Manejo Ecológico de Pragas versus Dedetização Tradicional

O sistema de Manejo Ecológico de Pragas envolve a identificação dos problemas, monitoramento das pragas e adoção de uma estratégia de controle correta para cada empresa. Comparando Manejo Ecológico de Pragas com o controle tradicional efetuado pelas "dedetizadoras" as principais vantagens são as seguintes:


MANEJO ECOLÓGICO

DEDETIZAÇÃO TRADICIONAL

Visão global dos problemas

Visão localizada

Identificação correta dos problemas

Não identifica causa dos problemas

Efetua levantamentos iniciais de infestação

Atuação indiscriminada

Monitoramento sistemático

Não avalia as infestações

Aplicações tópicas em locais críticos

Aplicações em área total

Utiliza termonebulização somente em locais estratégicos

Uso constante da termonebulização, deixando resíduos em todos os ambientes

Utiliza métodos alternativos sustentáveis de controle

O controle é baseado no uso exclusivo de “coquetéis” com produtos químicos

O gasto de produtos químicos é bastante reduzido

Maior gasto de produtos químicos

Maior gasto de horas técnicas dedicadas à contratante

Não existe uma atuação dos responsáveis técnicos

Menor probabilidade de contaminação de produtos, pessoas, animais e ambiente

Devido a maior quantidade de resíduos, existe a maior probabilidade de contaminação do ecossistema.

Seletividade sobre inimigos naturais das pragas Maior impacto sobre inimigos naturais das pragas
Menor ressurgência e resistência de pragas Maior número de casos de resistência e ressurgência de pragas
É responsável por embalagens e restos de produtos que sobram das aplicações Não se responsabiliza pelos resíduos
As atividades podem ser executadas durante o funcionamento da empresa e com a presença de funcionários Exige a ausência de funcionários nos locais que serão tratados
A metodologia está de acordo com as normas de gestão ambiental – corrige e evolui junto com a empresa contratante Desconhece esse fato
Possui assessores de nível internacional Não possui assessores
Apresentação de relatórios mensais circunstanciados completos sobre as atividades executadas e de documentos exigidos por auditores externos Desconhece esse fato


Série de reportagens do jornal da Record sobre Pragas Urbanas

Pombos e pássaros: Revoadas de pássaros trazem sujeira e doenças

Publicado em 08/06/2011 às 23:28:17


Pragas Urbanas: Cupins causam prejuízo de bilhões no mundo todo


Pragas Urbanas: ratos têm 90% de semelhança com os humanos

Publicado em 06/06/2011


Pragas Urbanas: formigas são tão sujas quanto baratas

Publicado em: 09/06/2011

Escorpiões

Os escorpiões pertencem ao filo Arthropoda (gr. arthros = articulado + poda = pé) e Classe Aracnida (artrópodes quelicerados. As quelíceras - correspondem aos apêndices do primeiro segmento e são estruturas em forma de gancho e servem para capturar a presa e apresentam glândulas de veneno associadas). São cerca de 1500 espécies, sendo 25 realmente perigosas.

Existem fósseis comprovando que surgiram há 400 milhões de anos (Siluriano), eram providos de brânquias, e freqüentemente encontrados com sedimentos marinhos, estes escorpiões certamente viviam na água. Algumas destas espécies podiam ter até 90 cm.

Ocorrem em todos os Continentes exceto na Antártida, porém cada espécie é restrita a uma determinada área, quanto mais alta a latitude, menor o número de espécies. Habitam: desertos, caatingas, cerrados, florestas temperadas, florestas pluviais e zona de marés.

A percepção pela visão é pouco desenvolvida, sendo capaz de distinguir apenas luz e sombra. As fendas sensoriais presentes nas pernas são capazes de perceber a movimentação do solo. As tricobótrias são cerdas especiais, principalmente localizada nos pedipalpos, sensíveis a movimentação do ar e ao tato e tem como função a localização de presas e inimigos.

Os pentes desempenham várias funções: como quimireceptoras, mecanorreceptora sentindo as vibrações do solo e servem também para a escolha do substrato para a fixação do espermatóforo.


Estrutura física dos Escorpiões


Controle de Pulgas

As pulgas são insetos da Ordem Siphonaptera, estão presentes em todos os continentes (menos na Antártida). Existem 2200 diferentes espécies e subespécies e parasitam diversos animais. Um grupo de espécies de pulgas tornou-se importante por atacar a espécie humana, causando-lhe uma série de diferentes problemas.

As espécies mais associadas ao homem são:

  • Xenopsylla cheopis, uma das pulgas mais encontradas em roedores. É o vetor mais importante da peste e do tifo murino. Atualmente é encontrada nos interiores e arredores das habitações, onde parasitam especialmente ratos.

Xenopsylla cheopis

 

  • Pulex irritans, pode parasitar igualmente: humanos, suínos, cabras, raposas, coiotes, cães, gatos e aves. Eventualmente encontrada em roedores.

Pulex irritans

 

  • Ctenocephalides felis, tornou-se completamente sinantrópica, a adaptação notável ao cão doméstico, roedores, cabras, bovinos entre outros mamíferos.

Pulga Ctenocephalides felis

 

  • Ctenocephalides canis, verdadeira pulga-dos-cães. Igualmente cosmopolita e transmissora da peste.

Ctenocephalides canis

 

  • Tunga penetrans, conhecida no Brasil com o nome popular de “bicho-de-pé”; pode tornar-se um sério problema de saúde pública.

Tunga penetrans

 

Alerta: gata morre em SP infectada com o vírus da raiva

Depois de quase 30 anos sem casos de raiva em animais domésticos na cidade de São Paulo – o último foi notificado em 1983 –, a capital registrou, no fim do ano passado, a morte de uma gata por causa da doença, que é altamente letal e transmissível ao ser humano.

O felino, que tinha aproximadamente 10 anos, pertencia à artesã Izabel Bonifácio da Cruz, de 50, que mora na Rua Teviot, em Moema, zona sul da cidade. O local é considerado de classe média alta e tem um grande número de animais.

O bicho havia morrido em outubro, mas a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) e a Coordenação de Vigilância em Saúde (Covisa) do Município de São Paulo foram comunicadas apenas em dezembro.  A demora na notificação teria sido atribuída a uma confusão em diagnosticar a causa da morte do animal.

Universidade de São Paulo

APRAG

National Pest Control Association

CREA-SP

ANVISA

Minitério da Agricultura