Regiões urbanas do Estado de São Paulo com acúmulo de lixo lideram o índice de acidentes com escorpiões. De acordo com estudo do Laboratório de Artrópodes do Instituto Butantan, divulgado nesta terça-feira, 19, mais de 10 mil ocorrências de picadas pelo animal foram registradas nos últimos dois anos.

Local da picada deve ser lavado com água e sabão; compressas também ajudam a aliviar a dor

Três em casa quatro casos de picada de escorpião são registrados em áreas urbanas do Estado de São Paulo, segundo o estudo. Entre 2010 e 2011, afirma a pesquisa do instituto, foram computados 13 mil ocorrências em todo o Estado e 10 mil na capital paulista.

Os principais causadores dos acidentes são os escorpiões amarelo e marrom, que são caracterizados pela fácil adaptação a ambientes sem saneamento básico e com acúmulo de lixo. Além disso, o desmatamento e o crescimento desordenado das áreas urbanas favorecem os ataques, uma vez que os animais ficam desabrigados e acabam buscando alimentos dentro das residências.

Cuidados

Algumas medidas preventivas evitam esse tipo de acidentes com os escorpiões, entre elas, o vedamento de ralos, caixas de gordura, tanques e soleiras de portas. Devem ser evitadas, também, plantas próximas às paredes das casas e o acúmulo de lixo e telhas nos quintais.

Em caso de acidentes com escorpiões, o Instituto Butantan recomenda lavar o ferimento com água e sabão e fazer compressas mornas para alívio da dor até a chegada ao serviço de saúde mais próximo. Diferentemente do que pregam os mitos, torniquete, corte na região da picada, sugar o veneno ou ingerir qualquer tipo de garrafada não resolve o problema.

Fonte: O Estado de São Paulo (19 de junho de 2012)

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