrio ambiental. Na cultura da seringueira […]

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Sócio-diretor da BIOMAX concede entrevista sobre o controle biológico de pragas

As alternativas, como o manejo ecológico ou controle biológico, para a utilização de métodos químicos vêm ganhando cada vez mais espaço e atenção de técnicos da área, sobretudo dos heveicultores. Isso porque o método propõe ações atóxicas, garantindo o equilíbrio ambiental.

Na cultura da seringueira (Hevea brasiliensis), em diversos Estados brasileiros, verificou-se infestação pelo percevejo de renda (Leptopharsa heve), que se abriga na parte inferior das folhas, sugando a seiva e destruindo os parênquimas. Assim, prejudicam a função clorofiliana da planta. Em entrevista à revista Campo & Negócios, Marcel Ricardo Tanzini, engenheiro agrônomo, doutor em Entomologia e sócio-diretor da BIOMAX Controle de Pragas, explica que a presença do percevejo causa danos significativos à cultura, como a redução do diâmetro do caule em 44% e da altura em 28% da altura, o que atrasa a abertura dos painéis.

Por bastante tempo, as infestações eram enfrentadas por meio de controle químico, com aplicação de endosulfan, monocrotofós, metomil etc., porém, de maneira empírica – apenas com base em experiências de aplicações em culturas diferentes.

Como tentativa de controle do percevejo, vinha sendo utilizado, em larga escala, o fungo Sporothrix insectorum no cultivo de seringueira, mas a desvantagem desse método é que a sua eficiência é diretamente ligada às condições climáticas favoráveis, além de possuir ação lenta. Diante disso, foram testados 60 isolados de diferentes espécies de fungos entomopatogênicos, chegando ao resultado de dois isolados mais virulentos e eficazes de Metarhizium anisopliae, um de Paecilomyces fumosoroseus e um de Sporothrix isectorum, como explica Tanzini.

O engenheiro pontua ainda que a seringueira tem condições propícias para o desenvolvimento desses fungos por ser uma cultura sombreada e com um microclima, que quatro dias se torna o período suficiente para controlar uma população.

Esse controle de percevejos por meio de fungos entomopatogênicos, sem prejudicar a fauna restante, como os insetos benéficos, é apenas uma das diversas vantagens do controle biológico. A possibilidade do uso dos mesmos equipamentos adotados para outros produtos fitossanitários, a não intoxicação dos aplicadores, a não contaminação do meio ambiente, além da garantia da inexistência de insetos resistentes, também estão nesta lista.

Se comparado aos métodos de controle químico, o biológico está à frente. O próprio ambiente favorece a dispersão do fungo por meio do vento, da chuva, por animais etc. Tanzini lembra que a eficácia do fungo no controle do percevejo pode chegar a 100%, com o auxílio desta ação natural sobre a praga.

“Após o estabelecimento do patógeno em uma determinada área, a doença sobre o percevejo pode assumir um caráter enzoótico, em que há a manutenção natural desse fungo no ambiente, isso mantém a população do inseto num nível que não causa danos econômicos”, explica o engenheiro.

Esses benefícios só são realidade por conta da seleção de isolados de fungos entomopatogênicos. Em entrevista à Campo e Negócios, Tanzini diz que este procedimento é sempre possível, já que existe uma grande variabilidade genética, podendo ser considerada uma das principais vantagens da utilização desses patógenos como agentes de controle de artrópodes, preservados no Banco de Patógenos do Laboratório de Entomologia da Esalq/USP.

Vale lembrar que a BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas é especializada em serviços que prezam pela eficiência sem deixar questões sustentáveis de lado, como no controle biológico do percevejo de renda. A BIOMAX atua, principalmente, no controle de pragas urbanas na armazenagem e estocagem de grãos, silagem, ração, controle biológico do cupim, controle de pombos e outras pragas urbanas, além de atender a indústria de alimento e farmacêutica, com suporte às regulamentações sanitárias e certificações que o setor exige.

Serviço

BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas

Rua Aristides Giusti, nº 145 – Unileste – Piracicaba. SP.

(19) 3124-3600

biomax@biomax-mep.com.br

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São Paulo Convive Com Três Tipos de Roedores: Camundongos, Ratos de Telhado e Ratazanas https://www.biomax-mep.com.br/sao-paulo-convive-com-tres-tipos-de-roedores-camundongos-ratos-de-telhado-e-ratazanas/ Fri, 05 Jul 2019 19:12:19 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4634 É provável que você já tenha cruzado com algum nas ruas do centro da cidade, nos bairros mais afastados ou até em casa. Estamos falando de ratos. Os números assustam em São Paulo: a estimativa é de que existam de dez a 15 ratos por habitante, ou seja, cerca de 120 milhões de roedores circulando […]

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É provável que você já tenha cruzado com algum nas ruas do centro da cidade, nos bairros mais afastados ou até em casa. Estamos falando de ratos. Os números assustam em São Paulo: a estimativa é de que existam de dez a 15 ratos por habitante, ou seja, cerca de 120 milhões de roedores circulando nos esgotos da maior metrópole do Brasil. Cada ratazana pode gestar entre oito e 12 filhotes, e eles já podem se reproduzir após três meses.

Quem fala sobre o assunto, na entrevista cuja íntegra pode ser acessada pelo link acima, é o biólogo e pesquisador da USP Eduardo de Masi, também analista de saúde da Divisão de Vigilância de Zoonoses de São Paulo, que alertou que o trabalho de controle desses roedores é permanente. O controle de ratos tem como foco a saúde pública, já que eles transmitem diversas doenças, sendo a leptospirose a pior delas. Transmitida por meio da urina, a doença pode levar à morte se não tratada.

 

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Fonte: Rádio USP

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Prevenção da Dengue https://www.biomax-mep.com.br/prevencao-da-dengue/ Mon, 24 Jun 2019 13:09:27 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=78 O estado de São Paulo registrou de janeiro a 17 de junho deste ano 267.602 casos de dengue e 157 mortes. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas da doença e somam 126.364 casos. São elas: São José do Rio Preto (25.107); Bauru (24.515); Campinas (22.355); Araraquara (12.863); […]

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O estado de São Paulo registrou de janeiro a 17 de junho deste ano 267.602 casos de dengue e 157 mortes. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas da doença e somam 126.364 casos.

São elas:

  • São José do Rio Preto (25.107);
  • Bauru (24.515); Campinas (22.355);
  • Araraquara (12.863);
  • São Paulo (12.144);
  • Ribeirão Preto (7.263);
  • Birigui (6.836);
  • São Joaquim da Barra (5.410);
  • Barretos (5.059);
  • Guarulhos (4.812).

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o trabalho de campo para combate ao mosquito transmissor da dengue é de responsabilidade dos municípios, conforme a diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O estado presta auxílio por meio de treinamentos técnicos, além de apoio, sempre que necessário, do efetivo da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) para ações de nebulização, entre outras. Há ainda a realização de exames de sorologia com finalidade epidemiológica por meio da rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz”, finalizou a secretaria. (fonte: UOL)

Prevenção da Dengue

A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.

A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente.

Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.

Ciclo de Transmissão da Dengue

Ciclo de Transmissão da Dengue

Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.

É bom lembrar que o ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.

Ações simples para combater a proliferação do mosquito da dengue

Prevenção da Dengue Cartilha do Ministério da Saúde

Como Eliminar Larvas e os Mosquitos da Dengue

Pesquisadoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São José do Rio Preto (SP) descobriram que a cafeína é fatal para o desenvolvimento da larva do Aedes aegypti. No estudo, elas verificaram que quanto maior a concentração de cafeína na água parada contida em vasos, ralos e plantas, menor o tempo de vida das larvas. De acordo com as cientistas, foi registrada uma taxa de mortalidade de 100%. Nenhuma das larvas conseguiu chegar ao último estágio de desenvolvimento.

Resultados semelhantes foram obtidos com a borra de café. Em laboratório, quatro colheres de sopa de borra de café bloquearam o desenvolvimento de larvas mergulhadas no equivalente a um copo de água.

Em situações de epidemia de dengue, o método de combate mais usado contra a reprodução do mosquito é a aplicação de inseticidas, mas a maioria desses produtos é tóxica. Além disso, com o tempo, os mosquitos podem adquirir resistência a essas substâncias.

A borra de café funciona como um inseticida natural e não faz mal para seres humanos, animais e plantas.

Outros produtos, como o sal de cozinha e a água sanitária, têm sido recomendados contra o Aedes Egypti. Mas há limitações: eles não podem ser aplicados em plantas, por exemplo. A borra é um resíduo produzido diariamente na maioria das residências. Ela pode ser jogada sobre o solo dos jardins e hortas, na terra dos vasos ou dentro das bromélias. Não se deve diluí-la em água antes de aplicar.

A larva se intoxica ao ingerir extratos de borra do café. A quantidade de borra a ser utilizada depende da quantidade de água acumulada. Se o local contém o equivalente a meio copo de água de chuva ou de rega, por exemplo, duas colheres de sopa de borra bastam. A mesma quantidade de borra nova deve ser colocada a cada sete dias.

Conheça a BIOMAX: Controle de Pragas, Controle de Pombos, Controle Integrado de Pragas

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Mosca Varejeira Usa Saliva Para Se Refrescar https://www.biomax-mep.com.br/mosca-varejeira-usa-saliva-para-se-refrescar/ Sun, 23 Jun 2019 19:03:52 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3200 Pesquisa descreve o mecanismo de moscas varejeiras usarem gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos e propõe abordagem matemática para o fenômeno As moscas varejeiras usam gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos. Elas projetam uma gota de saliva para fora do aparato bucal e, em seguida, a recolhem de […]

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Pesquisa descreve o mecanismo de moscas varejeiras usarem gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos e propõe abordagem matemática para o fenômeno

As moscas varejeiras usam gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos. Elas projetam uma gota de saliva para fora do aparato bucal e, em seguida, a recolhem de volta, o que viabiliza a evaporação de água presente na secreção e seu consequente resfriamento. A repetição do mecanismo faz a gota de saliva perder até 8°C em relação ao ambiente em apenas 15 segundos. Essa forma de regulação de temperatura corporal da Chrysomya megacephala nunca havia sido descrita até a publicação, nesta quinta-feira, do artigo Droplet bubbling evaporatively cools a blowfly, na revista on-line Scientific Reports.

“Quando a mosca engole novamente essa gota, ela consegue resfriar, primeiramente, a cabeça; posteriormente, o tórax e, por fim, o abdômen”, conta o biólogo Guilherme Gomes, pesquisador do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e um dos autores do artigo. O mecanismo permite à mosca diminuir consideravelmente a temperatura e o metabolismo de tecidos que geram alto gasto energético. “Ela faz ciclos sequenciais de três, quatro, cinco vezes. Algumas fazem até 15 vezes esse ciclo”, completa Gomes.

O grupo de pesquisadores, composto de cientistas da USP e da Unesp, utilizou uma câmera termográfica para registrar as atividades das moscas ao longo de dias. As imagens permitiram medir a temperatura corpórea superficial dos insetos em diferentes horários e condições “climáticas”. Com os dados obtidos a partir dos experimentos, os cientistas construíram um modelo matemático para compreender e descrever o processo de termorregulação da Chrysomya megacephala por meio da evaporação da saliva.

“O que nós fizemos foi aplicar princípios básicos de conservação de energia para este caso”, diz o físico Roland Köberle, professor do IFSC-USP e coautor do paper.

O modelo indica que, após a mosca realizar seis vezes o ciclo de ingestão da gota, há uma queda de 3°C na cabeça, 1,6°C no tórax e 0,8°C no abdômen do animal. A frequência do comportamento varia de acordo com a temperatura ambiente: quanto maior o calor, mais frequente é a extrusão de gotas de saliva. No entanto, com umidade do ar superior a 80%, o mecanismo perde eficiência e as moscas deixam de engolir as gotas.

Os pesquisadores também notaram que as moscas repetiam o comportamento com maior frequência no escuro, o que indica uma variação que acompanha os períodos de atividade e inatividade desses insetos diurnos, possibilitando a diminuição da atividade neural durante o repouso.

“Ela reduz entre 2°C e 3°C a temperatura corpórea por oito horas, repetindo esse comportamento a cada 30 ou 60 minutos”, explica Gomes.

O comportamento de ingestão da gota de saliva após o processo de evaporação já era conhecido, mas se acreditava que tivesse a função apenas de concentrar nutrientes e reduzir o peso da mosca durante o voo. Agora, a extrusão e a ingestão de gotas de saliva aparecem como um mecanismo de termorregulação análogo à transpiração, em humanos, e à ofegação, nos cães.

A capacidade de controlar a temperatura, conforme demonstrado no trabalho, é uma das características evolutivas mais interessantes das moscas. “Moscas e insetos em geral são os organismos que estão mais adaptados ao ambiente terrestre, longe de qualquer outro. Eles sobrevivem bem com pouca coisa, têm a capacidade de separar as faixas etárias do desenvolvimento, de controlar e reduzir perda de água através de processos excretórios específicos, grande eficiência na percepção sensorial do ambiente e a troca de gases deles é uma das formas mais eficientes do ponto de vista de circulação”, afirma o biólogo.

Assista abaixo a entrevista publicada no Canal USP.

 

fonte: Jornal da USP

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Controle Integrado de Pragas Eficaz em Hospitais https://www.biomax-mep.com.br/controle-integrado-de-pragas-eficaz-em-hospitais/ Sun, 19 May 2019 09:02:18 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=2502 Controle Integrado de Pragas é o mais eficaz em hospitais, além de garantir a ausência de pragas, apresenta melhor custo-benefício Assim como em outros ambientes que comportam uma grande circulação de pessoas, o hospitalar (hospitais, clínicas, enfermarias, laboratórios, núcleos de saúde, etc.) requer atenção especial quando o assunto é controle de pragas. É preciso que […]

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Controle Integrado de Pragas é o mais eficaz em hospitais, além de garantir a ausência de pragas, apresenta melhor custo-benefício

Assim como em outros ambientes que comportam uma grande circulação de pessoas, o hospitalar (hospitais, clínicas, enfermarias, laboratórios, núcleos de saúde, etc.) requer atenção especial quando o assunto é controle de pragas. É preciso que esses locais estejam livres da presença de vetores mecânicos para que sejam seguros e propícios à cura de enfermidades.

Entre as principais pragas a serem controladas em ambientes hospitalares estão:

Estes são transmissoras em potencial de bactérias, fungos, protozoários e vírus maléficos à saúde, sobretudo em casos de cirurgia e internação.

O controle em hospitais é muito parecido com o realizado em outros ambientes, como hotéis e restaurantes. Mas há um fator de alto risco: lá encontram-se pessoas, quase sempre, delicadas e mais susceptíveis à contaminações.

Controle de Pragas, ANVISA e Legislação

O controle de pragas neste ambiente deve atender a diversas normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Ministério da Saúde, como ISO 22000, BPF e HACCP. Para tanto, o sistema mais indicado é o MEP (Manejo Ecológico de Pragas).

Essa é uma abordagem mais segura e bem menos impactante, pois a cada ocorrência busca-se a compreensão das relações ecológicas entre as características biológicas da praga e os fatores ambientais oferecidos no local do evento. Ou seja, a identificação da praga e seus hábitos, a análise detalhada do ambiente infestado e dos fatores que permitiram que ela se instalasse e a adequação do local, por meio de ações mecânicas e conscientização dos envolvidos, fará com que haja uma redução, em média, de 85% no volume de inseticidas aplicados e mais de 95% no volume de raticidas quando comparados com a abordagem tradicional de aplicações periódicas.

Quando necessário o uso de inseticidas, a escolha e a aplicação devem ser criteriosas. Geralmente, a técnica utilizada é a “iscagem”. Esses fatores caracterizam o Controle Integrado como uma técnica com um ótimo custo-benefício.

Outra importante ferramenta para assegurar a salubridade do ambiente é a análise microbiológica do Ar. Essa é uma avaliação de qualidade, realizada por meio dos níveis de contaminação e poluição  em ambientes climatizados e com intensa circulação de pessoas.

As pragas, geralmente, são encontradas em ambientes hospitalares devido à facilidade de acesso, por meio de vedação incorreta de telas e janelas, rachaduras, ralos sem proteção, recebimento e armazenamento inadequados de alimentos, infiltrações, falta de manutenção em encanamentos e tubulações, descarte e manejo de resíduos inadequados, além da falta de limpeza. Tudo isso, fornece água, abrigo e alimentos às pragas: tudo o que elas precisam para sobreviver e reproduzir.

Cada ala dos hospitais apresenta particularidades e realidades diferentes. Portanto, para traçar um programa de controle eficiente, é preciso que passem por uma análise minuciosa, sem desconsiderar o entorno do estabelecimento. Assim como a periodicidade – que deve estar diretamente ligada ao porte do estabelecimento, o controle deve ser feito por empresas qualificadas para o atendimento.

A empresa conta com profissionais especializados na área biológica que realizam fiscalizações e promovem ações de prevenção, além de possuir profissionais com formação em Entomologia pela da Escola Superior Agrícola Luiz de Queiroz (ESALQ-USP).

Em todos os processos de correção e prevenção, a BIOMAX se preocupa em manter ambientes hospitalares e clínicas livres de qualquer ameaça à saúde, realizando controle de pragas com segurança e respeito ao meio ambiente.

A BIOMAX conta com profissionais e equipamentos especializados para realizar o Controle de Pragas. Além disso, é devidamente registrada pelos órgãos competentes e só utiliza produtos químicos autorizados. A empresa também faz a análise microbiológica do ar por meio de coletas e estudos em laboratório.

Além dos problemas de saúde, as pragas podem ser responsáveis por outro tipo de prejuízo: danos em equipamentos e na rede elétrica. Roedores, por exemplo, podem roe cabos elétricos e causar curto-circuitos.

RDC  nº 18, de 29 de fevereiro de 2000

O controle de pragas efetivamente só pode ser realizado por empresas especializadas que atendem a todas as diretrizes da RDC  nº 18, de 29 de fevereiro de 2000. As exigências legais dizem respeito às instalações das empresas, ao transporte dos produtos, à destinação das embalagens e às rotinas de trabalho, além da obrigatoriedade de um responsável técnico. Assim, essas empresas só podem atuar se devidamente licenciadas junto à autoridade sanitária ou ambiental competente estadual ou municipal.

Em 2008, a resolução foi atualizada: No item 4.2 da Consulta Pública nº 76, de 23 de dezembro de 2008, diz:

a prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas somente pode ser exercida por empresa especializada, sendo obrigatória a contratação e/ou licitação específica e independente de outros serviços de quaisquer naturezas.

Assim, conclui-se que toda instituição de saúde deve manter contrato de serviço de controle de pragas com empresa especializada.

Ainda em relação às normas, outro aspecto importante diz respeito aos produtos utilizados. Qualquer inseticida ou raticida deve obrigatoriamente ter registro na Anvisa e este registro tem um período de validade. No site do órgão (portal.anvisa.gov.br) é possível consultar o número de registro de todos os produtos legalizados.

Consulte-nos!

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Identificação de Pragas Otimiza o Controle das Pragas https://www.biomax-mep.com.br/identificacao-de-pragas-otimiza-o-controle-das-pragas/ Fri, 17 May 2019 12:09:00 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1185 Identificação de pragas é indispensável para empresas e indústrias que desejam otimizar do processo de controle integrado de pragas Controlar contaminações é um dos primeiros e mais importantes passos a serem realizados por empresas, sobretudo as alimentícias e as farmacêuticas. Esse controle está inserido em processos indispensáveis para conseguir certificações, por exemplo, a ISO 22000, em sistemas […]

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Identificação de pragas é indispensável para empresas e indústrias que desejam otimizar do processo de controle integrado de pragas

Controlar contaminações é um dos primeiros e mais importantes passos a serem realizados por empresas, sobretudo as alimentícias e as farmacêuticas.

Identificação de Pragas #pragas #entomologia #forenseEsse controle está inserido em processos indispensáveis para conseguir certificações, por exemplo, a ISO 22000, em sistemas de gestão de segurança de alimentos, como a BPF, a HACCP, e no cumprimento de exigências de órgãos, a exemplo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ministério da Agricultura.

Já é de conhecimento que a identificação de pragas, que também é conhecida por entomologia forense urbana, faz parte destes procedimentos. É importante também ter em mente que, para que tudo seja feito dentro dos padrões aceitáveis, é necessário contar com o respaldo de uma empresa especializada, que realize a análise com qualidade e garantias técnicas.

A BIOMAX Controle Integrado de Pragas presta este tipo de serviço a empresas e indústrias, garantindo a identificação de pragas e infestantes, seja em produtos ou em ambientes, com laudos técnicos precisos.

Vale ressaltar ainda que a identificação correta possibilita uma futura economia financeira, em médio e longo prazo, já que aplicação de produtos, como inseticidas, será menor, evitando assim contaminações de materiais, ambientes e colaboradores.

Fora isso, principalmente no caso de indústrias alimentícias, a identificação de pragas pode ser útil em litígios causados pela presença de seres em produtos.

A otimização no processo de controle de pragas, a contribuição ambiental, já que o uso de produtos químicos no combate é, consequentemente, menor e o aperfeiçoamento da escala produtiva e de distribuição são alguns dos muitos benefícios que o serviço de identificação pode proporcionar às empresas, direta e indiretamente. Além disso, ter entre seus stakeholders uma empresa conceituada, que forneça análises entomológicas, só aumentará a credibilidade diante no mercado.

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Desratização e Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br/desratizacao-e-controle-de-pragas/ Sat, 04 May 2019 12:49:41 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=2587 Realizamos a desratização e o controle de pragas através de métodos físicos, biológicos e químicos, comprovadamente eficazes e sustentáveis para sua eliminação efetiva. A contaminação por ratos, se não tratado, pode facilmente evoluir para uma praga e tornar-se rapidamente um problema de saúde pública pela grande quantidade de doenças que podem vir a ser transmitidas. Inclusive, muitas […]

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Realizamos a desratização e o controle de pragas através de métodos físicos, biológicos e químicos, comprovadamente eficazes e sustentáveis para sua eliminação efetiva.

A contaminação por ratos, se não tratado, pode facilmente evoluir para uma praga e tornar-se rapidamente um problema de saúde pública pela grande quantidade de doenças que podem vir a ser transmitidas. Inclusive, muitas doenças, antes erradicadas, estão voltando a causar problemas, em parte devido à falta de higienização e cuidado necessário. Entre as várias doenças que voltaram, está, por exemplo, a hantavirose.

Os estados do sudeste são, no país, os mais atingidos pela doença. Locais fechados ou a poeira gerada pela atividade humana em locais já contaminados por roedores são ambientes de risco, ambientes propícios para a transmissão da doença. Os ratos transmitem várias doenças, através da inalação de pequenas partículas de ar formadas pela urina, fezes e saliva de outros ratos infectados; a hantavirose especialmente.

Para se prevenir, é preciso evitar qualquer tipo de contato com ambientes contaminados. Higiene e saneamento básico são preceitos fundamentais a fim de inibir não apenas as doenças, mas também a presença desses roedores. Às vezes, a situação encontra-se, sim, em controle dos cidadãos. A FUNASA (Fundação Nacional de Saúde), lista algumas atitudes mecânicas que qualquer cidadão pode seguir a fim de evitar qualquer a propagação de roedores.

Métodos Mecânicos para a Desratização

  • Eliminar qualquer resíduo que, futuramente, possa vir a servir de toca ou ninho para ratos. Eliminar possíveis fontes de alimento e água também são igualmente importantes;
  • Realizar limpeza diária no local em que você reside, evitando o acúmulo de lixo e entulho;
  • Tampar fendas e buracos com tamanho superior a 0,5 centímetro, a fim de evitar a entrada e propagação desses roedores, principalmente se esses buracos estiverem na parte externa da casa;
  • Remover diariamente sobras de alimentos;
  • Em locais onde a coleta ou reciclagem de lixo (orgânico e inorgânico) seja prática comum, rotineira, o lixo deve ser depositado em latões com tampa ou em sacos plásticos, e mantidos a uma distância de no mínimo 1,5 metro de altura do solo;
  • Em locais com muito mato, é importante mantê-lo sempre aparado;
  • Livrar-se de entulhos, despachando-o em locais propícios para isso.

Se a chamada prática mecânica (conforme listadas acima) não for suficiente, alternativas bastante funcionais a fim de eliminar qualquer sinal não apenas de roedores, mas de qualquer outra paga, é o Controle de Pragas BIOMAX.

Em áreas industriais e rurais, não é rotineiro o controle químico para combater roedores, visto que os métodos de Desratização BIOMAX mostram-se extremamente eficazes nesses ambientes.

No perímetro urbano, por possuir maior concentração de pessoas, a desratização e o manejo ecológico de pragas são aconselhados quando houver uma alta infestação de ratos ou presença de SCPH (síndrome cardiopulmonar por hantavírus).

Como funciona a hantavirose

A doença, além da dificuldade existente em ser percebida pelos médicos, gerou, em 2014, 74 novos casos. Desses, 26 resultaram em óbito.

Após os primeiros sintomas (febre, dispneia, dor de cabeça, mialgia e dor lombar e abdominal), que podem durar de 3 a 6 dias, a doença caminha para a segunda fase (chamada de cardiopulmonar), que se caracteriza pelo início da tosse, acompanhada por taquicardia, podendo evoluir para edema pulmonar não cardiogênico. Na terceira fase da doença (chamada de diurética), acontece a reabsorção do líquido do edema pulmonar e a resolução da febre e do choque. A quarta fase (convalescença), pode durar de duas semanas a dois meses, e se caracteriza pela prostração. É importante ressaltar que o paciente deve ser acompanhado por um profissional de saúde para avaliação de futuras sequelas como hipertensão, insuficiência renal crônica e outras.

A BIOMAX realiza a desratização e o controle desses roedores. Dispomos de métodos físicos, biológicos e químicos, comprovadamente, eficazes e sustentáveis para a eliminação efetiva dessa praga.

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