Você sabia que os insetos respondem por 90% de todas as espécies animais em todo o planeta? Porém, apesar dessa supremacia numérica, e a presença em todos os ecossistemas, 40% delas podem ser extintas nas próximas décadas.

Esse alerta ambiental foi feito pela Fundação Heinrich Böll Stiftung, organização alemã sem fins lucrativos e autora da reveladora publicação Atlas dos Insetos, cuja versão brasileira foi publicada em dezembro de 2021.

As principais causas dessa ameaça, destaca o Atlas dos Insetos, estão associadas à agricultura intensiva, especialmente a prática das monoculturas e o uso excessivo de produtos agrotóxicos.

Mais do que isso, esse cenário de possível extinção de 40% das espécies de insetos ainda compromete a segurança alimentar da população do planeta, já que os insetos desenvolvem um papel imprescindível na manutenção do equilíbrio ecológico global.

Isso deve-se ao fato de que os insetos contribuem com a qualidade dos solos, com a decomposição de matéria orgânica (plantas e animais), com o processo de polinização e com o controle natural de pragas em culturas.

Em outras palavras, a sociedade contemporânea precisa garantir a sobrevivência dos insetos para manter a biodiversidade dos ecossistemas, assegurar a oferta de alimentos para a população global e manter a sustentabilidade do planeta.

O diagnóstico do estudo aponta que algumas soluções incluem a educação ambiental, a conscientização, a implementação de políticas públicas de proteção aos insetos e a mudança de hábitos produtivos, principalmente quanto ao emprego desenfreado de agrotóxicos, que deve dar lugar à chamada agroecologia.

Particularmente no caso do setor agrícola e das indústrias como um todo, tanto produtores quanto companhias necessitam adotar tecnologias e métodos mais sustentáveis de controle biológico, visando a mitigação de impactos ambientais e o equilíbrio entre natureza e atividade econômica.

Risco de extinção dos insetos

O Atlas dos Insetos é uma publicação com 23 capítulos temáticos, produzidos por 34 pesquisadores, entre estrangeiros e brasileiros.

Um dos capítulos iniciais – denominado “Seis Patas na Terra” – destaca que a maioria dos insetos em extinção sequer foi descoberta ainda. E que além dos milhares de insetos catalogados, cerca de 3 a 5 milhões ainda aguardam descoberta.

O Brasil ganha destaque pelo fato de abrigar a maior diversidade de insetos do mundo, aproximadamente 90 mil espécies que representam 9% de todas as espécies conhecidas no planeta.

Outros capítulos abordam temas como, por exemplo, a difícil relação histórica entre a humanidade e os insetos, a inexistência de políticas públicas voltadas à proteção dos insetos e de enfrentamento ao setor agrícola (pelo uso em larga escala de agrotóxicos), a ameaça das mudanças climáticas à biodiversidade dos insetos, o comércio de insetos que auxiliam no combate de pragas, a necessidade de equilíbrio entre produção/sustentabilidade/biodiversidade e a importância da polinização para a segurança alimentar mundial.

Outro assunto tratado na obra é o valor econômico dos insetos. Estima-se que, globalmente, o valor da polinização por insetos gire em torno de US$ 235 bilhões a US$ 577 bilhões por ano.

“No Brasil, calcula-se que a polinização relacionada à economia agrícola apresenta um valor anual de aproximadamente US$ 12 bilhões”, informa o Atlas dos Insetos.

Agrotóxicos Demais

Já o uso excessivo de agrotóxicos (pesticidas, inseticidas, herbicidas e fungicidas) nas plantações, visando o controle de pragas, cresceu cinco vezes desde 1950. E o Brasil é o maior consumidor desse tipo de produto que hoje ameaça várias espécies de insetos.

Anualmente, as fazendas produtivas convencionais utilizam mais de 4 milhões de toneladas de agrotóxicos em todo o mundo.

Para se ter uma dimensão financeira desse volume de produtos químicos utilizados nas lavouras, em 2018 o faturamento global com a venda de agrotóxicos chegou a 56,5 bilhões de euros. E em 2023, segundo estimativas, pode chegar a 82 bilhões de euros.

Segundo os pesquisadores envolvidos no desenvolvimento do Atlas dos Insetos, é fundamental a adoção da agroecologia, ou seja, uma agricultura mais amigável com os “seis patas” e baseada na manutenção e manejo de agroecossistemas biodiversificados.

O Atlas dos Insetos pode ser baixado na íntegra no link: https://br.boell.org/pt-br/atlas-dos-insetos

Expertise em Controle de Pragas no setor de alimentos e de rações

Estando cada vez mais norteadas por políticas verdes e de responsabilidade social, e por processos enquadrados no princípio da economia circular e dos conceitos ESG, é natural que as organizações mais modernas e maduras também busquem métodos mais sustentáveis e menos agressivos quando buscam estratégias para o controle de pragas em suas instalações fabris e áreas de armazenagem.

Hoje, o controle ecológico de insetos e outras pragas em ambientes produtivos é um diferencial competitivo entre muitas companhias que conciliam, de forma eficiente, lucros e respeito ao meio ambiente (fauna, flora e ecossistemas).

Com um grande portfólio de serviços e soluções de manejo e controle de pragas, a BIOMAX ajuda indústrias de vários segmentos a manterem suas unidades produtivas em perfeitas condições sanitárias e totalmente livres de animais invasores – incluindo insetos que podem colocar em risco a qualidade dos produtos e a reputação da marca.

O Manejo Ecológico de Pragas (MEP) da BIOMAX é uma solução sustentável – com baixa agressividade ao meio ambiente e animais como insetos, aves, aracnídeos e roedores – amplamente indicada, por exemplo, para indústrias alimentícias e de produção de ração animal.

Baseado na estratégia de erradicação dos “4A” – alimento, abrigo, acesso e água – o MEP envolve um conjunto de ações preventivas que priorizam a utilização de métodos físicos, mecânicos e biológicos (de menor potencial nocivo) ao invés da aplicação direta, e muitas vezes descontrolada, de pesticidas.

Em muitos casos com registro de infestação de pragas, intervenções como o controle de temperatura, de iluminação, a colocação de armadilhas e outras medidas já são suficientes para erradicar colônias de pragas instaladas em ambientes industriais.

Por ser uma estratégia mais verde, que não oferece riscos de contaminação química provocada pelo uso de inseticidas e pesticidas,  MEP é a solução ideal para o controle de pragas em áreas de produção e/ou estocagem de alimentos e de rações.

Além de não contaminar os sensíveis produtos dessas indústrias, o MEP assegura o bem-estar dos funcionários que trabalham nestas plantas produtivas, já que não são expostos à pulverização de produtos químicos utilizados no combate às pragas, como ocorre no processo tradicional de dedetização.

9 Vantagens do Controle de Pragas BIOMAX em indústrias

  • Identificação precisa dos tipos de animais invasores
  • Mapeamento da área industrial infestada
  • Ênfase a ações preventivas e não agressivas
  • Implementação gradual, lógica e sistemática de técnicas/métodos de controle de pragas, tendo em vista a mitigação de impactos ambientais (partindo das menos agressivas até chegar, em último caso, ao emprego de métodos químicos)
  • Monitoramento contínuo dos ambientes/espaços tratados
  • Bem-estar dos colaboradores
  • Redução de impactos ambientais
  • Conformidade com leis e normas ambientais
  • Segurança sanitária e qualidade dos produtos

Consulte a BIOMAX!

Mais informações sobre o Manejo Ecológico de Pragas (MEP) e outros serviços especializados BIOMAX em nossos canais de atendimento:

Telefone: (19) 3124-3600

Sumário
Atlas dos Insetos
Nome do Artigo
Atlas dos Insetos
Descrição
Alerta ambiental feito pela Fundação Heinrich Böll Stiftung, autora da publicação "Atlas dos Insetos", publicada em dezembro de 2021. O Controle de Pragas BIOMAX é uma solução sustentável - com baixa agressividade ao meio ambiente e animais como insetos, aves, aracnídeos e roedores - amplamente indicada, por exemplo, para indústrias alimentícias e de produção de ração animal.
Autor
BIOMAX Controle de Pragas