Controle de Roedores e Vetores

Escrito por adminbio em . Categoria: Manejo de Pragas Urbanas

Esses animais pertencem a Ordem Rodentia, Família Muridae e são registradas mais de 3.000 espécies, sendo que quatro espécies são importantes para homem, duas do gênero Rattus e uma do gênero Mus. Atualmente tem sido observado também conhecido como Rato-do-Capim, o Bolonys lasyurus é um roedor que até então era encontrado em matas e capins de nível alto. Com o desmatamento e queimadas, está sendo encontrado também nas cidades, contado, assim, como o quarto roedor sinantrópico. É importante para se escolher o método de controle a identificação da espécie, para isso é necessário se conhecer as características gerais:

Principais Características dos Roedores Urbanos

Características, Doenças, Sujeira e Métodos de Controle de POMBOS

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Manejo de Pragas Urbanas

Os pombos urbanos conhecidos como Columba livia, são originários das regiões rochosas do leste Europeu e norte da África. Foram trazidos ao Brasil como animais de estimação ou aves domésticas, em meados do século XVI. O grande sucesso no processo de adaptação é a semelhança das estruturas de construções ao habitat natural das aves.

Características dos Pombos

Características dos Pombos

Essa espécie apresenta um comportamento de alimentar-se em grupo, procurando preferencialmente grãos e farelos, mas a diversidade é maior, alternando entre arroz cozido ou cru, pão, ração de animais, sementes, frutas, queijo, legumes e lixo em geral. Quando na natureza comem também insetos, larvas, frutos e sementes de árvores e plantas. O alimento é um fator limitante para a espécie. O bando tende a nidificar próximo ao local onde há fartura. A distância máxima que se distanciam foi de 5,3km do local de nidificação, mas a maior parte ficou em média 300m dos seus ninhos.

Manejo Ecológico de Pragas versus Dedetização Tradicional

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Manejo de Pragas Urbanas

O sistema de Manejo Ecológico de Pragas envolve a identificação dos problemas, monitoramento das pragas e adoção de uma estratégia de controle correta para cada empresa. Comparando Manejo Ecológico de Pragas com o controle tradicional efetuado pelas “dedetizadoras” as principais vantagens são as seguintes:

MANEJO ECOLÓGICO

DEDETIZAÇÃO TRADICIONAL

Visão global dos problemas

Visão localizada

Identificação correta dos problemas

Não identifica causa dos problemas

Efetua levantamentos iniciais de infestação

Atuação indiscriminada

Monitoramento sistemático

Não avalia as infestações

Aplicações tópicas em locais críticos

Aplicações em área total

Utiliza termonebulização somente em locais estratégicos

Uso constante da termonebulização, deixando resíduos em todos os ambientes

Utiliza métodos alternativos sustentáveis de controle

O controle é baseado no uso exclusivo de “coquetéis” com produtos químicos

O gasto de produtos químicos é bastante reduzido

Maior gasto de produtos químicos

Maior gasto de horas técnicas dedicadas à contratante

Não existe uma atuação dos responsáveis técnicos

Menor probabilidade de contaminação de produtos, pessoas, animais e ambiente

Devido a maior quantidade de resíduos, existe a maior probabilidade de contaminação do ecossistema.

Seletividade sobre inimigos naturais das pragas Maior impacto sobre inimigos naturais das pragas
Menor ressurgência e resistência de pragas Maior número de casos de resistência e ressurgência de pragas
É responsável por embalagens e restos de produtos que sobram das aplicações Não se responsabiliza pelos resíduos
As atividades podem ser executadas durante o funcionamento da empresa e com a presença de funcionários Exige a ausência de funcionários nos locais que serão tratados
A metodologia está de acordo com as normas de gestão ambiental – corrige e evolui junto com a empresa contratante Desconhece esse fato
Possui assessores de nível internacional Não possui assessores
Apresentação de relatórios mensais circunstanciados completos sobre as atividades executadas e de documentos exigidos por auditores externos Desconhece esse fato

 

Série de reportagens do jornal da Record sobre Pragas Urbanas

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Informações Úteis

Pombos e pássaros: Revoadas de pássaros trazem sujeira e doenças

Publicado em 08/06/2011 às 23:28:17

 

Pragas Urbanas: Cupins causam prejuízo de bilhões no mundo todo

 

Pragas Urbanas: ratos têm 90% de semelhança com os humanos

Publicado em 06/06/2011

 

Pragas Urbanas: formigas são tão sujas quanto baratas

Publicado em: 09/06/2011

Escorpiões Morfologia Biologia e Prevenção

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Manejo de Pragas Urbanas

Os escorpiões pertencem ao filo Arthropoda (gr. arthros = articulado + poda = pé) e Classe Aracnida (artrópodes quelicerados. As quelíceras – correspondem aos apêndices do primeiro segmento e são estruturas em forma de gancho e servem para capturar a presa e apresentam glândulas de veneno associadas). São cerca de 1500 espécies, sendo 25 realmente perigosas.

Existem fósseis comprovando que surgiram há 400 milhões de anos (Siluriano), eram providos de brânquias, e freqüentemente encontrados com sedimentos marinhos, estes escorpiões certamente viviam na água. Algumas destas espécies podiam ter até 90 cm.

Ocorrem em todos os Continentes exceto na Antártida, porém cada espécie é restrita a uma determinada área, quanto mais alta a latitude, menor o número de espécies. Habitam: desertos, caatingas, cerrados, florestas temperadas, florestas pluviais e zona de marés.

A percepção pela visão é pouco desenvolvida, sendo capaz de distinguir apenas luz e sombra. As fendas sensoriais presentes nas pernas são capazes de perceber a movimentação do solo. As tricobótrias são cerdas especiais, principalmente localizada nos pedipalpos, sensíveis a movimentação do ar e ao tato e tem como função a localização de presas e inimigos.

Os pentes desempenham várias funções: como quimireceptoras, mecanorreceptora sentindo as vibrações do solo e servem também para a escolha do substrato para a fixação do espermatóforo.

Estrutura Física dos Escorpiões

Estrutura Física dos Escorpiões

Seu veneno é composto de 69% de componentes protéicos sendo de ação neurotóxica e produzido nas glândulas de veneno. É injetado através do ferrão, com o auxilio de músculos da vesícula que o impulsionam.

Controle de Pulgas

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Manejo de Pragas Urbanas

As pulgas são insetos da Ordem Siphonaptera, estão presentes em todos os continentes (menos na Antártida). Existem 2200 diferentes espécies e subespécies e parasitam diversos animais. Um grupo de espécies de pulgas tornou-se importante por atacar a espécie humana, causando-lhe uma série de diferentes problemas.

As espécies mais associadas ao homem são:

  • Xenopsylla cheopis, uma das pulgas mais encontradas em roedores. É o vetor mais importante da peste e do tifo murino. Atualmente é encontrada nos interiores e arredores das habitações, onde parasitam especialmente ratos.
Pulga Xenopsylla cheopis

Pulga Xenopsylla cheopis

 

  • Pulex irritans, pode parasitar igualmente: humanos, suínos, cabras, raposas, coiotes, cães, gatos e aves. Eventualmente encontrada em roedores.
Pulga Pulex irritans

Pulga Pulex irritans

 

  • Ctenocephalides felis, tornou-se completamente sinantrópica, a adaptação notável ao cão doméstico, roedores, cabras, bovinos entre outros mamíferos.
Ctenocephalides felis

Ctenocephalides felis

  • Ctenocephalides canis, verdadeira pulga-dos-cães. Igualmente cosmopolita e transmissora da peste.
Pulga Ctenocephalides canis

Pulga Ctenocephalides canis

  • Tunga penetrans, conhecida no Brasil com o nome popular de “bicho-de-pé”; pode tornar-se um sério problema de saúde pública.
Pulga Tunga penetrans

Pulga Tunga penetrans

Alerta: gato morre em SP infectada com o vírus da raiva

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Informações Úteis

Depois de quase 30 anos sem casos de raiva em animais domésticos na cidade de São Paulo – o último foi notificado em 1983 –, a capital registrou, no fim do ano passado, a morte de uma gata por causa da doença, que é altamente letal e transmissível ao ser humano.

O felino, que tinha aproximadamente 10 anos, pertencia à artesã Izabel Bonifácio da Cruz, de 50, que mora na Rua Teviot, em Moema, zona sul da cidade. O local é considerado de classe média alta e tem um grande número de animais.

O bicho havia morrido em outubro, mas a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) do Município de São Paulo foram comunicadas apenas em dezembro.  A demora na notificação teria sido atribuída a uma confusão em diagnosticar a causa da morte do animal.

Rato-do-Capim

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Manejo de Pragas Urbanas

 

Rato-do-Capim

Rato-do-Capim

Também conhecido como Rato-do-Capim, o Bolonys lasyurus é um roedor que até então era encontrado em matas e capins de nível alto.  Com o desmatamento e queimadas, está sendo encontrado também nas cidades, contado, assim, como o quarto roedor sinantrópico. Tem sua aparência muito simpática, com seu tamanho entre o Camundongo e o Rattus-Rattus(Rato de Telhado). Com este roedor em  específico, todo o cuidado é pouco, pois, é o principal transmissor da Hantavirus, sendo fatal para o ser humano.

Controle Ecológico da Traça-da-Farinha (Ephestia sp.)

Escrito por BIOMAX em . Categoria: Manejo de Pragas Urbanas

Apesar de toda a tecnologia empregada nos sistemas de produção e armazenagem estima-se que pelo menos 10% da produção mundial de grãos e seus subprodutos são perdidos devido à infestação por insetos praga.

O conjunto de animais associados aos grãos armazenados é composto por insetos, ácaros, roedores e aves. Em relação insetos, somente cerca de 15 espécies são totalmente adaptadas a desenvolverem-se em grão íntegros. Essa associação se beneficia das condições ambientais oferecidas pelo ecossistema. Isto, aliado a sua alta capacidade reprodutiva e de sobrevivência, tamanho pequeno que possibilita a penetração na massa armazenada. Entre os fatores favoráveis ao crescimento populacional estão à temperatura e umidade bastantes estáveis no decorrer do ano dentro das unidades armazenadoras.

Entre vários tipos diferentes de reclamações de consumidores que são recebidas pelas indústrias alimentícias, a presença de insetos ou fragmentos e vestígios, é hoje uma das situações mais comuns. Essa condição causada pelo inseto presente em um alimento, além da insatisfação e do mal estar gerado ao consumidor, representa transtorno ao fabricante, principalmente pelo prejuízo de sua imagem institucional.

Dentre as espécies de insetos que atacam produtos e subprodutos armazenados destaca-se a traça-da-farinha, conhecida como mariposa, é um piralídeo Ephestia sp. (Lepidoptera: Pyralidae). Este micro-lepidóptero é considerado polífago, ou seja, ataca milho, trigo, arroz, amendoim, farinha, cacau, vegetais desidratados, tabaco, fubá, farelo entre outros. As infestações desses insetos produzem danos mais qualitativos que quantitativos aos produtos. Esses insetos encontram-se amplamente distribuído em todas as regiões do mundo. Essas adaptações a diferentes condições climáticas permitem o desenvolvimento tanto dentro de equipamentos industriais como em produtos já processados e embalados.

Os adultos não se alimentam, sendo assim todos os danos causados por larvas, que consomem os produtos ou substratos produzindo resíduos fecais e teias em grande quantidade, destaca-se também que as larvas podem perfurar materiais como papel, polietileno e derivados. Essas larvas têm capacidade de perfuração em diversos produtos alimentícios embalados. Laminados Composto foi o que apresentou maior resistência quanto a perfurações. Cinco dias foram suficientes para que uma larva perfurasse embalagens tipo Dupla Torção, Porta Fólio e Flow Pack, e ainda podem penetrar em produtos mesmo sem perfurar a embalagem, quando acontece à preferência é nas proximidades da selagem ou dobras da embalagem.

Essas larvas atingem um tamanho em torno de 13 mm e apresentam cinco ínstares, levando um período aproximado de 6 a 8 semanas para se transformarem em pupas. Os adultos iniciam o acasalamento 24 após sua emergência e possuem longevidade de 1 a 2 semanas. As fêmeas depositam formando massas de 100 a 500 ovos.

Indivíduo Adulto da Traça da Farinha

Imagem: A - Indivíduo Adulto da Traça da Farinha

Larva Traça da Farinha

imagem: B - Larva Traça da Farinha

Larva e Pupa de Ephestia

imagem: C - Larva e Pupa de Ephestia

imagem 1,  A)- Adulto da traça da farinha, B) Larva e C) Larva e pupa de Ephestia.

Universidade de São Paulo

APRAG

National Pest Control Association

CREA-SP

ANVISA

Minitério da Agricultura