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Controle de Pragas

 

O controle das pragas é realizado eliminando-se os seguintes fatores:

ALIMENTO (os resíduos e lixos produzidos pelo homem e animais são considerados alimentos para as pragas)

ÁGUA (pequenas poças ou vazamentos são grandes fontes de água)

ABRIGO (entulhos e pequenas frestas servem como abrigo para esses animais)

ACESSO (aberturas como frestas de janelas, portas, paredes, canalizações e qualquer mercadoria que entrar em um estabelecimento podem ser consideradas meios de acesso das pragas ao local a ser protegido).

Eliminando por completo todos esses fatores pode-se obter um controle de pragas perto do ideal.

A seguir estão algumas medidas preventivas para que se consiga eliminar os fatores acima citados:

  • Telagem de janelas
  • Vedação de aberturas e frestas
  • Ralos com dispositivo abre e fecha
  • Cortinas de ar ou de tiras de PVC
  • Drenagem
  • Limpeza
  • Organização

Não sendo possível eliminar por completo esses fatores (alimento, água, abrigo e acesso) as pragas encontrarão um ambiente favorável ao seu desenvolvimento e irão se estabelecer no local.

Neste caso são necessárias ações mecânicas, físicas, biológicas ou químicas para controlá-las.

Mecânicas: armadilhas adesivas, armadilhas convencionais, aspiração

Físicas: armadilhas luminosas, ultra-sons, controle da temperatura (frio ou calor)

Biológicas: aplicação de bactérias, fungos ou vírus entomopatogênicos (que causam doenças nos insetos), sendo essa uma especialidade exclusiva da Biomax que desenvolveu alguns produtos junto a ESALQ/USP.

Químicas: aplicação de iscas a base de inseticidas e uso direto de inseticidas

As ações químicas devem ser utilizadas de forma racional, somente quando as mecânicas, físicas e biológicas não foram eficazes. Assim, é uma meta da Biomax a redução gradativa e contínua dos inseticidas em seus programas de controle de pragas nas empresas contratantes, visando ao atendimento de ISOs específicas e principalmente à proteção da saúde humana e ambiental.

Visando aplicar de forma organizada e sustentável todas as medidas e ações citadas anteriormente a BIOMAX utiliza um sistema chamado de Manejo Ecológico de Pragas.

Manejo Ecológico de Pragas


Trata-se de um sistema de controle que utiliza todas as medidas preventivas, ações e técnicas disponíveis de maneira compatível e racional. Diferentemente dos serviços disponíveis no mercado, esse sistema considera todos os elementos que fazem parte da região onde se localiza o alvo principal (local a ser protegido). Assim a estratégia visa a eliminação dos fatores favoráveis à reprodução das pragas e o controle tópico de ninhos e colônias localizados no alvo principal e nas regiões vizinhas.

Nesse sistema enfatiza-se as medidas preventivas e os métodos físicos, mecânicos e biológicos, utilizando-se o controle químico de maneira racional. Com esse procedimento evita-se a contaminação humana, animal e do ambiente, além de minimizar os riscos de seleção de pragas resistentes.

Etapas do Manejo Ecológico de Pragas


INSPEÇÃO - Entrevistas com funcionários, localização de fatores favoráveis ao acesso, à permanência e à reprodução das pragas e localização de ninhos e colônias.

ANÁLISE - Estudo da situação, determinação das espécies e dos métodos e medidas mais eficientes para o controle.

INTERVENÇÃOAplicação das medidas preventivas e dos métodos de controle e utilização de estratégias que visam manter as dependências da empresa livres de infestações de pragas.

Vantagens do Manejo Ecológico de Pragas

O sistema de Manejo Ecológico de Pragas envolve a identificação dos problemas, monitoramento das pragas e adoção de uma estratégia de controle correta para cada empresa. Comparando Manejo Ecológico de Pragas com o controle tradicional efetuado pelas "dedetizadoras" as principais vantagens são as seguintes:


MANEJO ECOLÓGICO

DEDETIZAÇÃO TRADICIONAL

Visão global dos problemas

Visão localizada

Identificação correta dos problemas

Não identifica causa dos problemas

Efetua levantamentos iniciais de infestação

Atuação indiscriminada

Monitoramento sistemático

Não avalia as infestações

Aplicações tópicas em locais críticos

Aplicações em área total

Utiliza termonebulização somente em locais estratégicos

Uso constante da termonebulização, deixando resíduos em todos os ambientes

Utiliza métodos alternativos sustentáveis de controle

O controle é baseado no uso exclusivo de “coquetéis” com produtos químicos

O gasto de produtos químicos é bastante reduzido

Maior gasto de produtos químicos

Maior gasto de horas técnicas dedicadas à contratante

Não existe uma atuação dos responsáveis técnicos

Menor probabilidade de contaminação de produtos, pessoas, animais e ambiente

Devido a maior quantidade de resíduos, existe a maior probabilidade de contaminação do ecossistema.

Seletividade sobre inimigos naturais das pragas Maior impacto sobre inimigos naturais das pragas
Menor ressurgência e resistência de pragas Maior número de casos de resistência e ressurgência de pragas
É responsável por embalagens e restos de produtos que sobram das aplicações Não se responsabiliza pelos resíduos
As atividades podem ser executadas durante o funcionamento da empresa e com a presença de funcionários Exige a ausência de funcionários nos locais que serão tratados
A metodologia está de acordo com as normas de gestão ambiental – corrige e evolui junto com a empresa contratante Desconhece esse fato
Possui assessores de nível internacional Não possui assessores
Apresentação de relatórios mensais circunstanciados completos sobre as atividades executadas e de documentos exigidos por auditores externos Desconhece esse fato


Principais Pragas Visadas no Processo de Controle

 

Insetos voadores: moscas, mosquitos, vespas, abelhas etc.


Baratas: Periplaneta americana, Blattella germânica

Roedores: Mus musculus (camundongo), Rattus rattus (rato preto ou de telhado), Rattus norvegicus (ratazana)

Formigas: espécies domésticas e cortadeiras

Cupins: subterrâneo e de madeira seca

Aracnídeos: ácaros, carrapatos, aranhas e escorpiões

Aves: pombos

Universidade de São Paulo

APRAG

National Pest Control Association

CREA-SP

ANVISA

Minitério da Agricultura