BIOMAX Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br A BIOMAX é especializada no Controle de Pragas em indústrias de alimentos, medicamentos, embalagens, hotelaria, hospitais e nas demais empresas que procuram um programa sustentável com as exigências da Anvisa, da Norma ISO 22000, BPF, HACCP e Ministério da Agricultura. Utiliza o sistema de controle denominado Manejo Ecológico de Pragas (MEP) o qual une eficácia no controle das pragas e segurança para as pessoas e o meio ambiente. Fri, 06 Dec 2019 16:54:53 -0300 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.3 https://www.biomax-mep.com.br/wp-content/uploads/2018/08/cropped-logo-biomax-icon-512-32x32.png BIOMAX Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br 32 32 Formigas Saúvas Aceleram Corte e Transporte de Folhas Diante de Ameaça de Chuva e Vendaval https://www.biomax-mep.com.br/formigas-sauvas-aceleram-corte-e-transporte-de-folhas-diante-de-ameaca-de-chuva-e-vendaval/ Fri, 06 Dec 2019 10:09:17 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4757 As saúvas (Atta sexdens) enfrentam dois grandes desafios ao deixar a segurança do ninho para forragear: escolher as melhores plantas para coletar folhas e evitar serem surpreendidas por um vendaval ou um temporal, o que atrapalharia a conclusão da tarefa. Um estudo feito por pesquisadores da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de […]

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As saúvas (Atta sexdens) enfrentam dois grandes desafios ao deixar a segurança do ninho para forragear: escolher as melhores plantas para coletar folhas e evitar serem surpreendidas por um vendaval ou um temporal, o que atrapalharia a conclusão da tarefa.

Um estudo feito por pesquisadores da Escola de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) mostrou que essas formigas cortadeiras são capazes de prever condições climáticas adversas ao perceberem mudanças na pressão atmosférica.

Ao detectar uma queda acentuada na pressão atmosférica – que na maioria dos casos é um sinal de chuva e ventos fortes iminentes –, as formigas cortadeiras passam a executar as tarefas rotineiras de corte e transporte das folhas de forma muito mais rápida. Dessa forma, conseguem coletar e armazenar a maior quantidade possível de alimentos para o ninho, observaram os pesquisadores.

Os resultados do estudo, feito no âmbito do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Semioquímicos na Agricultura – um dos INCTs financiados pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no Estado de São Paulo –, foram publicados na revista Ethology.

“Observamos que a capacidade de as formigas cortadeiras perceberem mudanças na pressão atmosférica permite prever condições meteorológicas adversas e mudar as estratégias de forrageamento”, disse à Agência FAPESP José Maurício Simões Bento, professor da Esalq-USP e um dos autores do estudo.

De acordo com o Bento, a busca de alimentos é essencial em um ninho de formigas cortadeiras, uma vez que somente uma pequena parte dos indivíduos sai da colônia.

“Muitas castas das saúvas, como a rainhas, as jardineiras e fases imaturas das formigas, permanecem no interior do ninho. Somente saem as forrageiras, para cortar e transportar as folhas, e os soldados, para defender a entrada da colônia”, explicou.

As escoteiras, que são as primeiras forrageiras a sair, têm a função de explorar os arredores do ninho e encontrar uma planta adequada para extrair as folhas. Ao localizá-la, retornam à colônia, marcando uma trilha com um feromônio para que as demais operárias possam se guiar até a planta, fazer o corte e o carregamento das folhas para o ninho.

A maior parte desse material vegetal é usada para cultivar, no interior do formigueiro, um fungo da espécie Leucoagaricus gongylophorus, com o qual essas formigas mantêm uma relação de mutualismo. As folhas trazidas pelas operárias servem de substrato para o crescimento do microrganismo, que doa parte de suas hifas (filamentos de células) para a alimentação da colônia.

“Essas formigas cortadeiras cultivam esse fungo para ter o alimento em grande disponibilidade, principalmente como uma reserva para os períodos de maior escassez”, disse Bento.

Maior rapidez

A fim de avaliar se as formigas cortadeiras são capazes de perceber variações da pressão atmosférica e, dessa forma, mudar suas estratégias de forrageamento, os pesquisadores analisaram o recrutamento de operárias e os padrões de corte e carregamento de folhas desses insetos sob condições de pressão atmosférica alta e baixa em comparação com uma condição estável.

No experimento, ninhos de saúva foram introduzidos em uma câmara barométrica e submetidos durante três horas a condições de pressão atmosférica estável (950 milibar), alta (de 958 mbar) e baixa (de 942 mbar).

“Escolhemos uma variação de pressão de 8 milibar entre as condições baixa, estável e alta, porque tem sido a média registrada nas cidades brasileiras que produzem eucalipto ou rosas, onde a saúva é considerada uma praga agrícola”, explicou Bento.

Após as diferentes condições de pressão atmosférica serem atingidas, o ninho foi filmado por uma hora, uma vez que a chuva e o vento geralmente acontecem horas após a diminuição da pressão.

Nesse estágio, a entrada do ninho foi aberta, de modo a possibilitar às formigas o acesso a uma roseira por meio de uma plataforma montada em frente às colônias.

Foram analisados estatisticamente o tempo que a primeira formiga escoteira deixou ou ninho, além do número total de operárias forrageiras e de folhas cortadas e trazidas para a colônia.

As análises indicam que, em uma condição de baixa pressão, as escoteiras deixaram seus ninhos 2,8 vezes mais rápido do que quando a pressão foi constante e 3,7 vezes mais rápido do que em alta pressão.

“As formigas percebem individualmente a queda da pressão atmosférica e, a partir disso, aumentam a eficiência no forrageamento. Essa maior agilidade permite encontrar maior quantidade de matéria vegetal, uma vez que, após o temporal, as plantas normalmente perdem parte das folhas que carregam, reduzindo a quantidade disponível”, afirmou Bento.

Os pesquisadores não observaram uma diferença no número de operárias recrutadas para a coleta das folhas. No entanto, constataram que entre 1,5 e 2 vezes mais folhas foram cortadas e trazidas para o ninho durante a queda da pressão atmosférica.

Na avaliação do pesquisador, o esforço de todas as forrageiras para transportar e trazer uma quantidade maior de alimentos para a colônia em uma situação adversa mostra a alta capacidade de tomada de decisão desses insetos em favor da manutenção do grupo, sem um controle central ou unitário. “Esse é mais um indício de quão evoluídos são esses insetos”, afirmou.

O artigo Foraging activity of leaf-cutter ants is affected by barometric pressure (DOI: 10.1111/eth.12967), de Fernando R. Sujimoto, Camila M. Costa, Caio H. L. Zitelli e José Maurício S. Bento, pode ser lido na revista Ethology em onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1111/eth.12967.

fonte: Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND.

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Estudo Para o Controle Biológico de Formigas Saúvas https://www.biomax-mep.com.br/estudo-para-o-controle-biologico-de-formigas-sauvas/ Wed, 06 Nov 2019 12:20:21 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4664 Pesquisa internacional, centralizada na Unesp de Rio Claro (SP), investigou as relações de simbiose e parasitismo estabelecidas entre as saúvas e outras formigas cortadeiras com dois gêneros de fungos. Um dos desdobramentos do estudo prevê ainda o controle biológico das formigas em monoculturas. O estudo está diretamente associado a dois projetos apoiados pela FAPESP: “Sistemática […]

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Pesquisa internacional, centralizada na Unesp de Rio Claro (SP), investigou as relações de simbiose e parasitismo estabelecidas entre as saúvas e outras formigas cortadeiras com dois gêneros de fungos.

Um dos desdobramentos do estudo prevê ainda o controle biológico das formigas em monoculturas.

O estudo está diretamente associado a dois projetos apoiados pela FAPESP:

“Sistemática e filogenia do fungo parasita Escovopsis associado às formigas Attini”; e “Código de barras de DNA e potencial biotecnológico dos microfungos associados aos ninhos das formigas cortadeiras”.

Saiba mais:

Fonte: FAPESP

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Equipe de Biólogos Mostram o Maravilhoso e Interessante Micromundo dos Insetos https://www.biomax-mep.com.br/equipe-de-biologos-mostram-o-maravilhoso-e-interessante-micromundo-dos-insetos/ Wed, 30 Oct 2019 17:45:44 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4653 Conheça um dos maiores predadores do mundo dos insetos: o louva-a-deus A equipe de biólogos do Projeto Mantis tem uma missão científica que beira à poesia: mostrar a todos o quão maravilhoso e interessante é o micromundo dos insetos. E o porta-voz escolhido para essa empreitada é o louva-a-deus. O projeto surgiu em 2015 e […]

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Conheça um dos maiores predadores do mundo dos insetos: o louva-a-deus

A equipe de biólogos do Projeto Mantis tem uma missão científica que beira à poesia: mostrar a todos o quão maravilhoso e interessante é o micromundo dos insetos. E o porta-voz escolhido para essa empreitada é o louva-a-deus.

O projeto surgiu em 2015 e hoje trabalha no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, sob a orientação da pesquisadora Maria Lúcia Moscatelli.

Assista clicando na imagem!

Fonte: G1

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Abelhas Sem Ferrão Viram Bichos de Estimação https://www.biomax-mep.com.br/abelhas-sem-ferrao-viram-bichos-de-estimacao/ Mon, 26 Aug 2019 18:08:51 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3160 Todas as manhãs, com uma xícara de café nas mãos, dona Ivone observa o vai e vem de seus animaizinhos de estimação na varanda de seu apartamento em Ubatuba. São dezenas de pequenos seres alados, que zumbem e produzem mel. Isso mesmo, os animais de estimação de Ivone Ribeiro Campos são dois enxames de abelhas […]

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Todas as manhãs, com uma xícara de café nas mãos, dona Ivone observa o vai e vem de seus animaizinhos de estimação na varanda de seu apartamento em Ubatuba. São dezenas de pequenos seres alados, que zumbem e produzem mel.

Isso mesmo, os animais de estimação de Ivone Ribeiro Campos são dois enxames de abelhas jataí (Tetragonisca angustula), espécie muito comum no país.

“Sento e fico olhando enquanto uma entra e outra sai. É uma coisa viva, né? Eu gosto de ter coisas vivas em casa. Senão, a gente fica muito solitária”, diz a funcionária pública aposentada de 67 anos.

O que permite que dona Ivone possa apreciar as bichinhas sem medo é o fato de elas serem incapazes de aferroar.

Abelhas sem ferrão viram bichos de estimação

Abelhas sem ferrão viram bichos de estimação

Diferentemente das apis, de origem africana ou europeia, que costumam ser vistas rondando doces e refrigerantes e eventualmente ferroando quem os consome. Abelhas sem ferrão são chamadas meliponíferas. “Não tem veneno, não tem alergia”, afirma Celso Barbieri Jr., diretor técnico-científico da ONG SOS Abelhas sem Ferrão.

Embora esses insetos voadores sejam nativos do Brasil e habitem o país há milhões de anos, esses são desconhecidos por boa parte dos brasileiros. “Mais de 90% da população nunca ouviu falar das abelhas sem ferrão”, diz ele.

Com a intenção de apresentá-las para o público, o chef Ivan Ralston decidiu abrigar três colmeias na entrada de seu sofisticado restaurante, o Tuju, no bairro da Vila Madalena, em São Paulo.

Ralston, um grande apreciador dos méis produzidos pelas meliponíferas, os usa em suas receitas, e percebeu que seus clientes muitas vezes não têm ideia do que estão degustando.

“É um mundo com possibilidades gastronômicas enormes. Esses méis podem ter para o Brasil a força que a trufa tem para a gastronomia europeia”, afirma.

Sabores

Segundo o chef, eles trazem sabores muito especiais: o de abelhas borá (Tetragona clavipes), por exemplo, lembra queijo, e o mel de emerina (Plebeia emerina), “super ácido, parece um vinagre”.

A história do tenente da reserva da PM Jorge de Oliveira Diogo com as meliponíferas começou durante sua passagem pela polícia ambiental. Quando soube de um enxame em perigo em sua cidade, em Jacupiranga (SP), colocou as bichinhas numa caixa de madeira e as levou para casa.

“Acabei me apaixonando pelos ‘serzinhos'”, conta. Hoje seu xodó é uma colmeia de Friesella schrottkyi, conhecida popularmente como mirim-preguiça, também resgatada por ele. “Vieram num pote de sorvete e estavam bem debilitadas. Criei praticamente na mamadeira.”

fonte: Jornal Folha de São Paulo

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Novo Larvicida Biológico Elimina Larvas do Aedes Aegypti https://www.biomax-mep.com.br/novo-larvicida-biologico-elimina-larvas-do-aedes-aegypti/ Thu, 15 Aug 2019 12:10:08 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4611 O amido de milho, uma matéria-prima abundante, barata e biodegradável, foi a base usada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento de partículas capazes de armazenar e liberar controladamente compostos ativos letais para as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. A metodologia […]

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O amido de milho, uma matéria-prima abundante, barata e biodegradável, foi a base usada por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o desenvolvimento de partículas capazes de armazenar e liberar controladamente compostos ativos letais para as larvas do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya.

A metodologia teve a patente requerida por meio da Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e foi descrita em artigo na revista Industrial Crops and Products.

No trabalho, apoiado pela FAPESP e coordenado por Ana Silvia Prata, professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos (FEA-Unicamp), foi testado o óleo essencial de tomilho como agente larvicida. Esse óleo também é biodegradável e, na concentração usada na pesquisa, não oferece riscos à saúde humana.

“Conseguimos obter uma partícula que se comporta exatamente como os ovos do Aedes. Enquanto o ambiente está seco, ela se mantém inerte e conserva o agente ativo protegido. A partir do momento em que entra em contato com a água, começa a inchar para permitir a liberação do larvicida. Após três dias, período em que os ovos eclodem e tem início a fase larval, a partícula passa a liberar quantidades letais do princípio ativo na água”, disse Prata.

A ideia do projeto foi desenvolver um sistema de liberação controlada de larvicida para pequenos volumes hídricos, como vasos de planta, pneus, garrafas e entulhos diversos que podem virar criadouro do mosquito no ambiente urbano.

Segundo Prata, as autoridades sanitárias têm se preocupado em tratar com larvicidas caixas d’água e outros grandes reservatórios, mas estudos epidemiológicos indicam que 50% dos focos do Aedes estão em pequenas poças.

“Como o custo é baixo, o governo poderia produzir essas partículas e distribuí-las para a população, para que fossem espalhadas em locais da residência com potencial para acumular água da chuva, como medida complementar à conscientização da população e da luta contra a dengue”, disse.

Resultados dos testes feitos na Unicamp indicam que as partículas poderiam se manter funcionais durante aproximadamente cinco ciclos de chuvas. Após o primeiro contato com a água elas liberam apenas 20% do óleo de tomilho. “Fizemos o teste de deixar o material secar para depois reidratá-lo e observamos que as partículas voltam a liberar o agente larvicida normalmente”, contou Prata.

Ainda segundo a pesquisadora, o principal composto ativo encontrado no óleo de tomilho – o timol – impediu a proliferação de microrganismos no recipiente contendo a água, evitando que as partículas estragassem rapidamente depois de molhadas.

Método de produção

O ciclo de vida do Aedes aegypti é formado por quatro etapas: ovo, larva, pupa e mosquito adulto. O período total de desenvolvimento pode variar de cinco a 10 dias, tornando-se mais curto à medida que a temperatura aumenta. A fase larval, na qual o inseto está confinado no ambiente aquático, é considerada a mais estratégica para as ações de combate.

“Com base nessas informações, começamos a pensar em como deveria ser a partícula. Um de nossos colaboradores – Johan Ubbink [California Polytechnic State University, Estados Unidos] – sugeriu produzi-la por uma técnica conhecida como extrusão, a mesma usada na fabricação de salgadinhos de milho”, disse Prata.

O método consiste em forçar a passagem da massa de amido úmida e aquecida por um pequeno buraco. Normalmente, a ação da temperatura e da pressão exercida por uma rosca faz com que o material se expanda após a passagem pelo orifício.

“Adaptamos o processo, adotando uma temperatura mais branda e uma rotação de rosca mais suave, para que não ocorresse a expansão do material. Caso contrário, a partícula amoleceria rapidamente ao entrar em contato com a água, liberando o princípio ativo todo de uma vez”, disse Prata.

Outro desafio do grupo foi encontrar a composição adequada da matéria-prima. Como explicou a pesquisadora, o amido – seja ele de trigo, milho ou qualquer outra fonte – é composto fundamentalmente por frações variáveis de amilose e amilopectina. A quantidade de cada um desses componentes determina características como viscosidade e estrutura (capacidade de não se desfazer em contato com a água).

“Testamos formulações que tinham de 1,8% até 76% de amilose. E avaliamos, em cada caso, qual era o comportamento de lixiviação [o quão rápido a partícula se desfaz] e de inchamento no meio aquático”, disse Prata.

Ao mesmo tempo em que avaliavam esses dois aspectos da partícula, dosando a quantidade de óleo de tomilho liberada em função do tempo de contato com a água, os pesquisadores também observavam a atividade larvicida do composto ativo. O teste consistiu em medir a concentração necessária para matar 99% das larvas – parâmetro conhecido com CL99.

“O CL99 do óleo de tomilho não encapsulado é de aproximadamente 70 microgramas por mililitro [µg/ml]. Quando colocamos esse composto dentro da partícula, o valor diminui para 31 µg/ml, ou seja, nosso sistema de liberação controlada aumentou a ação larvicida”, disse a pesquisadora.

Ainda assim, o CL99 do composto natural permaneceu bem mais baixo que o de agentes sintéticos, como o temefós. A vantagem, segundo Prata, é que por ter uma composição química complexa, com outras moléculas ativas além do timol, é mais difícil para o inseto desenvolver resistência.

O grupo também testou como larvicida o extrato de jambu. O resultado foi similar ao observado com o tomilho, porém, o custo foi cerca de 15 vezes maior.

“O óleo essencial de tomilho é um material altamente disponível, vendido comercialmente e representa apenas 5% da composição da partícula – os outros 95% são amido de milho, que é muito barato. Por isso consideramos a técnica facilmente escalonável”, disse a professora da FEA-Unicamp.

O grupo da FEA-Unicamp avalia, no momento, a possibilidade de usar as mesmas partículas para encapsular bactérias fixadoras de nitrogênio, que auxiliam no crescimento de plantas. O material poderia, em tese, reduzir a quantidade de fertilizantes usados na agricultura. “Essa é uma teoria que pretendemos testar em um futuro projeto”, disse Prata.

O artigo Improved activity of thyme essential oil (Thymus vulgaris) against Aedes aegypti larvae using a biodegradable controlled release system, de Juliana Dias Maia, Roseli La Corte, Julian Martinez, Johan Ubbink e Ana Silvia Prata, pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0926669019301967?via%3Dihub#!.

Fonte: Karina Toledo | Agência FAPESP

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Feira de Insetos na Esalq/USP 2019 https://www.biomax-mep.com.br/feira-de-insetos-na-esalq-usp-2019/ Wed, 24 Jul 2019 19:33:05 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4600 Evento “Insetos na Esalq” será no dia 27 de julho no Campus da ESALQ/USP em Piracicaba e vai demonstrar a importância dos insetos com atividades práticas Para demostrar com linguagem simples e direta a importância dos insetos, será realizada, no próximo dia 27 de julho, mais uma edição da feira Insetos na Esalq na USP, em Piracicaba. O […]

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Evento “Insetos na Esalq” será no dia 27 de julho no Campus da ESALQ/USP em Piracicaba e vai demonstrar a importância dos insetos com atividades práticas

Para demostrar com linguagem simples e direta a importância dos insetos, será realizada, no próximo dia 27 de julho, mais uma edição da feira Insetos na Esalq na USP, em Piracicaba. O público poderá participar de atividades práticas que ilustram o papel dos insetos na natureza.

E eles têm atuação imensa: polinizadores de plantas, pragas da agricultura e urbana, reguladores de população de pragas, cicladores de nutrientes do solo, transmissores de doenças ao ser humano e seu uso na alimentação humana e animal. Haverá ainda curiosidades gerais sobre os organismos nas artes e cultura geral. “Abrimos as portas da Universidade para que a comunidade conheça suas atividades de ensino, pesquisas e extensão”, comenta o coordenador do evento, Pedro Takao Yamamoto, professor do departamento de Entomologia e Acarologia da Esalq.

Todas as atividades são gratuitas e ocorrerão das 9 às 16 horas, na rua principal do Departamento de Entomologia da Esalq, localizado na Av. Pádua Dias, 11, em Piracicaba. Podem participar quaisquer interessados, sem restrições de idade. Não é necessário se inscrever.

Programação

Workshop Insetos na Alimentação Humana

Workshop prático ministrado pelo chef e professor Rossano Linassi (Instituto Federal Catarinense, Camboriú-SC). Neste workshop, ele irá expor dados e curiosidades sobre o uso de insetos na alimentação humana, quais países e culturas têm este hábito, quais insetos são comestíveis e por que a ONU recomenda os insetos na alimentação humana. Simultaneamente, o chef irá preparar e ensinar receitas à base de insetos. O palestrante já participou de diversos programas de TV, entre eles Programa do Jô e Encontro com Fátima Bernardes da rede Globo. Durante todo o evento, haverá degustação de pratos elaborados com insetos.

Horário do workshop: 9 horas

Visitas Guiadas

Visita guiada 1 – Borboletário

O público conhecerá um pouco sobre a vida das borboletas, ciclo de vida (ovo-larva-pupa), hábitos alimentares e a importância das borboletas no ecossistema, diferenças entre borboletas e mariposas. Tudo isso observando, tocando e sentindo os insetos em um borboletário. A visita será conduzida por especialistas, que apresentarão informações sobre o desenvolvimento das borboletas, apresentando espécimes de destacada beleza montados em caixas entomológicas e, posteriormente, conduzirão os visitantes pelo borboletário tirando dúvidas e tentando esclarecer mitos e superstições acerca destes insetos. O tempo de cada visita será de 30 minutos.

Horários da visita: 9h; 10h; 11h; 13h; 14h; 15h e 16h

Visita guiada 2 – Formigueiro

Por meio de um formigueiro transparente (localizado no Departamento de Entomologia e Acarologia da Esalq), o visitante poderá ver as formigas trabalhando dentro da sua “própria casa” e observar as diferentes funções efetuadas por cada grupo, produção de alimento, cuidados com os ovos, segurança e limpeza. A “vida íntima” das formigas será exposta e explicada por pesquisadores da Esalq que irão mostrar aos visitantes a organização social e funcionamento do formigueiro didático, além de tirar dúvidas dos participantes. O tempo de cada visita será de 30 minutos.

Horários da visita: 9h, 10h, 11h, 13h, 14h, 15h e 16h

Visita guiada 3 – Meliponário

O visitante irá ver que nem todas as abelhas têm ferrão (picam). No meliponário do Departamento de Entomologia e Acarologia, serão apresentadas as abelhas 100% brasileiras que não possuem ferrão e têm um comportamento mais dócil em relação às introduzidas da África. Os pesquisadores do Laboratório de Insetos Úteis irão mostrar aos visitantes as diferentes espécies sem ferrão, seus hábitos e comportamentos, importância no ecossistema e que, além de tudo, essas abelhas produzem um saboroso e nutritivo mel. Durante a feira, os participantes terão oportunidade de degustar diferentes tipos de mel. O tempo de cada visita será de 30 minutos.

Horários da visita: 9h, 10h, 11h, 13h, 14h,15h e 16h

Estações

Nas estações, os visitantes poderão conhecer um pouco mais sobre a vida dos insetos. Serão expostas curiosidades, questões de saúde pública, artes com insetos, métodos alternativos de controle de pragas, conhecer os insetos que vivem em seu quintal, como controlar em sua horta e as crianças poderão se divertir no espaço Kids. As estações não terão horários agendados para a exposição dos conteúdos, sendo que os monitores estarão disponíveis para informar o visitante durante todo o funcionamento do evento.

Estação 1 – Insetos e aracnídeos e o homem

O público poderá tirar dúvidas sobre os métodos de controle do inseto vetor da dengue, zika e chikungunya. Será orientado sobre os mitos, os métodos de controle que não funcionam e são disseminados por diferentes veículos de informação. Aprenderá a identificar e combater o inseto, diferentes fases dos carrapatos, biologia dos carrapatos, transmissão de doenças por carrapatos. As táticas de controle de vetores de agentes causais de doenças aos seres humanos, que realmente funcionam, serão expostas aos visitantes.

Estação 2 – Controle biológico

Não é só agrotóxico que combate as pragas agrícolas. Alimentos mais saudáveis e menos nocivos ao meio ambiente podem ser produzidos com o uso de “inimigos naturais”, que são insetos ou ácaros, ou “doenças de insetos” (entomopatógenos) que matam as pragas agrícolas controlando-as de uma maneira mais racional e sustentável. Serão apresentados ao visitante os casos de sucesso de uso desta técnica mostrando que já é uma realidade presente em grandes áreas agrícolas no Brasil.

Estação 3 – Curiosidades sobre os insetos

O público vai aprender a identificar os insetos, sabendo diferenciá-los dos aracnídeos (aranhas, carrapatos e escorpiões), além de conhecer as diferentes espécies e ordens de insetos, onde eles podem viver e do que se alimentar. Os monitores irão expor ao visitante insetos curiosos e com hábitos “diferentes”.

Estação 4 – Artes e Insetos

Nesta tenda, serão apresentados pinturas e desenhos cujo tema são os insetos, seja de forma artística ou de forma científica, por meio de ilustrações que fazem parte de trabalhos de identificação de novas espécies. Os insetos têm sido inspiração para artistas desde os tempos mais remotos e sua representação em obras possui uma série de significados que serão expostos aos visitantes.

Estação 5 – Insetos em seu quintal e horta caseira

A ideia é proporcionar ao público conhecimento para controlar pragas em sua horta caseira e no jardim de suas casas, com produtos alternativos, com baixo impacto sobre os moradores e animais domésticos e que não causem desequilíbrio. Além disso, prover conhecimento para conduzir sua horta caseira, apresentando técnicas de plantio, opções de plantas a cultivar e tratos culturais e fitossanitários.

Estação 6 – Espaço Kids/ninfas

Espaço onde as crianças poderão brincar e desenvolver atividades relacionadas aos insetos. A criança terá oportunidade de ter um desenho em sua mão, braço ou rosto com tema de insetos, com tintas coloridas e cintilantes que não causam danos à sua pele. Haverá também um desenho de insetos que será pintado por todos os participantes e espera-se que, ao final da feira, tudo esteja pintado. O desenho será emoldurado e sorteado posteriormente para uma criança que deverá realizar um cadastro prévio.

Fonte: ESALQ e Jornal da USP

 

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Barbeiros Causadores de Chagas Chegam à São Paulo https://www.biomax-mep.com.br/barbeiros-causadores-de-chagas-chegam-a-sao-paulo/ Thu, 18 Jul 2019 21:43:35 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4590 Desde 2015, mais de 100 insetos foram capturados e 30% deles tinham o protozoário que causa a doença de Chagas Nos últimos cinco anos, equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados. Por enquanto, […]

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Desde 2015, mais de 100 insetos foram capturados e 30% deles tinham o protozoário que causa a doença de Chagas

Nos últimos cinco anos, equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados. Por enquanto, o risco de contaminação é pequeno. Ainda não há casos da enfermidade registrados em seres humanos, mas as análises de laboratório na Sucen indicaram que os insetos capturados, conhecidos como barbeiro, alimentaram-se de sangue humano e de animais, como aves, roedores, gambás, cães e gatos.

“Precisamos ficar atentos para evitar a transmissão para pessoas”, alerta o biólogo Rubens Antonio da Silva, pesquisador científico e coordenador técnico do programa de controle de doença de Chagas da superintendência.

Ao identificar um barbeiro em Pirapora do Bom Jesus, a 61 quilômetros (km) da cidade de São Paulo, e outro em Taboão da Serra, a 18 km da capital, em 2015, Silva e sua equipe pensaram que poderia se tratar de episódios esporádicos. A conclusão se desfez quando atenderam outros chamados de moradores de Taboão da Serra nos anos seguintes e, em 2018, também de Carapicuíba, Embu das Artes, Itapecerica da Serra e bairros da zona oeste de São Paulo. Em 2019, Juquitiba e Santana de Parnaíba reforçaram a lista de municípios com relatos de barbeiros.

Em Carapicuíba, os pesquisadores identificaram colônias com 57 insetos vivendo em ninhos de gambás no telhado de três casas de condomínios cercados por matas – nenhum deles estava infectado. Em Taboão da Serra, porém, 47% dos barbeiros estavam infectados com Trypanosoma cruzi, o protozoário causador da doença de Chagas. Em uma casa em Embu das Artes, havia fêmeas com ovos embaixo do colchão sobre o qual dormiam os moradores, que não foram contaminados, de acordo com os exames feitos até agora.

Enquanto cresce pela primeira vez na Região Metropolitana de São Paulo, a população de barbeiros tem caído no interior do estado: o total de insetos capturados diminuiu de cerca de 6 mil em 2007 para aproximadamente 2 mil em 2018, como Silva descreve em um artigo publicado em abril de 2019 na revista Brazilian Journal of Health Review. De acordo com o Ministério da Saúde, o estado de São Paulo registrou apenas um caso novo de pessoa com doença de Chagas em 2016 e dois em 2017. Nesses dois anos, o número de casos novos passou de 20 para 320 no Pará e de 3 para 24 no Amapá, estados que concentram a maioria dos relatos.

equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados.

Equipes da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen) encontraram 135 insetos transmissores do protozoário causador da doença de Chagas em municípios da Grande São Paulo. Desses, 30,8% estavam infectados.

Em 2006, o Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) certificação internacional por ter praticamente eliminado o barbeiro Triatoma infestans, a principal espécie transmissora da doença, hoje restrita a regiões da Bahia e do Rio Grande do Sul. No entanto, em consequência da intensa transmissão até meados do século XX, estima-se que entre 1,2 milhão e 4,6 milhões de pessoas no Brasil tenham a forma crônica da doença de Chagas, com cerca de 6 mil mortes por ano, principalmente por insuficiência cardíaca, que afeta cerca de 30% das pessoas com o parasita, de acordo com a OMS.

Atualmente a espécie de barbeiro que mais preocupa é Panstrongylus megistus, por ser capaz de viver tanto em matas quanto em espaços domésticos. P. megistus tem o corpo marrom com manchas vermelhas e 2,5 a 4 centímetros de comprimento. Atraído pela luz, o inseto pode entrar nas casas por portas ou janelas abertas. Os barbeiros se infectam com T. cruzi ao se alimentarem do sangue de animais que o abrigam sem desenvolver a doença, os chamados reservatórios naturais, como gambás, morcegos, tatus, macacos, preguiças, pacas, capivaras, cães e gatos.

Até agora os registros de P. megistus na região metropolitana paulistana eram esparsos. De 1999 a 2017, 15 exemplares foram capturados na cidade de São Paulo. Apenas dois insetos foram examinados: o coletado em 2011 no Jabaquara, zona sul, estava infectado com T. cruzi, e o de 2014 no Sacomã, na região sudeste, não tinha o parasita, de acordo com um levantamento realizado pelo biólogo Walter Ceretti Junior, da Faculdade de Saúde Pública da USP, publicado em julho de 2018 na Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo.

“Com o desmatamento, roedores e gambás aproximam-se das casas em busca de abrigo e alimento”, diz Ceretti Júnior. “A possibilidade de a transmissão do parasita sair do ciclo silvestre e se expandir para áreas urbanas é no mínimo preocupante”, diz o médico epidemiologista Guilherme Werneck, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Em 2018 e 2019, as equipes da Sucen registraram P. megistus em áreas próximas a matas de quatro bairros da zona oeste da capital: Jardim Amaralina, Cohab Raposo Tavares, Jardim Esmeralda e Butantã. Examinando os locais de ocorrência de barbeiros nos últimos anos, concluíram que os insetos podem estar se movendo, aproveitando conexões de matas e parques, a partir da região entre as rodovias Régis Bittencourt e Raposo Tavares. “Se de fato houver uma expansão territorial dos insetos transmissores, a situação tende a se agravar”, comenta Silva. Segundo ele, se a hipótese estiver correta, como os insetos se reproduzem mais intensamente no verão, no final de 2019 os moradores de bairros da zona norte como o Tucuruvi, perto do Parque da Cantareira, e da zona sul, próximos ao zoológico de São Paulo, devem encontrar insetos perto ou dentro de suas casas. O plano de ação da Sucen inclui comunicação com os moradores de Cotia, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e Ribeirão Pires, possíveis áreas vulneráveis.

O parasita é transmitido principalmente por meio de alimentos ou bebidas contaminados com fezes dos insetos. “Temos de evitar a formação de colônias, como em Araçatuba”, comenta Silva. Em 2017, foram coletados 565 adultos e 1.183 ninfas de barbeiros da espécie Rhodnius neglectus em dezenas de palmeiras das ruas e praças dessa cidade do noroeste do estado de São Paulo.

Segundo ele, embora os barbeiros não estejam infectados, o que se teme é que um gambá contaminado, por exemplo, escale as palmeiras em busca de ovos das maritacas e transmita o parasita aos insetos.

“A identificação de barbeiros em áreas urbanas reforça a necessidade de alertarmos para o risco, ainda que pequeno, de transmissão para seres humanos”, comenta o biólogo José Eduardo Tolezano, diretor do Centro de Parasitologia do Instituto Adolfo Lutz (IAL).

A chamada transmissão vetorial, por meio dos insetos infectados pelos protozoários, hoje responde por 9% dos casos humanos registrados no país pelo Ministério da Saúde. Em 18% das ocorrências, a forma de transmissão do parasita não é identificada. Predomina atualmente a transmissão oral (72%), por meio do consumo de alimentos ou bebidas com fezes dos insetos contaminadas com o parasita. Em abril deste ano, um estudo da Fundação de Medicina Tropical, publicado na Emerging Infectious Diseases, relatou 10 casos de pessoas que apresentaram os sintomas iniciais da doença de Chagas – febre, dor de cabeça e fraqueza – depois de terem tomado suco de açaí contaminado com T. cruzi, em 2017 e 2018.

Também em abril deste ano, foi relatado um episódio de origem ainda incerta. De um grupo de 77 pessoas que participou de um retiro religioso durante a Semana Santa, em Ibimirim, no sertão pernambucano, 31 foram diagnosticadas com doença de Chagas, contraída possivelmente por alimento ou bebida contaminada. Elas começaram a ser tratadas com o medicamento benznidazol, eficaz no controle da fase aguda da doença, mas com fortes efeitos colaterais, como reações alérgicas cutâneas, enjoos e vômitos.

Artigos científicos
SILVA, R. A. de. Estado atual da vigilância entomológica da doença de Chagas no estado de São PauloBrazilian Journal of Health Review. v. 2, n. 2, p. 742-55. mar.-abr. 2019.
CERETTI JÚNIOR, W. et al. Occurrences of triatomines (Hemiptera: Reduviidae) and first reports of Panstrongylus geniculatus in urban environments in the city of São Paulo, BrazilRevista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo. v. 60, p. e33. 19 jul. 2018.
SANTANA R. A. G. et al. Oral Transmission of Trypanosoma cruzi, Brazilian AmazonEmerging Infectious Disea­ses. v. 25, n. 1, p. 132-5. jan. 2019.

Fonte: Revista FAPESP

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Microsoft Apoia Desenvolvimento de Armadilha Para Mosquitos https://www.biomax-mep.com.br/microsoft-apoia-desenvolvimento-de-armadilha-para-mosquitos/ Fri, 12 Jul 2019 13:38:44 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4580 Doenças infecciosas emergentes como Zika, Ebola, Chikungunya e MERS são perigosas e imprevisíveis. Organizações de saúde pública precisam de dados o mais cedo possível para prever a disseminação de doenças e planejar respostas. No entanto, os dados iniciais são muito difíceis de obter, porque devem ser coletados proativamente de possíveis fontes de doenças no ambiente. […]

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Doenças infecciosas emergentes como Zika, Ebola, Chikungunya e MERS são perigosas e imprevisíveis. Organizações de saúde pública precisam de dados o mais cedo possível para prever a disseminação de doenças e planejar respostas. No entanto, os dados iniciais são muito difíceis de obter, porque devem ser coletados proativamente de possíveis fontes de doenças no ambiente. Pesquisadores estimam que entre 60 e 75% das doenças infecciosas emergentes são originárias de animais, que são muito difíceis de monitorar.

O Project Premonition visa detectar seus causadores antes que eles causem surtos – transformando mosquitos em dispositivos que coletam dados de animais no ambiente. Existem mais de 3.600 espécies conhecidas de mosquitos, que picam uma grande variedade de animais, desde cães e galinhas a cobras e camundongos.

Cada mordida pode coletar alguns microlitros de sangue, contendo informações genéticas sobre o animal que foi mordido e patógenos que circulam naquele animal. Na verdade, já foi demonstrado que o DNA coletado dos mosquitos pode ser usado para identificar:

  1. Os tipos de animais que foram mordidos;
  2. Doenças transmitidas por mosquitos, como o Zika e o Nilo Ocidental, que infectam tanto mosquitos quanto hospedeiros. (por exemplo, humanos e animais);
  3. Vírus anteriormente desconhecidos de origem desconhecida.

No entanto, capturar e analisar mosquitos não é tão fácil quanto parece. Primeiro, o sistema de Premonição do Projeto deve encontrar e coletar com eficiência muitos espécimes vivos do ambiente; tradicionalmente uma tarefa de trabalho intensivo. Em segundo lugar, deve classificar através da enorme quantidade de dados gerados por mosquitos sequenciamento de genes para detectar com precisão os patógenos potenciais. Na verdade, isso se deve apenas aos avanços recentes em robótica, sequenciamento de genes e computação em nuvem que um sistema desse tipo poderia ser construído de maneira viável.

Para realizar essas tarefas, utiliza-se drones que localizam autonomamente hotspots de mosquitos, armadilhas robóticas para identificar e coletar espécimes interessantes e algoritmos de genômica em escala de nuvem e de aprendizado de máquina para pesquisar patógenos.

Essas tecnologias estão sendo desenvolvidas em uma colaboração entre pesquisadores da Microsoft, da Universidade de Pittsburgh, da Universidade Johns Hopkins, da Universidade da Califórnia em Riverside e da Universidade Vanderbilt, utilizando o Microsoft Cloud e em colaboração com organizações de saúde pública.

Microsoft está testando uma nova armadilha para combater o zika e detectar focos de mosquitos antes que eles causem surtos

Engenheiros da Microsoft testando armadilha para combater o zika e detectar focos de mosquitos antes que eles causem surtos

Este projeto faz parte do Microsoft Healthcare NExT

Drones que Localizam Focos de Mosquitos

Drones para descobrir e monitorar onde os mosquitos se escondem. Acontece que encontrar mosquitos é mais difícil do que parece. As populações de mosquitos mudam diariamente com o clima. Um bloco urbano pode ter milhares de mosquitos e o próximo bloco quase nenhum. Este desafio é bem compreendido pelas organizações de saúde pública que devem inspecionar continuamente grandes áreas para novos pontos de acesso a mosquitos e criadouros.

Drones oferecem um meio eficiente para varrer grandes áreas para prováveis ​​habitats de mosquitos. Para avaliar as capacidades dos drones, a equipe do Project Premonition fez teste em Granada para pesquisar locais em todo o país. Em cada local, uma armadilha padrão de mosquitos (armadilha de luz de CDC isenta de CO2) foi colocada para determinar se era um hotspot e um drone foi voado para capturar dados visuais de alta resolução. Granada é um local ideal para avaliar as capacidades dos drones por causa de seus diversos habitats, desde ambientes urbanos de baixa altitude até florestas de nuvens densas, todas em um raio de 135 quilômetros quadrados.

O mapa mostra os sites que foram avaliados. O mapa ao lado mostra o método atual para encontrar possíveis pontos de acesso usando imagens de satélite para estimar a densidade da vegetação (NDVI). Do ponto de vista do satélite, a ilha inteira aparece como um hotspot (tudo é verde), embora alguns desses locais sejam pontos críticos, enquanto outros não. A imagem mostra o ponto de vista do drone, que pode claramente distinguir poças de água, contêineres e estruturas não vedadas associadas a mosquitos. Os dados do drone são mais eficazes na distinção de hotspots por causa de sua capacidade de ver pequenos recursos sob árvores e ao redor de edifícios. Concluímos que os drones têm um potencial significativo para aplicações em saúde pública.

Drones para descobrir e monitorar onde os mosquitos se escondem.

Drones para descobrir e monitorar onde os mosquitos se escondem.

O Project Premonition tem como objetivo executar essas tarefas com segurança e em escala, o que significa drones que podem navegar autonomamente em ambientes complexos para procurar pontos de acesso (eventualmente recuperando amostras por conta própria). Estamos investigando novos métodos de engenharia para fornecer a sistemas, como drones, recursos mais autônomos e, ao mesmo tempo, garantir que eles se comportem corretamente. Por exemplo, a linguagem P de programação de protocolo da Microsoft está sendo usada para criar uma lógica de voo mais segura do zero. E o avançado analisador de códigos Corral da Microsoft está sendo usado para encontrar possíveis falhas catastróficas no código de drone existente. Uma recente competição estudantil da National Science Foundation desafiou equipes de estudantes de graduação a construir drones que pudessem recuperar espécimes de mosquitos, ajudando a próxima geração de engenheiros a aprender como construir sistemas autônomos.

Detecção dos Patógenos por Sequenciamento Genético

Algoritmos de escala de nuvens que detectam patógenos conhecidos e desconhecidos. Algumas doenças infecciosas emergentes são causadas por patógenos que eram conhecidos, mas não foram testados regularmente em laboratórios, por exemplo. Zika e Ebola. Outros são causados ​​por agentes patogênicos que antes eram desconhecidos para a ciência, por ex. SARS e MERS. Essas propriedades tornam as doenças emergentes muito difíceis de detectar precocemente usando técnicas tradicionais.

A fim de detectar todos os possíveis patógenos e seus hospedeiros com um único teste, estamos desenvolvendo algoritmos que analisam o material genético obtido a partir de mosquitos. O sequenciamento de genes converte mosquitos em centenas de gigabytes de dados genéticos sem se concentrar em um conjunto específico de patógenos. Esses dados podem nos informar sobre as espécies de mosquitos coletados, os animais que picaram e os patógenos que podem ter encontrado. No entanto, novos algoritmos devem ser desenvolvidos para procurar rapidamente vírus e micróbios, que são agulhas neste palheiro de dados.

Microsoft está testando uma nova armadilha para combater o zika e detectar focos de mosquitos antes que eles causem surtos

Conheça mais sobre o projeto aqui: Project Premonition

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Controle Biológico de Pragas https://www.biomax-mep.com.br/controle-biologico-de-pragas/ Fri, 12 Jul 2019 00:39:45 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1062 Sócio-diretor da BIOMAX concede entrevista sobre o controle biológico de pragas As alternativas, como o manejo ecológico ou controle biológico, para a utilização de métodos químicos vêm ganhando cada vez mais espaço e atenção de técnicos da área, sobretudo dos heveicultores. Isso porque o método propõe ações atóxicas, garantindo o equilíbrio ambiental. Na cultura da seringueira […]

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Sócio-diretor da BIOMAX concede entrevista sobre o controle biológico de pragas

As alternativas, como o manejo ecológico ou controle biológico, para a utilização de métodos químicos vêm ganhando cada vez mais espaço e atenção de técnicos da área, sobretudo dos heveicultores. Isso porque o método propõe ações atóxicas, garantindo o equilíbrio ambiental.

Na cultura da seringueira (Hevea brasiliensis), em diversos Estados brasileiros, verificou-se infestação pelo percevejo de renda (Leptopharsa heve), que se abriga na parte inferior das folhas, sugando a seiva e destruindo os parênquimas. Assim, prejudicam a função clorofiliana da planta. Em entrevista à revista Campo & Negócios, Marcel Ricardo Tanzini, engenheiro agrônomo, doutor em Entomologia e sócio-diretor da BIOMAX Controle de Pragas, explica que a presença do percevejo causa danos significativos à cultura, como a redução do diâmetro do caule em 44% e da altura em 28% da altura, o que atrasa a abertura dos painéis.

Por bastante tempo, as infestações eram enfrentadas por meio de controle químico, com aplicação de endosulfan, monocrotofós, metomil etc., porém, de maneira empírica – apenas com base em experiências de aplicações em culturas diferentes.

Como tentativa de controle do percevejo, vinha sendo utilizado, em larga escala, o fungo Sporothrix insectorum no cultivo de seringueira, mas a desvantagem desse método é que a sua eficiência é diretamente ligada às condições climáticas favoráveis, além de possuir ação lenta. Diante disso, foram testados 60 isolados de diferentes espécies de fungos entomopatogênicos, chegando ao resultado de dois isolados mais virulentos e eficazes de Metarhizium anisopliae, um de Paecilomyces fumosoroseus e um de Sporothrix isectorum, como explica Tanzini.

O engenheiro pontua ainda que a seringueira tem condições propícias para o desenvolvimento desses fungos por ser uma cultura sombreada e com um microclima, que quatro dias se torna o período suficiente para controlar uma população.

Esse controle de percevejos por meio de fungos entomopatogênicos, sem prejudicar a fauna restante, como os insetos benéficos, é apenas uma das diversas vantagens do controle biológico. A possibilidade do uso dos mesmos equipamentos adotados para outros produtos fitossanitários, a não intoxicação dos aplicadores, a não contaminação do meio ambiente, além da garantia da inexistência de insetos resistentes, também estão nesta lista.

Se comparado aos métodos de controle químico, o biológico está à frente. O próprio ambiente favorece a dispersão do fungo por meio do vento, da chuva, por animais etc. Tanzini lembra que a eficácia do fungo no controle do percevejo pode chegar a 100%, com o auxílio desta ação natural sobre a praga.

“Após o estabelecimento do patógeno em uma determinada área, a doença sobre o percevejo pode assumir um caráter enzoótico, em que há a manutenção natural desse fungo no ambiente, isso mantém a população do inseto num nível que não causa danos econômicos”, explica o engenheiro.

Esses benefícios só são realidade por conta da seleção de isolados de fungos entomopatogênicos. Em entrevista à Campo e Negócios, Tanzini diz que este procedimento é sempre possível, já que existe uma grande variabilidade genética, podendo ser considerada uma das principais vantagens da utilização desses patógenos como agentes de controle de artrópodes, preservados no Banco de Patógenos do Laboratório de Entomologia da Esalq/USP.

Vale lembrar que a BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas é especializada em serviços que prezam pela eficiência sem deixar questões sustentáveis de lado, como no controle biológico do percevejo de renda. A BIOMAX atua, principalmente, no controle de pragas urbanas na armazenagem e estocagem de grãos, silagem, ração, controle biológico do cupim, controle de pombos e outras pragas urbanas, além de atender a indústria de alimento e farmacêutica, com suporte às regulamentações sanitárias e certificações que o setor exige.

Serviço

BIOMAX Manejo Ecológico de Pragas

Rua Aristides Giusti, nº 145 – Unileste – Piracicaba. SP.

(19) 3124-3600

biomax@biomax-mep.com.br

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São Paulo Convive Com Três Tipos de Roedores: Camundongos, Ratos de Telhado e Ratazanas https://www.biomax-mep.com.br/sao-paulo-convive-com-tres-tipos-de-roedores-camundongos-ratos-de-telhado-e-ratazanas/ Fri, 05 Jul 2019 19:12:19 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=4634 É provável que você já tenha cruzado com algum nas ruas do centro da cidade, nos bairros mais afastados ou até em casa. Estamos falando de ratos. Os números assustam em São Paulo: a estimativa é de que existam de dez a 15 ratos por habitante, ou seja, cerca de 120 milhões de roedores circulando […]

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É provável que você já tenha cruzado com algum nas ruas do centro da cidade, nos bairros mais afastados ou até em casa. Estamos falando de ratos. Os números assustam em São Paulo: a estimativa é de que existam de dez a 15 ratos por habitante, ou seja, cerca de 120 milhões de roedores circulando nos esgotos da maior metrópole do Brasil. Cada ratazana pode gestar entre oito e 12 filhotes, e eles já podem se reproduzir após três meses.

Quem fala sobre o assunto, na entrevista cuja íntegra pode ser acessada pelo link acima, é o biólogo e pesquisador da USP Eduardo de Masi, também analista de saúde da Divisão de Vigilância de Zoonoses de São Paulo, que alertou que o trabalho de controle desses roedores é permanente. O controle de ratos tem como foco a saúde pública, já que eles transmitem diversas doenças, sendo a leptospirose a pior delas. Transmitida por meio da urina, a doença pode levar à morte se não tratada.

 

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Fonte: Rádio USP

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Prevenção da Dengue https://www.biomax-mep.com.br/prevencao-da-dengue/ Mon, 24 Jun 2019 13:09:27 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=78 O estado de São Paulo registrou de janeiro a 17 de junho deste ano 267.602 casos de dengue e 157 mortes. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas da doença e somam 126.364 casos. São elas: São José do Rio Preto (25.107); Bauru (24.515); Campinas (22.355); Araraquara (12.863); […]

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O estado de São Paulo registrou de janeiro a 17 de junho deste ano 267.602 casos de dengue e 157 mortes. Segundo dados do Centro de Vigilância Epidemiológica estadual, dez cidades concentram 47% das vítimas da doença e somam 126.364 casos.

São elas:

  • São José do Rio Preto (25.107);
  • Bauru (24.515); Campinas (22.355);
  • Araraquara (12.863);
  • São Paulo (12.144);
  • Ribeirão Preto (7.263);
  • Birigui (6.836);
  • São Joaquim da Barra (5.410);
  • Barretos (5.059);
  • Guarulhos (4.812).

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, o trabalho de campo para combate ao mosquito transmissor da dengue é de responsabilidade dos municípios, conforme a diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O estado presta auxílio por meio de treinamentos técnicos, além de apoio, sempre que necessário, do efetivo da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) para ações de nebulização, entre outras. Há ainda a realização de exames de sorologia com finalidade epidemiológica por meio da rede de laboratórios do Instituto Adolfo Lutz”, finalizou a secretaria. (fonte: UOL)

Prevenção da Dengue

A ação mais simples para prevenção da dengue é evitar o nascimento do mosquito, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação. Para isso, é preciso eliminar os lugares que eles escolhem para a reprodução.

A regra básica é não deixar a água, principalmente limpa, parada em qualquer tipo de recipiente.

Como a proliferação do mosquito da dengue é rápida, além das iniciativas governamentais, é importantíssimo que a população também colabore para interromper o ciclo de transmissão e contaminação. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.

Ciclo de Transmissão da Dengue

Ciclo de Transmissão da Dengue

Então, a dica é manter recipientes, como caixas d’água, barris, tambores tanques e cisternas, devidamente fechados. E não deixar água parada em locais como: vidros, potes, pratos e vasos de plantas ou flores, garrafas, latas, pneus, panelas, calhas de telhados, bandejas, bacias, drenos de escoamento, canaletas, blocos de cimento, urnas de cemitério, folhas de plantas, tocos e bambus, buracos de árvores, além de outros locais em que a água da chuva é coletada ou armazenada.

É bom lembrar que o ovo do mosquito da dengue pode sobreviver até 450 dias, mesmo se o local onde foi depositado o ovo estiver seco. Caso a área receba água novamente, o ovo ficará ativo e pode atingir a fase adulta em um espaço de tempo entre 2 e 3 dias. Por isso é importante eliminar água e lavar os recipientes com água e sabão.

Ações simples para combater a proliferação do mosquito da dengue

Prevenção da Dengue Cartilha do Ministério da Saúde

Como Eliminar Larvas e os Mosquitos da Dengue

Pesquisadoras da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São José do Rio Preto (SP) descobriram que a cafeína é fatal para o desenvolvimento da larva do Aedes aegypti. No estudo, elas verificaram que quanto maior a concentração de cafeína na água parada contida em vasos, ralos e plantas, menor o tempo de vida das larvas. De acordo com as cientistas, foi registrada uma taxa de mortalidade de 100%. Nenhuma das larvas conseguiu chegar ao último estágio de desenvolvimento.

Resultados semelhantes foram obtidos com a borra de café. Em laboratório, quatro colheres de sopa de borra de café bloquearam o desenvolvimento de larvas mergulhadas no equivalente a um copo de água.

Em situações de epidemia de dengue, o método de combate mais usado contra a reprodução do mosquito é a aplicação de inseticidas, mas a maioria desses produtos é tóxica. Além disso, com o tempo, os mosquitos podem adquirir resistência a essas substâncias.

A borra de café funciona como um inseticida natural e não faz mal para seres humanos, animais e plantas.

Outros produtos, como o sal de cozinha e a água sanitária, têm sido recomendados contra o Aedes Egypti. Mas há limitações: eles não podem ser aplicados em plantas, por exemplo. A borra é um resíduo produzido diariamente na maioria das residências. Ela pode ser jogada sobre o solo dos jardins e hortas, na terra dos vasos ou dentro das bromélias. Não se deve diluí-la em água antes de aplicar.

A larva se intoxica ao ingerir extratos de borra do café. A quantidade de borra a ser utilizada depende da quantidade de água acumulada. Se o local contém o equivalente a meio copo de água de chuva ou de rega, por exemplo, duas colheres de sopa de borra bastam. A mesma quantidade de borra nova deve ser colocada a cada sete dias.

Conheça a BIOMAX: Controle de Pragas, Controle de Pombos, Controle Integrado de Pragas

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Mosca Varejeira Usa Saliva Para Se Refrescar https://www.biomax-mep.com.br/mosca-varejeira-usa-saliva-para-se-refrescar/ Sun, 23 Jun 2019 19:03:52 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3200 Pesquisa descreve o mecanismo de moscas varejeiras usarem gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos e propõe abordagem matemática para o fenômeno As moscas varejeiras usam gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos. Elas projetam uma gota de saliva para fora do aparato bucal e, em seguida, a recolhem de […]

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Pesquisa descreve o mecanismo de moscas varejeiras usarem gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos e propõe abordagem matemática para o fenômeno

As moscas varejeiras usam gotículas de saliva para resfriar a temperatura de seus corpos. Elas projetam uma gota de saliva para fora do aparato bucal e, em seguida, a recolhem de volta, o que viabiliza a evaporação de água presente na secreção e seu consequente resfriamento. A repetição do mecanismo faz a gota de saliva perder até 8°C em relação ao ambiente em apenas 15 segundos. Essa forma de regulação de temperatura corporal da Chrysomya megacephala nunca havia sido descrita até a publicação, nesta quinta-feira, do artigo Droplet bubbling evaporatively cools a blowfly, na revista on-line Scientific Reports.

“Quando a mosca engole novamente essa gota, ela consegue resfriar, primeiramente, a cabeça; posteriormente, o tórax e, por fim, o abdômen”, conta o biólogo Guilherme Gomes, pesquisador do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) da USP e um dos autores do artigo. O mecanismo permite à mosca diminuir consideravelmente a temperatura e o metabolismo de tecidos que geram alto gasto energético. “Ela faz ciclos sequenciais de três, quatro, cinco vezes. Algumas fazem até 15 vezes esse ciclo”, completa Gomes.

O grupo de pesquisadores, composto de cientistas da USP e da Unesp, utilizou uma câmera termográfica para registrar as atividades das moscas ao longo de dias. As imagens permitiram medir a temperatura corpórea superficial dos insetos em diferentes horários e condições “climáticas”. Com os dados obtidos a partir dos experimentos, os cientistas construíram um modelo matemático para compreender e descrever o processo de termorregulação da Chrysomya megacephala por meio da evaporação da saliva.

“O que nós fizemos foi aplicar princípios básicos de conservação de energia para este caso”, diz o físico Roland Köberle, professor do IFSC-USP e coautor do paper.

O modelo indica que, após a mosca realizar seis vezes o ciclo de ingestão da gota, há uma queda de 3°C na cabeça, 1,6°C no tórax e 0,8°C no abdômen do animal. A frequência do comportamento varia de acordo com a temperatura ambiente: quanto maior o calor, mais frequente é a extrusão de gotas de saliva. No entanto, com umidade do ar superior a 80%, o mecanismo perde eficiência e as moscas deixam de engolir as gotas.

Os pesquisadores também notaram que as moscas repetiam o comportamento com maior frequência no escuro, o que indica uma variação que acompanha os períodos de atividade e inatividade desses insetos diurnos, possibilitando a diminuição da atividade neural durante o repouso.

“Ela reduz entre 2°C e 3°C a temperatura corpórea por oito horas, repetindo esse comportamento a cada 30 ou 60 minutos”, explica Gomes.

O comportamento de ingestão da gota de saliva após o processo de evaporação já era conhecido, mas se acreditava que tivesse a função apenas de concentrar nutrientes e reduzir o peso da mosca durante o voo. Agora, a extrusão e a ingestão de gotas de saliva aparecem como um mecanismo de termorregulação análogo à transpiração, em humanos, e à ofegação, nos cães.

A capacidade de controlar a temperatura, conforme demonstrado no trabalho, é uma das características evolutivas mais interessantes das moscas. “Moscas e insetos em geral são os organismos que estão mais adaptados ao ambiente terrestre, longe de qualquer outro. Eles sobrevivem bem com pouca coisa, têm a capacidade de separar as faixas etárias do desenvolvimento, de controlar e reduzir perda de água através de processos excretórios específicos, grande eficiência na percepção sensorial do ambiente e a troca de gases deles é uma das formas mais eficientes do ponto de vista de circulação”, afirma o biólogo.

Assista abaixo a entrevista publicada no Canal USP.

 

fonte: Jornal da USP

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Controle Integrado de Pragas Eficaz em Hospitais https://www.biomax-mep.com.br/controle-integrado-de-pragas-eficaz-em-hospitais/ Sun, 19 May 2019 09:02:18 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=2502 Controle Integrado de Pragas é o mais eficaz em hospitais, além de garantir a ausência de pragas, apresenta melhor custo-benefício Assim como em outros ambientes que comportam uma grande circulação de pessoas, o hospitalar (hospitais, clínicas, enfermarias, laboratórios, núcleos de saúde, etc.) requer atenção especial quando o assunto é controle de pragas. É preciso que […]

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Controle Integrado de Pragas é o mais eficaz em hospitais, além de garantir a ausência de pragas, apresenta melhor custo-benefício

Assim como em outros ambientes que comportam uma grande circulação de pessoas, o hospitalar (hospitais, clínicas, enfermarias, laboratórios, núcleos de saúde, etc.) requer atenção especial quando o assunto é controle de pragas. É preciso que esses locais estejam livres da presença de vetores mecânicos para que sejam seguros e propícios à cura de enfermidades.

Entre as principais pragas a serem controladas em ambientes hospitalares estão:

Estes são transmissoras em potencial de bactérias, fungos, protozoários e vírus maléficos à saúde, sobretudo em casos de cirurgia e internação.

O controle em hospitais é muito parecido com o realizado em outros ambientes, como hotéis e restaurantes. Mas há um fator de alto risco: lá encontram-se pessoas, quase sempre, delicadas e mais susceptíveis à contaminações.

Controle de Pragas, ANVISA e Legislação

O controle de pragas neste ambiente deve atender a diversas normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Ministério da Saúde, como ISO 22000, BPF e HACCP. Para tanto, o sistema mais indicado é o MEP (Manejo Ecológico de Pragas).

Essa é uma abordagem mais segura e bem menos impactante, pois a cada ocorrência busca-se a compreensão das relações ecológicas entre as características biológicas da praga e os fatores ambientais oferecidos no local do evento. Ou seja, a identificação da praga e seus hábitos, a análise detalhada do ambiente infestado e dos fatores que permitiram que ela se instalasse e a adequação do local, por meio de ações mecânicas e conscientização dos envolvidos, fará com que haja uma redução, em média, de 85% no volume de inseticidas aplicados e mais de 95% no volume de raticidas quando comparados com a abordagem tradicional de aplicações periódicas.

Quando necessário o uso de inseticidas, a escolha e a aplicação devem ser criteriosas. Geralmente, a técnica utilizada é a “iscagem”. Esses fatores caracterizam o Controle Integrado como uma técnica com um ótimo custo-benefício.

Outra importante ferramenta para assegurar a salubridade do ambiente é a análise microbiológica do Ar. Essa é uma avaliação de qualidade, realizada por meio dos níveis de contaminação e poluição  em ambientes climatizados e com intensa circulação de pessoas.

As pragas, geralmente, são encontradas em ambientes hospitalares devido à facilidade de acesso, por meio de vedação incorreta de telas e janelas, rachaduras, ralos sem proteção, recebimento e armazenamento inadequados de alimentos, infiltrações, falta de manutenção em encanamentos e tubulações, descarte e manejo de resíduos inadequados, além da falta de limpeza. Tudo isso, fornece água, abrigo e alimentos às pragas: tudo o que elas precisam para sobreviver e reproduzir.

Cada ala dos hospitais apresenta particularidades e realidades diferentes. Portanto, para traçar um programa de controle eficiente, é preciso que passem por uma análise minuciosa, sem desconsiderar o entorno do estabelecimento. Assim como a periodicidade – que deve estar diretamente ligada ao porte do estabelecimento, o controle deve ser feito por empresas qualificadas para o atendimento.

A empresa conta com profissionais especializados na área biológica que realizam fiscalizações e promovem ações de prevenção, além de possuir profissionais com formação em Entomologia pela da Escola Superior Agrícola Luiz de Queiroz (ESALQ-USP).

Em todos os processos de correção e prevenção, a BIOMAX se preocupa em manter ambientes hospitalares e clínicas livres de qualquer ameaça à saúde, realizando controle de pragas com segurança e respeito ao meio ambiente.

A BIOMAX conta com profissionais e equipamentos especializados para realizar o Controle de Pragas. Além disso, é devidamente registrada pelos órgãos competentes e só utiliza produtos químicos autorizados. A empresa também faz a análise microbiológica do ar por meio de coletas e estudos em laboratório.

Além dos problemas de saúde, as pragas podem ser responsáveis por outro tipo de prejuízo: danos em equipamentos e na rede elétrica. Roedores, por exemplo, podem roe cabos elétricos e causar curto-circuitos.

RDC  nº 18, de 29 de fevereiro de 2000

O controle de pragas efetivamente só pode ser realizado por empresas especializadas que atendem a todas as diretrizes da RDC  nº 18, de 29 de fevereiro de 2000. As exigências legais dizem respeito às instalações das empresas, ao transporte dos produtos, à destinação das embalagens e às rotinas de trabalho, além da obrigatoriedade de um responsável técnico. Assim, essas empresas só podem atuar se devidamente licenciadas junto à autoridade sanitária ou ambiental competente estadual ou municipal.

Em 2008, a resolução foi atualizada: No item 4.2 da Consulta Pública nº 76, de 23 de dezembro de 2008, diz:

a prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas somente pode ser exercida por empresa especializada, sendo obrigatória a contratação e/ou licitação específica e independente de outros serviços de quaisquer naturezas.

Assim, conclui-se que toda instituição de saúde deve manter contrato de serviço de controle de pragas com empresa especializada.

Ainda em relação às normas, outro aspecto importante diz respeito aos produtos utilizados. Qualquer inseticida ou raticida deve obrigatoriamente ter registro na Anvisa e este registro tem um período de validade. No site do órgão (portal.anvisa.gov.br) é possível consultar o número de registro de todos os produtos legalizados.

Consulte-nos!

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Identificação de Pragas Otimiza o Controle das Pragas https://www.biomax-mep.com.br/identificacao-de-pragas-otimiza-o-controle-das-pragas/ Fri, 17 May 2019 12:09:00 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1185 Identificação de pragas é indispensável para empresas e indústrias que desejam otimizar do processo de controle integrado de pragas Controlar contaminações é um dos primeiros e mais importantes passos a serem realizados por empresas, sobretudo as alimentícias e as farmacêuticas. Esse controle está inserido em processos indispensáveis para conseguir certificações, por exemplo, a ISO 22000, em sistemas […]

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Identificação de pragas é indispensável para empresas e indústrias que desejam otimizar do processo de controle integrado de pragas

Controlar contaminações é um dos primeiros e mais importantes passos a serem realizados por empresas, sobretudo as alimentícias e as farmacêuticas.

Identificação de Pragas #pragas #entomologia #forenseEsse controle está inserido em processos indispensáveis para conseguir certificações, por exemplo, a ISO 22000, em sistemas de gestão de segurança de alimentos, como a BPF, a HACCP, e no cumprimento de exigências de órgãos, a exemplo a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e o Ministério da Agricultura.

Já é de conhecimento que a identificação de pragas, que também é conhecida por entomologia forense urbana, faz parte destes procedimentos. É importante também ter em mente que, para que tudo seja feito dentro dos padrões aceitáveis, é necessário contar com o respaldo de uma empresa especializada, que realize a análise com qualidade e garantias técnicas.

A BIOMAX Controle Integrado de Pragas presta este tipo de serviço a empresas e indústrias, garantindo a identificação de pragas e infestantes, seja em produtos ou em ambientes, com laudos técnicos precisos.

Vale ressaltar ainda que a identificação correta possibilita uma futura economia financeira, em médio e longo prazo, já que aplicação de produtos, como inseticidas, será menor, evitando assim contaminações de materiais, ambientes e colaboradores.

Fora isso, principalmente no caso de indústrias alimentícias, a identificação de pragas pode ser útil em litígios causados pela presença de seres em produtos.

A otimização no processo de controle de pragas, a contribuição ambiental, já que o uso de produtos químicos no combate é, consequentemente, menor e o aperfeiçoamento da escala produtiva e de distribuição são alguns dos muitos benefícios que o serviço de identificação pode proporcionar às empresas, direta e indiretamente. Além disso, ter entre seus stakeholders uma empresa conceituada, que forneça análises entomológicas, só aumentará a credibilidade diante no mercado.

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Desratização e Controle de Pragas https://www.biomax-mep.com.br/desratizacao-e-controle-de-pragas/ Sat, 04 May 2019 12:49:41 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=2587 Realizamos a desratização e o controle de pragas através de métodos físicos, biológicos e químicos, comprovadamente eficazes e sustentáveis para sua eliminação efetiva. A contaminação por ratos, se não tratado, pode facilmente evoluir para uma praga e tornar-se rapidamente um problema de saúde pública pela grande quantidade de doenças que podem vir a ser transmitidas. Inclusive, muitas […]

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Realizamos a desratização e o controle de pragas através de métodos físicos, biológicos e químicos, comprovadamente eficazes e sustentáveis para sua eliminação efetiva.

A contaminação por ratos, se não tratado, pode facilmente evoluir para uma praga e tornar-se rapidamente um problema de saúde pública pela grande quantidade de doenças que podem vir a ser transmitidas. Inclusive, muitas doenças, antes erradicadas, estão voltando a causar problemas, em parte devido à falta de higienização e cuidado necessário. Entre as várias doenças que voltaram, está, por exemplo, a hantavirose.

Os estados do sudeste são, no país, os mais atingidos pela doença. Locais fechados ou a poeira gerada pela atividade humana em locais já contaminados por roedores são ambientes de risco, ambientes propícios para a transmissão da doença. Os ratos transmitem várias doenças, através da inalação de pequenas partículas de ar formadas pela urina, fezes e saliva de outros ratos infectados; a hantavirose especialmente.

Para se prevenir, é preciso evitar qualquer tipo de contato com ambientes contaminados. Higiene e saneamento básico são preceitos fundamentais a fim de inibir não apenas as doenças, mas também a presença desses roedores. Às vezes, a situação encontra-se, sim, em controle dos cidadãos. A FUNASA (Fundação Nacional de Saúde), lista algumas atitudes mecânicas que qualquer cidadão pode seguir a fim de evitar qualquer a propagação de roedores.

Métodos Mecânicos para a Desratização

  • Eliminar qualquer resíduo que, futuramente, possa vir a servir de toca ou ninho para ratos. Eliminar possíveis fontes de alimento e água também são igualmente importantes;
  • Realizar limpeza diária no local em que você reside, evitando o acúmulo de lixo e entulho;
  • Tampar fendas e buracos com tamanho superior a 0,5 centímetro, a fim de evitar a entrada e propagação desses roedores, principalmente se esses buracos estiverem na parte externa da casa;
  • Remover diariamente sobras de alimentos;
  • Em locais onde a coleta ou reciclagem de lixo (orgânico e inorgânico) seja prática comum, rotineira, o lixo deve ser depositado em latões com tampa ou em sacos plásticos, e mantidos a uma distância de no mínimo 1,5 metro de altura do solo;
  • Em locais com muito mato, é importante mantê-lo sempre aparado;
  • Livrar-se de entulhos, despachando-o em locais propícios para isso.

Se a chamada prática mecânica (conforme listadas acima) não for suficiente, alternativas bastante funcionais a fim de eliminar qualquer sinal não apenas de roedores, mas de qualquer outra paga, é o Controle de Pragas BIOMAX.

Em áreas industriais e rurais, não é rotineiro o controle químico para combater roedores, visto que os métodos de Desratização BIOMAX mostram-se extremamente eficazes nesses ambientes.

No perímetro urbano, por possuir maior concentração de pessoas, a desratização e o manejo ecológico de pragas são aconselhados quando houver uma alta infestação de ratos ou presença de SCPH (síndrome cardiopulmonar por hantavírus).

Como funciona a hantavirose

A doença, além da dificuldade existente em ser percebida pelos médicos, gerou, em 2014, 74 novos casos. Desses, 26 resultaram em óbito.

Após os primeiros sintomas (febre, dispneia, dor de cabeça, mialgia e dor lombar e abdominal), que podem durar de 3 a 6 dias, a doença caminha para a segunda fase (chamada de cardiopulmonar), que se caracteriza pelo início da tosse, acompanhada por taquicardia, podendo evoluir para edema pulmonar não cardiogênico. Na terceira fase da doença (chamada de diurética), acontece a reabsorção do líquido do edema pulmonar e a resolução da febre e do choque. A quarta fase (convalescença), pode durar de duas semanas a dois meses, e se caracteriza pela prostração. É importante ressaltar que o paciente deve ser acompanhado por um profissional de saúde para avaliação de futuras sequelas como hipertensão, insuficiência renal crônica e outras.

A BIOMAX realiza a desratização e o controle desses roedores. Dispomos de métodos físicos, biológicos e químicos, comprovadamente, eficazes e sustentáveis para a eliminação efetiva dessa praga.

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Como Eliminar e Controlar a Infestação de Pombos https://www.biomax-mep.com.br/como-eliminar-e-controlar-a-infestacao-de-pombos/ Tue, 30 Apr 2019 12:09:22 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3531 O Método definitivo para eliminar os pombos em indústrias e empresas é o da captura e manejo dos pombos. Realiza-se análise do ambiente e comportamento dos pássaros. Após isso, captura desses animais e então a instalação de barreiras físicas que impedem que as aves voltem e se instalem novamente.

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Assim como os ratos, os pombos são transmissores de doenças e, mesmo com sua aparência inofensiva, podem apresentar grandes perigos à saúde e processos produtivos. Com ausência de predadores, grande oferta de alimentos e a facilidade em se abrigarem, o processo de procriação desta espécie é desenfreado. Sendo considerada assim, como uma praga urbana.

Além do fator infeccioso, grandes problemas são causados pelas fezes deste animal. Por ter uma acidez muito alta, as fezes dos pombos danificam pinturas, fachadas e partes metálicas, como portões e janelas. Entopem o sistema de drenagem das casas (calhas), danificam os telhados criando seus ninhos, além de comprometer sistema elétricos de prédios e indústrias.

Indústrias, principalmente as com foco em alimentos, estão enfrentando grandes dificuldades no controle dos pombos, pois são ambientes propício que favorecem a procriação deles.

É Fato que, apesar de ser um grande vetor de doenças, algumas até fatais, existe legislação ambiental que impede qualquer tipo de agressão aos pombos. Sendo assim, eles não podem ser eliminados como ratos, cupins e baratas. Restando apenas a alternativa de remove-los.

Métodos paliativos comuns utilizados no mercado são:

  • Gel Repelente: trata-se de um produto pegajoso, indicado para forros, muros e beiras ou em quaisquer outros lugares que os pombos pousam.
  • Espículas: trata-se de hastes com pontas de metal não afiadas, fixadas em bases plásticas. A função básica é impedir o pouso dos pombos nos lugares instalados.

Por se tratar de uma ação temporária e ter restrições nas indústrias, o gel não é indicado danificar pinturas e fazer muita sujeira. O uso do Gel repelente acabou se tornando uma opção de baixo custo benefício.

As espículas tem como sua desvantagem a dificuldade de fixação, por necessitar de bases plásticas para instalação elas não conseguem ser instaladas em qualquer superfície, além de não ser totalmente efetiva.

Qual o Método Definitivo para Eliminar os Pombos em Indústrias e Empresas?

Trata-se da captura e manejo dos pombos. Primeiramente é feita uma análise do ambiente e comportamento dos pássaros. Após isso, captura desses animais e então a instalação de barreiras físicas que impedem que as aves voltem e se instalem novamente. Depois de capturados, os pombos são levados para viveiros, onde recebem os cuidados precisos e têm sua natalidade devidamente controlada, garantindo que não aumente seu número e voltem a infestar o local onde foram encontrados.

Importante também ressaltar que a melhor forma para chega a excelência do procedimento é contar com a colaboração de todos de forma simples, por exemplo, não alimentando os pombos para que ele não se habituem ali.

A BIOMAX Controle integrado de Pragas realiza este trabalho, que consiste na análise do ambiente, identificação da espécie e seus hábitos, captura dos animais e instalação de barreiras físicas para evitar que aves se instalem novamente.

Para saber mais consulte Controle de Pombos BIOMAX para indústrias de alimentos

 

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Acidente com Escorpião, Cobra, Aranha e Outros Animais Peçonhentos https://www.biomax-mep.com.br/acidente-com-escorpiao-cobra-aranha-e-outros-animais-peconhentos/ Tue, 26 Mar 2019 12:07:35 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3702 O post Acidente com Escorpião, Cobra, Aranha e Outros Animais Peçonhentos apareceu primeiro em BIOMAX Controle de Pragas.

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Acidentes com Escorpiões, Cobras, Aranhas e outros animais peçonhentos crescem a cada ano no Brasil. Somente os acidentes com escorpiões cresceram cerca de 80%.

Quatro em cada 10 mil pessoas picadas morrem. Os casos no estado paulista vêm crescendo. Em 2009, por exemplo, foram 5.500 casos e três mortes. Já em 2018 foram 26.900 casos e 12 mortes. Mas…

O Que São Animais Peçonhentos?

Animais peçonhentos são aqueles que produzem peçonha (veneno) e têm condições naturais para injetá-la em presas ou predadores. Essa condição é dada naturalmente por meio de dentes modificados, aguilhão, ferrão, quelíceras, cerdas urticantes, nematocistos entre outros.

Os animais peçonhentos que mais causam acidentes no Brasil são algumas espécies de:

  • serpentes;

  • escorpiões;

  • aranhas;

  • lepidópteros (mariposas e suas larvas);

  • himenópteros (abelhas, formigas e vespas);

  • coleópteros (besouros);

  • quilópodes (lacraias);

  • peixes;

  • cnidários (águas-vivas e caravelas).

Esses animais possuem presas, ferrões, cerdas, espinhos entre outros, capazes de envenenar as vítimas.

Acidentes Por Animais Peçonhentos

Os acidentes por animais peçonhentos, especialmente os acidentes com Cobras, foram incluídos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) na lista das doenças tropicais negligenciadas que acometem, na maioria das vezes, populações pobres que vivem em áreas rurais.

Além disso, devido ao alto número de notificações, esse agravo (acidentes por animais peçonhentos) foi incluído na Lista de Notificação Compulsória do Brasil, ou seja, todos os casos devem ser notificados ao Governo Federal imediatamente após a confirmação. A medida ajuda a traçar estratégias e ações para prevenir esse tipo de acidente.

IMPORTANTE:  Animais peçonhentos gostam de ambientes quentes e úmidos e são encontrados em matas fechadas, trilhas e próximo a residências com lixo acumulado. Manter a higiene do local é evitar acúmulo de coisas é a melhor forma de prevenir acidentes.

Principais Animais Peçonhentos

Abaixo, estão os principais animais peçonhentos, com as respectivas descrições dos sintomas, em caso de envenenamento, tratamento, o quê fazer e o quê não fazer.

Acidente escorpiônico ou escorpionismo é o envenenamento provocado quando um escorpião injeta veneno através de ferrão (télson). Os escorpiões são representantes da classe dos aracnídeos, predominantes nas zonas tropicais e subtropicais do mundo, com maior incidência nos meses em que ocorre aumento de temperatura e umidade.

No Brasil, os escorpiões de importância em saúde pública são as seguintes espécies do gênero Tityus:

  • Escorpião-amarelo (T. serrulatus) – com ampla distribuição em todas as macrorregiões do país, representa a espécie de maior preocupação em função do maior potencial de gravidade do envenenamento e pela expansão em sua distribuição geográfica no país, facilitada por sua reprodução partenogenética e fácil adaptação ao meio urbano.
  • Escorpião-marrom (T. bahiensis) – encontrado na Bahia e regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.
  • Escorpião-amarelo-do-nordeste (T. stigmurus) – espécie mais comum do Nordeste, apresentando alguns registros nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina.
  • Escorpião-preto-da-amazônia (T. obscurus) – encontrado na região Norte e Mato Grosso.

Atualmente, há 19 famílias de escorpiões distribuídas em todo o mundo. Os gêneros que causam os mais graves acidentes são: Androctonus e Leiurus (África setentrional), Centruroides (México e Estados Unidos) e Tityus (América do Sul e Ilha de Trinidad).

Os grupos mais vulneráveis são as trabalhadores da construção civil, crianças e pessoas que permanecem maiores períodos dentro de casa ou nos arredores, como quintais (intra ou peridomicílio). Ainda nas áreas urbanas, estão sujeitos os trabalhadores de madeireiras, transportadoras e distribuidoras de hortifrutigranjeiros, por manusear objetos e alimentos onde os escorpiões podem estar alojados.

Sintomas de acidentes com escorpiões

A grande maioria dos acidentes é leve e o quadro local tem início rápido e duração limitada. Os adultos apresentam dor imediata, vermelhidão e inchaço leve por acúmulo de líquido, piloereção (pelos em pé) e sudorese (suor) localizadas, cujo tratamento é sintomático. Movimentos súbitos, involuntários de um músculo ou grupamentos musculares (mioclonias) e contração muscular pequena e local (fasciculações) são descritos em alguns acidentes por Escorpião-preto-da-Amazônia. Já crianças abaixo de 7 anos apresentam maior risco de alterações sistêmicas nas picadas por escorpião-amarelo, que podem levar a casos graves e requerem soroterapia específica em tempo adequado.

Como prevenir acidentes com escorpiões

  • Manter jardins e quintais limpos. Evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico e materiais de construção nas proximidades das casas.
  • Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) junto a paredes e muros das casas. Manter a grama aparada.
  • Limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, pelo menos, numa faixa de um a dois metros junto às casas.
  • Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois as aranhas e escorpiões podem se esconder neles e picam ao serem comprimidos contra o corpo.
  • Não pôr as mãos em buracos, sob pedras e troncos podres. É comum a presença de escorpiões sob dormentes da linha férrea.
  • Usar calçados e luvas de raspas de couro.
  • Como muitos destes animais apresentam hábitos noturnos, a entrada nas casas pode ser evitada vedando-se as soleiras das portas e janelas quando começar a escurecer.
  • Usar telas em ralos do chão, pias ou tanques.
  • Combater a proliferação de insetos, para evitar o aparecimento dos escorpiões que deles se alimentam.
  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos e vãos entre o forro e paredes, consertar rodapés despregados, colocar saquinhos de areia nas portas, colocar telas nas janelas.
  • Afastar as camas e berços das paredes.
  • Evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão. Não pendurar roupas nas paredes; examinar roupas, principalmente camisas, blusas e calças antes de vestir.
  • Acondicionar lixo domiciliar em sacos plásticos ou outros recipientes que possam ser mantidos fechados, para evitar baratas, moscas ou outros insetos de que se alimentam os escorpiões.
  • Preservar os inimigos naturais de escorpiões e aranhas: aves de hábitos noturnos (coruja, joão-bobo), lagartos e sapos.

O que fazer em caso de acidente escorpiônico

  • Limpar o local com água e sabão.
  • Aplicar compressa morna no local.
  • Procurar orientação imediata e mais próxima do local da ocorrência do acidente (UBS, posto de saúde, hospital de referência).
  • Atualizar-se regularmente junto à secretaria estadual de saúde para saber quais os pontos de tratamento com o soro específico em sua região.
  • Se for possível, capturar o animal e levá-lo ao serviço de saúde.

O que NÃO fazer em caso de acidente escorpiônico

  • Não amarrar ou fazer torniquete.
  • Não aplicar qualquer tipo de substância sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina), nem fazer curativos que fechem o local, pois isso pode favorecer a ocorrência de infecções.
  • Não cortar, perfurar ou queimar o local da picada.
  • Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado, ou outros líquidos como álcool, gasolina ou querosene, pois não têm efeito contra o veneno e podem agravar o quadro.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

Os acidentes causados por aranhas são comuns, porém a maioria não apresenta repercussão clínica. Os gêneros de importância em saúde pública no Brasil são as seguintes espécies:

  • aranha-marrom (Loxosceles);
  • aranha-armadeira ou macaca (Phoneutria);
  • viúva-negra (Latrodectus).

Acidentes causados por outras aranhas podem ser comuns, porém sem relevância em saúde pública, sendo que os principais grupos pertencem, principalmente, às aranhas que vivem nas casas ou suas proximidades, como caranguejeiras e aranhas de grama ou jardim.

Três gêneros de aranhas consideradas de importância médica no Brasil:

1. Aranha-marrom (Loxosceles) – Não é agressiva, pica geralmente quando comprimida contra o corpo. Tem um centímetro de corpo e até três de comprimento total. Possui hábitos noturnos, constrói teia irregular como “algodão esfiapado”. Esconde-se em telhas, tijolos, madeiras, atrás ou embaixo de móveis, quadros, rodapés, caixas ou objetos armazenados em depósitos, garagens, porões, e outros ambientes com pouca iluminação e movimentação.

2. Aranha armadeira ou macaca (Phoneutria) – Bastante agressiva, assume posição de defesa saltando até 40 cm de distância. O corpo pode atingir 4 cm, com 15 cm de envergadura. Ela é caçadora, com atividade noturna. Abriga-se sob troncos, palmeiras, bromélias e entre folhas de bananeira. Pode se alojar também em sapatos, atrás de móveis, cortinas, sob vasos, entulhos, materiais de construção, etc.

3. Viúva-negra (Latrodectus) – Não é agressiva. A fêmea pode chegar a 2 cm e o macho de 2 a 3 cm. Tem atividade noturna e hábito de viver em grupos. Faz teia irregular em arbustos, gramíneas, cascas de coco, canaletas de chuva ou sob pedras. É encontrada próxima ou dentro das casas, em ambientes sombreados, como frestas, sob cadeiras e mesas em jardins.

Caranguejeiras (Infraordem Mygalomorphae) – As aranhas caranguejeiras, embora grandes e frequentemente encontradas em residências, não causam acidentes considerados graves.

Como prevenir acidentes com as aranhas

  • Manter jardins e quintais limpos. Evitar o acúmulo de entulhos, folhas secas, lixo doméstico, material de construção nas proximidades das casas.
  • Evitar folhagens densas (plantas ornamentais, trepadeiras, arbusto, bananeiras e outras) junto a paredes e muros das casas. Manter a grama aparada.
  • Limpar periodicamente os terrenos baldios vizinhos, pelo menos, numa faixa de um a dois metros junto das casas.
  • Sacudir roupas e sapatos antes de usá-los, pois as aranhas e escorpiões podem se esconder neles e picar ao serem comprimidos contra o corpo.
  • Não pôr as mãos em buracos, sob pedras e troncos podres.
  • Usar calçados e luvas de raspas de couro pode evitar acidentes.
  • Vedar soleiras das portas e janelas ao escurecer, pois muitos desses animais têm hábitos noturnos.
  • Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos e vãos entre o forro e paredes, consertar rodapés despregados, colocar saquinhos de areia nas portas e telas nas janelas.
  • Usar telas em ralos do chão, pias ou tanques.
  • Combater a proliferação de insetos para evitar o aparecimento das aranhas que deles se alimentam.
  • Afastar as camas e berços das paredes. Evitar que roupas de cama e mosquiteiros encostem no chão. Inspecionar sapatos e tênis antes de calçá-los.
  • Preservar os inimigos naturais de escorpiões e aranhas: aves de hábitos noturnos (coruja, joão-bobo), lagartos, sapos, galinhas, gansos, macacos, coatis, entre outros (na zona rural).

Sintomas de acidentes com aranhas

Acidentes com aranha causam sintomas que podem ser leves ou severos. Em raros casos, podem levar até mesmo à morte.

  • Aranha-armadeira: causa dor imediata e intensa, com poucos sinais visíveis no local. Raramente pode ocorrer agitação, náuseas, vômitos e diminuição da pressão sanguínea.
  • Aranha-marrom: a picada é pouco dolorosa e uma lesão endurecida e escura costuma surgir várias horas após, podendo evoluir para ferida com necrose de difícil cicatrização. Em casos raros, pode ocorrer o escurecimento da urina.
  • Viúva-negra: dor na região da picada, contrações nos músculos, suor generalizado e alterações na pressão e nos batimentos cardíacos.

O que fazer em caso de acidente com aranhas

  • Lavar o local da picada.
  • Usar compressas mornas, pois ajudam no alívio da dor.
  • Elevar o local da mordida.
  • Procurar o serviço médico mais próximo.
  • Quando possível, levar o animal para identificação.

Atenção ao que não deve-se fazer após acidente com aranhas

  • Não fazer torniquete ou garrote.
  • Não furar, cortar, queimar, espremer ou fazer sucção no local da ferida.
  • Não aplicar folhas, pó de café ou terra para não provocar infecções.
  • Não ingerir bebida alcoólica, querosene, ou fumo, como é costume em algumas regiões do país.
ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

O envenenamento ocorre quando a serpente consegue injetar o conteúdo de suas glândulas venenosas, mas nem toda picada leva ao envenenamento. Isso porque há muitas espécies de serpentes que não possuem presas ou, quando presentes, estão localizadas na parte de trás da boca, o que dificulta a injeção de veneno ou toxina.

Como prevenir acidentes com serpentes

  • O uso de botas de cano alto ou perneira de couro, botinas e sapatos pode evitar cerca de 80% dos acidentes.
  • Usar luvas de aparas de couro para manipular folhas secas, montes de lixo, lenha, palhas, etc. Não colocar as mãos em buracos. Cerca de 15% das picadas atingem mãos ou antebraços.
  • Cobras se abrigam em locais quentes, escuros e úmidos. Cuidado ao mexer em pilhas de lenha, palhadas de feijão, milho ou cana. Cuidado ao revirar cupinzeiros.
  • Onde há rato, há cobra. Limpar paióis e terreiros, não deixar lixo acumulado. Fechar buracos de muros e frestas de portas.
  • Evitar acúmulo de lixo ou entulho, de pedras, tijolos, telhas e madeiras, bem como não deixar mato alto ao redor das casas. Isso atrai e serve de abrigo para pequenos animais, que servem de alimentos às serpentes.

O que fazer em caso de acidente com serpentes

  • Lavar o local da picada apenas com água ou com água e sabão.
  • Manter o paciente deitado.
  • Manter o paciente hidratado.
  • Procurar o serviço médico mais próximo.
  • Se possível, levar o animal para identificação.

O que NÃO fazer em caso de acidente com serpentes

  • Não fazer torniquete ou garrote.
  • Não cortar o local da picada.
  • Não perfurar ao redor do local da picada.
  • Não colocar folhas, pó de café ou outros contaminantes.
  • Não beber bebidas alcoólicas, querosene ou outros tóxicos.

Tratamento em caso de acidentes com serpentes

O tratamento é feito com o soro específico para cada tipo de envenenamento. Os soros antiofídicos específicos são o único tratamento eficaz e, quando indicados, devem ser administrados em ambiente hospitalar e sob supervisão médica.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

Acidente por abelha é o quadro de envenenamento decorrente da inoculação de toxinas por meio do ferrão. As manifestações após uma ferroada variam de pessoa para pessoa, pela quantidade de veneno aplicada e se o indivíduo tem reação alérgica ao veneno. Uma pessoa pode ser picada por uma ou centenas de abelhas. No caso de poucas picadas, o quadro clínico pode variar de uma inflamação local até uma forte reação alérgica, o que também é conhecido como choque anafilático. No caso de múltiplas picadas pode ocorrer também uma manifestação tóxica mais grave e, às vezes, até mesmo fatal.

Como prevenir acidentes com abelhas

  • A remoção das colônias de abelhas situadas em lugares públicos ou residências deve ser efetuada por profissionais devidamente treinados e equipados, preferencialmente à noite ou ao entardecer, quando os insetos estão calmos;
  • Evite se aproximar de colmeias de abelhas africanizadas Apis mellifera sem estar com vestuário e equipamento adequados (macacão, luvas, máscara, botas, fumigador, etc.);
  • Evite caminhar e correr na rota de vôo das abelhas;
  • Barulhos, perfumes fortes, desodorantes, o próprio suor do corpo e cores escuras (principalmente preta e azul-marinho) desencadeiam o comportamento agressivo e, consequentemente, o ataque de abelhas;
  • Sons de motores de aparelhos de jardinagem, por exemplo, exercem extrema irritação em abelhas. O mesmo ocorre com som de motores de popa;
  • No campo, o trabalhador deve ficar atento para a presença de abelhas, principalmente no momento de arar a terra com tratores.

Primeiros socorros no caso de acidentes com abelhas

Em caso de acidente provocado por múltiplas picadas de abelhas, é preciso levar o acidentado rapidamente ao hospital, junto com alguns dos insetos que provocaram o acidente.

A remoção dos ferrões pode ser feita por raspagem com lâminas, e não com pinças, pois esse procedimento resulta na inoculação do veneno ainda existente no ferrão.

Sintomas – acidentes com abelhas

As reações desencadeadas pela picada de abelhas variam de acordo com o local e o número de ferroadas, bem como características e o passado alérgico do indivíduo atingido. As manifestações clínicas podem ser alérgicas (mesmo com uma só picada) e tóxicas (múltiplas picadas).

Normalmente, após uma ferroada há dor aguda local, que tende a desaparecer espontaneamente em poucos minutos, deixando vermelhidão, coceira e inchaço por várias horas ou dias. A intensidade desta reação inicial causada por uma ou múltiplas picadas deve alertar para um possível estado de sensibilidade às picadas subsequentes.

Em casos de múltiplas picadas, podem ocorrer manifestações sistêmicas, devido à grande quantidade de veneno inoculada. Nesse caso, os sintomas são irritação e ardência da pele, vermelhidão, calor generalizado, pápulas, urticárias, pressão baixa, taquicardia, dor de cabeça, náuseas e/ou vômitos, cólicas abdominais e broncoespasmos.

Em casos mais graves pode ocorrer choque, insuficiência respiratória aguda, e insuficiência renal aguda. As manifestações alérgicas locais são caracterizadas por um inchaço que persiste por alguns dias. As reações alérgicas sistêmicas podem variar de urticária generalizada e mal-estar até edema de glote, broncoespasmos, choque anafilático, queda da pressão arterial, colapso, perda da consciência, incontinência urinária e fecal, e cianose.

Por que as abelhas atacam?

O ferrão dos abelhas, vespas e formigas (himenópteros sociais) exerce um papel essencial para a defesa de suas colônias. As abelhas geralmente formam sociedades com apenas uma rainha, vários zangões e operárias, sendo estas as responsáveis pelas picadas.

Elas perdem o ferrão ao picar, morrendo em seguida. Como possui músculos próprios, o ferrão continua a injetar a peçonha mesmo após a separação do resto do corpo. Ao atacar nas proximidades de um enxame, as primeiras abelhas liberam um feromônio que faz com que outras invistam contra o mesmo alvo, podendo ocasionar acidente com centenas de picadas.

Coloridos, odores e sons as irritam facilmente. Há cerca de 20 mil diferentes espécies de abelhas. Elas vivem em todos os continentes, exceto o Antártico, e são importantes em diversos ecossistemas, desempenhando o papel de polinizadoras. O mel produzido nas colmeias é utilizado na alimentação da própria colônia.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

A lagarta (taturana, marandová, mandorová, mondrová, ruga, oruga, bicho-peludo) é uma das fases do ciclo biológico de mariposas e borboletas (lepidóptero). Os acidentes provocados por lagartas, popularmente chamados de “queimaduras”, têm evolução benigna na maioria dos casos.

As lagartas do gênero Lonomia são as que têm maior relevância para a saúde pública, pois podem ocasionar acidentes graves ou mortes, pela inoculação do veneno no organismo, que se dá por meio do contato das cerdas urticantes com a pele.

Somente a fase larval (lagartas) desses animais é capaz de produzir efeitos sobre o organismo; as demais (pupa, ovo e adulto) são inofensivas, exceto as mariposas fêmeas adultas do gênero Hylesia (Saturniidae), que apresentam cerdas no abdômen. Em contato com a pele, essas cerdas podem causar dermatite papulopruriginosa.

Estas são as duas espécies de lagartas que mais causam acidentes no Brasil:

  • Família Megalopygidae (lagartas “cabeludas”) – são geralmente solitárias e não-agressivas, de 1 a 8 cm de comprimento, possuem “pelos” dorsais longos e sedosos de colorido variado (castanho, branco, negro, róseo), que camuflam as verdadeiras cerdas pontiagudas e urticantes. As cerdas pontiagudas e curtas contêm as glândulas de veneno, entremeadas por outras longas, coloridas e inofensivas.
  • Família Saturniidae (lagartas “espinhudas”) – vivem em grupos, possuem cerdas urticantes em forma de espinhos, semelhantes a pequenos pinheiros verdes distribuídos no dorso da lagarta, não possuindo pelos sedosos. Têm “espinhos” ramificados e pontiagudos de aspecto arbóreo, com tonalidades esverdeadas mimetizando muitas vezes as plantas que habitam. Nesta família se inclui o gênero Lonomia, com ampla distribuição em todo o País, causador de acidentes hemorrágicos.

O Brasil é o único país produtor do Soro Antilonômico (SALon)., específico para o tratamento dos envenenamentos moderados e graves causados por essas lagartas.

Sintomas de acidentes com lagartas

Normalmente, os acidentes com lagartas ocorrem quando o indivíduo toca o animal, geralmente em tronco de árvores ou ao manusear vegetação. O contato com as cerdas pontiagudas faz com que o veneno contido nos “espinhos” seja injetado na pessoa. A dor, na maioria dos casos, é violenta, irradiando-se do local da “queimadura” para outras regiões do corpo. No caso da Lonomia, algumas vezes aparecem complicações como sangramento na gengiva e aparecimento de sangue na urina.

Tratamento de acidentes com lagartas

Dependendo da lagarta, os sintomas podem tratados com medidas para alívio da dor, como compressas frias ou geladas. Nos casos de suspeita de acidente com Lonomia, o paciente deve ser levado ao serviço de saúde mais próximo, para que o profissional de saúde avalie a necessidade de administração do soro antilonômico.

Como prevenir acidentes com lagartas

Ao coletar frutas no pomar, realizar atividades de jardinagem ou em qualquer outra em ambientes silvestres, observar bem o local, troncos, folhas, gravetos antes de manuseá-los, fazendo sempre o uso de luvas para evitar o acidente. A incidência maior de acidentes deve-se ao desmatamento, queimadas, extermínio de predadores naturais, loteamentos sem planejamento e sem avaliação do impacto ecológico que isto acarreta, obrigando a procura destas espécies por outros ambientes para sobreviver, onde se dá o contato com o homem.

O que fazer em caso de acidente com lagartas

  • Lavar o local da picada com água fria ou gelada e sabão.
  • Levar o indivíduo imediatamente ao serviço de saúde mais próximo para que possa receber o tratamento em tempo oportuno.
  • A identificação da lagarta causadora do acidente pode ajudar no diagnóstico. Portanto, se for possível, é recomendado levar a causadora ao serviço de saúde.
  • Atualizar-se regularmente junto à secretaria estadual de saúde para saber quais pontos de tratamento com o soro específico na sua região.

O que NÃO fazer em caso de acidente com lagartas

  • Não fazer torniquete ou garrote, furar, cortar, queimar, espremer, fazer sucção no local da ferida e nem aplicar folhas, pó de café ou terra sobre ela, para não provocar infecção.
  • Não coçar o local.
  • Não aplicar qualquer tipo de substância sobre o local da picada (fezes, álcool, querosene, fumo, ervas, urina), nem fazer curativos que fechem o local, pois podem favorecer a ocorrência de infecções.
  • Não dar bebidas alcoólicas ao acidentado ou outros líquidos como álcool, gasolina ou querosene, pois não têm efeito contra o veneno e podem causar problemas gastrointestinais na vítima.

ALERTA PARA O VERÃO:  Acidentes com os animais peçonhentos são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza também é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para alimentação. Moradores de área rural e trabalhadores da agricultura não podem deixar de usar luvas e botas ao entrar em matas ou plantações.

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BIOMAX é uma empresa especializada em Manejo Ecológico de Pragas em indústrias, empresas em geral, hospitais, hotéis, condomínios, shoppings, edifícios comerciais e residenciais.

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Controle Integrado de Pragas na Indústria de Alimentos https://www.biomax-mep.com.br/controle-integrado-de-pragas-na-industria-de-alimentos/ Mon, 18 Mar 2019 12:09:09 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=1238 Saiba mais sobre Controle Integrado de Pragas na indústria de alimentos e como manter a qualidade dos produtos Risco à saúde e prejuízo financeiro. Esses são dois dos principais motivos pelos quais é tão necessário e dever – por lei – controlar as pragas urbanas em áreas de manipulação de alimentos. Na indústria de alimentos, […]

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Saiba mais sobre Controle Integrado de Pragas na indústria de alimentos e como manter a qualidade dos produtos

Risco à saúde e prejuízo financeiro. Esses são dois dos principais motivos pelos quais é tão necessário e dever – por lei – controlar as pragas urbanas em áreas de manipulação de alimentos.

Na indústria de alimentos, em espaços, como os de processamento e preparo de alimentos, depósitos, estoques, área de espera para transporte, local onde as alimentações são servidas etc., existe o eminente e frequente perigo de contaminação física, química e por microorganismos, afinal, alimentos são chamarizes para insetos, que podem contaminá-los.

A proliferação de pragas, entre elas ratos, baratas, moscas, formigas, pombos e, até mesmo, outras aves, como os pardais que são facilmente encontrados em grandes proporções nos centros urbanos, podem, em uma fração de segundos, ‘transportar’ microorganismos para os alimentos, sejam eles em forma de matéria-prima, em processamento, prontos ou armazenados.

Doenças causadas pelo contato com pragas, além de afetarem negativamente a saúde dos consumidores, com certeza, resultarão no prejuízo econômico por meio do descarte de produtos estragados, processos judiciais diante do consumo de alimentos fora das condições adequadas etc., e na perda de credibilidade no mercado.

É fato que a propagação de pragas na indústria alimentícia tem ligação com as instalações da empresa. Por este motivo, para prevenção e combate, é preciso realizar periodicamente inspeções e ações. Empresas especializadas no controle destes animais devem atuar de forma eficaz, seguindo a legislação sanitária, a exemplo do que dita a Resolução RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004, sobre a regulamentação técnica de Boas Práticas para Serviços de Alimentação, da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

RDC 216 ANVISA

O item 4.3 da RDC nº 216 cita, com mais detalhes, o controle integrado de vetores e pragas urbanas como um sistema que abrange práticas preventivas e corretivas, com o objetivo de impedir a atração, o abrigo, o acesso e ou a proliferação de vetores e pragas urbanas, que podem comprometer a qualidade higiênico-sanitária do alimento em qualquer fase do processo produtivo, desde o recebimento da matéria-prima até o transporte do produto final.

A BIOMAX Controle Integrado de Pagas presta serviços de controle visando cinco etapas: inspeção, identificação, medidas corretivas e preventivas, desinsetização, avaliação e monitoramento. Esse processo é realizado com base no controle ecológico, amenizando os efeitos negativos dos produtos utilizados, já que a saúde dos colaboradores, consumidores e o meio ambiente devem ser uma das prioridades no combate.

 

A RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004 está disponível para consulta na anvisa.gov.br abaixo:

http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/388704/RESOLU%25C3%2587%25C3%2583O-RDC%2BN%2B216%2BDE%2B15%2BDE%2BSETEMBRO%2BDE%2B2004.pdf/23701496-925d-4d4d-99aa-9d479b316c4b

 

Fonte: ambientebrasil

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Matemática Ajuda a Prevenir Epidemias de Dengue e Zika https://www.biomax-mep.com.br/matematica-ajuda-a-prevenir-epidemias-de-dengue-e-zika/ Mon, 25 Feb 2019 14:09:25 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3691 Modelos matemáticos explicam como doenças se espalham e até mesmo quando uma nova epidemia pode surgir Antes de buscar vacinas e novos tratamentos para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, é preciso entender quantas pessoas são afetadas, como elas e os mosquitos transmitem as doenças para as outras e, no fim das contas, qual é […]

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Modelos matemáticos explicam como doenças se espalham e até mesmo quando uma nova epidemia pode surgir

Antes de buscar vacinas e novos tratamentos para as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, é preciso entender quantas pessoas são afetadas, como elas e os mosquitos transmitem as doenças para as outras e, no fim das contas, qual é o tamanho da encrenca —e se os recursos disponíveis são capazes de ajudar a reverter o quadro.

Modelos matemáticos explicam como doenças se espalham e até mesmo quando uma nova epidemia pode surgir

Modelos matemáticos explicam como doenças se espalham e até mesmo quando uma nova epidemia pode surgir

Pesquisadores estão usando modelos matemáticos para encontrar essas respostas.

Um desses exemplos é a produção de uma modelagem matemática para entender a dinâmica da zika na Polinésia Francesa, onde um grande surto entre 2013 e 2014 chegou a afetar 82% da população em algumas regiões do território.

A conclusão, publicada na revista científica Plos Neglected Tropical Diseases, é que levaria entre 12 e 20 anos para que houvesse um número de indivíduos suscetíveis grande o suficiente
para permitir um novo espalhamento da doença.

Nessa modelagem não foi considerada, por exemplo, a possibilidade de transmissão sexual da doença, que, apesar de pequena em comparação à transmissão via mosquito, não é negligenciável e pode piorar o surto e atrasar seu término. Daí surge a necessidade de providências, como o estímulo ao uso de preservativos e o diagnóstico acurado de casos suspeitos.

Outro estudo, publicado na revista Scientific Reports pelo matemático Sérgio Oliva, do Instituto de Matemática e Estatística da USP, e colegas do Canadá e da China sugere mudanças numa estratégia que usa mosquitos modificados com uma bactéria.

Eles avaliaram que a tática de usar mosquitos com a bactéria Wolbachia para reduzir o espalhamento de infecções pode ficar ainda mais eficaz.

A bactéria é inserida em laboratório nos Aedes porque tem a capacidade de atrapalhar a reprodução ao agir em seus ovários e testículos. Além disso, os insetos que carregam Wolbachia também se infectam menos e transmitem menos o vírus da dengue.

Mas, se um macho com Wolbachia encontra uma fêmea na natureza, os ovos simplesmente não nascem.

A mudança proposta por Oliva e colaboradores, baseados em um modelo matemático da propagação de zika, é restringir a soltura de mosquitos apenas aos machos. No caso da liberação conjunta de machos e fêmeas, eventualmente seria possível atingir a meta de que todos os insetos no local adquiram a bactéria, mas só a liberação de um grande número de machos teria potencial para acabar de vez com o mosquito.

Em seu trabalho, os pesquisadores, com dados disponíveis do surto de zika em 2016, concluíram que seria possível reduzir o pico de casos, que chegou a 16 mil em uma semana, para 12 mil, ao liberar machos e fêmeas com Wolbachia e para 10,6 mil usando apenas os machos. Isso considerando apenas a liberação durante o próprio surto, como uma espécie de medida de emergência.

No caso de uma proposta de erradicação, a proporção de machos com Wolbachia liberados deveria ser cinco vezes aquela de machos selvagens —tarefa que pode ter uma logística complicada, já que não é trivial separar larvas machos e fêmeas.

A alternativa proposta por Oliva e colaboradores ainda não é considerada pelo projeto da Wolbachia, que afirma ter como objetivo principal bloquear a transmissão viral, não eliminar os mosquitos.

Um fator que atrapalha a construção de modelos matemáticos mais fidedignos é a indisponibilidade de dados. Não se sabe no Brasil quantas pessoas já tiveram cada um dos quatro tipos de dengue e, mesmo assim, os casos da doença são muito heterogêneos —vários são assintomáticos, ou seja, a pessoa nem sabe que foi infectada. Além disso, a maior parte dos casos leves nem é oficialmente reportada, lembra Oliva.

Também dificulta não saber quantos mosquitos existem por aí. O uso de armadilhas pode ajudar na estimativa, mas não existe um esforço sistematizado nesse sentido.

Antes de se aventurar pela área da epidemiologia, Oliva trabalhava com os chamados modelos de reação-difusão, que explicam, entre outras coisas, o surgimento de padrões, como as manchas na pele de animais, como na onça-pintada, um dos temas ao qual se dedicou o matemático britânico Alan Turing.

A primeira dificuldade para entrar em uma nova área é a linguagem, explica Oliva. “Não tinha ideia do que as pessoas falavam, o que era incidência, prevalência”, diz. Incidência é quantidade de novos casos de uma doença em um determinado período; prevalência é fração de uma determinada população que tem a doença.

Além disso, para bolar um modelo de espalhamento de doenças é importante ter (ou estimar) a probabilidade de uma pessoa infectada passar a doença para outras. O mesmo raciocínio vale para a probabilidade de um mosquito fêmea se infectar enquanto caça humanos, por exemplo.

“Demora até entender quais perguntas são razoáveis. É muito fácil não fazer nada de relevante quando atuamos na intersecção de duas áreas [epidemiologia e matemática, no caso]. É muito fácil ficar no meio do caminho, em questões que não são relevantes nem na matemática nem na aplicação propriamente dita.”

Há um grande risco de o modelo matemático desenvolvido ser um profeta do passado, ou seja, explicar muito bem o que já aconteceu e não ser útil para previsões. O sucesso, afirma Oliva, depende da colaboração de indivíduos com formações distintas.

Uma das apostas da área é o chamado modelo baseado em agente. Funciona como uma espécie de SimCity (jogo em que o objetivo é gerenciar uma cidade) epidemiológico. No programa, planeja-se o comportamento de cada indivíduo —se ele vai à escola, se viaja, quem encontra…

“Requer o trabalho de imaginar tudo o que pode acontecer, é quase um trabalho para Deus”, brinca Oliva.

Com uma base de milhões de indivíduos, cada um com seu comportamento, é necessário um grande poder computacional para rodar esses modelos. Eles são interessantes, já que consideram a dinâmica espacial das pessoas e viagens de avião, entre outros comportamentos, mas a sofisticação vem com um preço: é desafiador fazer previsões consistentes com a realidade.

Fonte: Folha de São Paulo

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Dedetização e Desmatamento Comprometem 60% da Produção de Alimentos no Brasil https://www.biomax-mep.com.br/dedetizacao-e-desmatamento-comprometem-60-da-producao-de-alimentos-no-brasil/ Thu, 07 Feb 2019 12:44:52 +0000 https://www.biomax-mep.com.br/?p=3675 60% das plantas cultivadas ou silvestres utilizadas para a produção de alimentos no Brasil dependem de polinizadores, como as abelhas, para se reproduzir. Entre esses cultivos estão alguns de grande importância para a agricultura brasileira, como a soja, o café, o feijão e a laranja. Esse serviço ambiental (ecossistêmico), estimado em R$ 43 bilhões anuais, […]

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60% das plantas cultivadas ou silvestres utilizadas para a produção de alimentos no Brasil dependem de polinizadores, como as abelhas, para se reproduzir. Entre esses cultivos estão alguns de grande importância para a agricultura brasileira, como a soja, o café, o feijão e a laranja.

Esse serviço ambiental (ecossistêmico), estimado em R$ 43 bilhões anuais, fundamental para garantir a segurança alimentar da população e a renda dos agricultores brasileiros, tem sido ameaçado por fatores como o desmatamento, as mudanças climáticas e o uso de agrotóxicos. A fim de combater essas ameaças, que colocam em risco a produção de alimentos e a conservação da biodiversidade brasileira, são necessárias políticas públicas que integrem ações em diversas áreas, como a do meio ambiente, da agricultura e da ciência e tecnologia.

O alerta foi feito por um grupo de pesquisadores autores do 1º Relatório Temático de Polinização, Polinizadores e Produção de Alimentos no Brasil e de seu respectivo “Sumário para Tomadores de Decisão”, lançados quarta-feira (06/02), durante evento na FAPESP.

Resultado de uma parceria entre a Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (BPBES, da sigla em inglês), apoiada pelo Programa BIOTA-FAPESP, e a Rede Brasileira de Interações Planta-Polinizador (REBIPP), o relatório foi elaborado nos últimos dois anos por um grupo de 12 pesquisadores e revisado por 11 especialistas.

O grupo de pesquisadores fez uma revisão sistemática de mais de 400 publicações de modo a sintetizar o conhecimento atual e os fatores de risco que afetam a polinização, os polinizadores e a produção de alimentos no Brasil, e apontar medidas para preservá-los.

“O relatório aponta que o serviço ecossistêmico de polinização tem uma importância não só do ponto de vista biológico, da conservação das espécies em si, como também econômica. É essa mensagem que pretendemos fazer chegar a quem toma decisões no agronegócio, no que se refere ao uso de substâncias de controle de pragas ou de uso da terra no país”, disse Carlos Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), coordenador do programa BIOTA-FAPESP e membro da coordenação da BPBES, durante o evento.

O relatório indica que a lista de “visitantes” das culturas agrícolas supera 600 animais, dos quais, no mínimo, 250 têm potencial de polinizador. Entre eles estão borboletas, vespas, morcegos, percevejos e lagartos.

As abelhas predominam, participando da polinização de 91 (80%) das 114 culturas agrícolas que dependem da visita de polinizadores e são responsáveis pela polinização exclusiva de 74 (65%) delas.

As abelhas predominam, participando da polinização de 91 (80%) das 114 culturas agrícolas que dependem da visita de polinizadores e são responsáveis pela polinização exclusiva de 74 (65%) delas. As abelhas predominam, participando da polinização de 91 (80%) das 114 culturas agrícolas que dependem da visita de polinizadores e são responsáveis pela polinização exclusiva de 74 (65%) delas.

Algumas plantas cultivadas ou silvestres dependem, contudo, exclusivamente ou primordialmente de outros animais para a realização desse serviço, como é o caso da polinização de flores de bacuri (Platonia insignis) por aves. Outros exemplos são da polinização de flores de pinha (Annona squamosa) e araticum (Annona montana) por besouros, de flores de mangaba (Hancornia speciosa) por mariposas e de flores de cacau (Theobroma cacao) por moscas.

“As plantas cultivadas ou silvestres visitadas por esses animais polinizadores enriquecem a nossa dieta ao prover frutas e vegetais que fornecem uma série de nutrientes importantes”, disse Marina Wolowski, professora da Universidade Federal de Alfenas (Unifal) e coordenadora do relatório. “Outras plantas cultivadas pelo vento, como o trigo e o arroz, por exemplo, estão mais na base da dieta”, comparou.

Os pesquisadores avaliaram o grau de dependência da polinização por animais de 91 plantas para a produção de frutas, hortaliças, legumes, grãos, oleaginosas e de outras partes dos cultivos usadas para consumo humano, como o palmito (Euterpe edulis) e a erva-mate (Ilex paraguariensis)

As análises revelaram que, para 76% delas (69), a ação desses polinizadores aumenta a quantidade ou a qualidade da produção agrícola. Nesse grupo de plantas, a dependência da polinização é essencial para 35% (32), alta para 24% (22), modesta para 10% (9) e pouca para 7% (6).

A partir das taxas de dependência de polinização dessas 69 plantas, os pesquisadores estimaram o valor econômico do serviço ecossistêmico de polinização para a produção de alimentos no Brasil. O cálculo foi feito por meio da multiplicação da taxa de dependência de polinização por animais pela produção anual do cultivo.

Os resultados indicaram que o valor do serviço ecossistêmico de polinização para a produção de alimentos no país girou em torno de R$ 43 bilhões em 2018. Cerca de 80% desse valor está relacionado a quatro cultivos de grande importância agrícola: a soja, o café, a laranja e a maçã (Malus domestica).

“Esse valor ainda está subestimado, uma vez que esses 69 cultivos representam apenas 30% das plantas cultivadas ou silvestres usadas para produção de alimentos no Brasil”, ressaltou Wolowski.

Fatores de risco

O relatório também destaca que o serviço ecossistêmico de polinização no Brasil tem sido ameaçado por diversos fatores, tais como desmatamento, mudanças climáticas, poluição ambiental, agrotóxicos, espécies invasoras, doenças e patógenos.

O desmatamento leva à perda e à substituição de hábitats naturais por áreas urbanas. Essas alterações diminuem a oferta de locais para a construção de ninhos e reduzem os recursos alimentares utilizados por polinizadores.

Já as mudanças climáticas podem modificar o padrão de distribuição das espécies, a época de floração e o comportamento dos polinizadores. Também são capazes de ocasionar alterações nas interações, invasões biológicas, declínio e extinção de espécies de plantas das quais os polinizadores dependem como fonte alimentar e para construção de ninhos, e o surgimento de doenças e patógenos.

Por sua vez, a aplicação de agrotóxicos para controle de pragas e patógenos, com alta toxicidade para polinizadores e sem observar seus padrões e horários de visitas, pode provocar a morte, atuar como repelente e também causar efeitos tóxicos subletais, como desorientação do voo e redução na produção de prole. Além disso, o uso de pesticidas tende a suprimir ou encolher a produção de néctar e pólen em algumas plantas, restringindo a oferta de alimentos para polinizadores, ressaltam os autores do relatório.

“Como esses fatores de risco que ameaçam os polinizadores não ocorrem de maneira isolada é difícil atribuir o peso de cada um deles separadamente na questão da redução das populações de polinizadores que tem sido observada no mundo”, disse Wolowski.

Na avaliação dos pesquisadores, apesar do cenário adverso, há diversas oportunidades disponíveis para melhorar o serviço ecossistêmico de polinização, diminuir as ameaças aos polinizadores e aumentar o valor agregado dos produtos agrícolas associados a eles no Brasil.

Entre as ações voltadas à conservação e ao manejo do serviço ecossistêmico de polinização estão a intensificação ecológica da paisagem agrícola, formas alternativas de controle e manejo integrado de pragas e doenças, redução do deslocamento de agrotóxicos para fora das plantações, produção orgânica e certificação ambiental.

Uma política pública destinada aos polinizadores, à polinização e à produção de alimentos beneficiaria a conservação desse serviço ecossistêmico e promoveria a agricultura sustentável no país, estimam os pesquisadores.

“Esperamos que o relatório ajude a estabelecer planos estratégicos e políticas públicas voltadas à polinização, polinizadores e produção de alimentos em diferentes regiões do país”, afirmou Kayna Agostini, professora da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e também coordenadora do estudo.

Na avaliação de Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP, o relatório incorpora várias atividades que o programa BIOTA tem feito ao longo dos seus 20 anos de existência. Entre elas, a de fornecer subsídios para políticas públicas.

“O BIOTA-FAPESP participa ativamente da vida do Estado de São Paulo e do país ao fornecer subsídios científicos para as decisões governamentais e, ao mesmo tempo, realizar atividade de pesquisa da maior qualidade em uma área vital”, disse Zago na abertura do evento.

fonte: FAPESP

fonte Gráficos: Jornal da USP

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